Cuiabá

Prefeitura inicia etapa Norte da operação de manutenção na iluminação pública

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), dá início nesta segunda-feira (4) à segunda fase da operação intensiva de manutenção da iluminação pública. Desta vez, os trabalhos estão concentrados na região Norte da capital, com o propósito de eliminar as pendências registradas pelos canais de atendimento e reforçar a segurança e o conforto da população.

A ação seguirá um cronograma fixo e regionalizado: a cada mês, sempre na primeira semana, uma das quatro regiões administrativas do município será contemplada com os serviços de manutenção. A largada desta edição ocorre pela Avenida Historiador Rubens de Mendonça (conhecida como Avenida do CPA), uma das principais vias de Cuiabá.

Com previsão de encerramento até o dia 8 de agosto, a meta da operação é atender mil pontos de luz e beneficiar diretamente moradores de aproximadamente 60 bairros. Para isso, foram mobilizadas oito equipes técnicas formadas por eletricistas capacitados, que atuarão com todos os equipamentos de proteção individual (EPIs), realizando os serviços tanto durante o dia quanto no período noturno.

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Os moradores da região que ainda não registraram suas solicitações podem entrar em contato pelos canais exclusivos da Limpurb para serviços de iluminação: via WhatsApp, pelo número (65) 9 9318-8761, ou por ligação, no (65) 9 9247-6662. Para facilitar o atendimento, é necessário enviar uma foto do local com iluminação danificada, além do nome completo, endereço completo com ponto de referência e a localização exata, no caso dos pedidos via WhatsApp.

Bairros contemplados
Nesta etapa da operação, serão atendidos os seguintes bairros e comunidades da região Norte: Altos da Chapada, Altos da Glória, Altos do Cuiabá, Assentamentos Conquista, Gamaliel, Ômega Conquista II e Pirapora, Barreiro Branco, Centro América, Chico Mendes, Colina Verde, Comunidades Aricá I, Ecoville II, Lagoa Azul, Paraíso das Oliveiras, Rio dos Peixes e São Jerônimo, além dos condomínios Campestre Acaiah, Monza, Vitória B e Vila da Serra.

Também fazem parte do cronograma localidades como Coxipó do Ouro, CPA I, II, III (setores 1 a 5) e CPA IV (1ª a 5ª etapa), Flor da Mata, Jardim 1º de Março, Jardim Brasil I e II, Jardim Buriti, Jardim das Aroeiras, Jardim Florianópolis, Jardim Itapuã, Jardim Manancial, Jardim Paiaguás II, Jardim Paraíso, Jardim Três Lagoas, Jardim Três Poderes, Jardim Umuarama I e II, Jardim União, Jardim Videira, Jardim Vitória, João Bosco Pinheiro, Jonas Pinheiro e Morada do Ouro I e II.

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Completam a lista: Mulheres Agricultoras Rurais (Assentamento Conquista I), Nova Conquista (AMBNC), Novo Paraíso I e II, Ouro Fino, Parque das Nações, Pequenos Produtores Rurais das comunidades Rio dos Médicos e Vila Formosa, Pico do Amor, Ponte de Ferro, Residenciais Ana Maria, Estevão Torquato (Jardim Paraná), IIza Terezinha Picolli Pagot, Jamil Boutros Nadaf, Milton Figueiredo, Nova Canaã, Pádova, Paiaguás, Wantuil de Freitas, São Thomé, Serra Dourada, Silvanópolis, Tancredo Neves, Três Barras e Vila Rosa.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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