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Emenda parlamentar viabiliza 17 academias ao ar livre em Várzea Grande

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Com recursos de uma emenda parlamentar no valor de R$ 1,5 milhão, destinada pelo deputado estadual Fábio Tardin (PSB), Várzea Grande passou a contar com 17 academias ao ar livre instaladas em diferentes pontos da cidade. Os equipamentos estão distribuídos entre praças, miniestádios e centros comunitários, ampliando o acesso gratuito à prática de atividades físicas e promovendo mais qualidade de vida à população.

As estruturas foram implantadas nos seguintes locais: Via 31, Fiotão, Centro Comunitário Ouro Verde, Praça Júlio Campos, Praça Aurea Braz, Parque Sábia (São Mateus), Novo Mato Grosso, Brasílio, Praça João Ponce, Cohab Cristo Rei (ao lado da UBS), Mini Estádio Bife, Tanque do Francho, Praça José Carlos Guimarães, Mini Estádio Claudio Kiesque, Mini Estádio Manaira, Praça Juvenilia e Residencial São Benedito.

A iniciativa tem como objetivo incentivar hábitos saudáveis, valorizar os espaços públicos e fortalecer a convivência comunitária nos bairros, beneficiando moradores de todas as idades.

“O fortalecimento das políticas públicas voltadas ao esporte e ao lazer é um compromisso que temos mantido com seriedade. Investir em academias ao ar livre é investir em saúde preventiva, em bem-estar e, acima de tudo, em dignidade para a população. Como morador de Várzea Grande, sei das necessidades da nossa gente e trabalho para garantir que todos tenham acesso a oportunidades que melhorem sua qualidade de vida. Esses equipamentos são fruto de diálogo, escuta e respeito com cada comunidade que representamos”, afirmou o deputado Fábio Tardin.

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Além das academias, outras ações voltadas ao incentivo esportivo têm sido realizadas no município com o apoio do parlamentar. Projetos de iniciação esportiva e integração comunitária vêm sendo fortalecidos com a entrega de kits e materiais esportivos, beneficiando principalmente crianças e adolescentes atendidos por escolinhas.

O esporte amador, presente no dia a dia das comunidades locais, também tem recebido suporte por meio de parcerias e apoio à realização de campeonatos e eventos, reafirmando o compromisso com o desenvolvimento social por meio do esporte.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos vê novo prazo do STF como avanço para destravar a Lei do Transporte Zero

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O deputado estadual Wilson Santos (PSD) recebeu com otimismo o novo prazo determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na última quinta-feira (1°), para que o Governo de Mato Grosso e a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) apresentem as últimas informações pendentes dos relatórios de monitoramento social e ambiental e comprovações de ações executadas, conforme as normas impostas pelas Leis nº 12.197/2023 e nº 12.434/2024. Essa determinação vai nortear a eficácia destas propostas que interferiu a qualidade de vida do pescador profissional de 22 colônias existentes no estado.

Há três anos é aguardada a avaliação das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs nº 7.471, nº 7.514 e nº 7.590) que tramitam sem julgamento na Suprema Corte, sob relatoria do ministro André Mendonça. “Esse recado é para todos da cadeia da pesca. O STF já proferiu o último prazo para a entrega dos relatórios requeridos para que, assim, possa liberar o seu voto. Independente do voto que ele for dar, nós vamos trabalhar com os outros ministros pela liberação da pesca profissional de Mato Grosso”, posicionou o parlamentar.

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Wilson Santos defende que a Corte possa devolver aos pescadores o direito legítimo e constitucional de exercerem o seu trabalho e garantir o sustento de suas famílias.

“São muitos anos de luta, muitas barreiras, muitas dificuldades, muitos constrangimentos e muito sofrimento que o pescador passou nestes últimos três anos. Se Deus quiser, o STF vai liberar os pescadores para voltar a pescar e a defender o rio como sempre defenderam e a sustentarem as suas famílias de maneira honesta”, declarou.

Determinação judicial – Esta é a segunda vez que o STF solicita informações aos Poderes Executivo e Legislativo de Mato Grosso sobre a execução da Lei do “Transporte Zero”. A primeira ocorreu em janeiro de 2026, quando André Mendonça também estabeleceu prazo de 10 dias para o envio dos relatórios. Entre as inconsistências apontadas pela Corte estão a ausência de documentação comprobatória suficiente sobre o pagamento do auxílio financeiro emergencial em alguns municípios e a falta de pareceres técnicos de órgãos responsáveis pela fiscalização.

O ponto central da Lei do “Transporte Zero” é a suspensão, por cinco anos, do transporte, armazenamento e comercialização de pescado de 12 espécies nos rios de Mato Grosso. Com a nova determinação, o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa deverão encaminhar, dentro do prazo estabelecido pelo STF, toda a documentação solicitada para subsidiar a análise da Corte sobre a aplicação da legislação.

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Fonte: ALMT – MT

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