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Polícia Civil e Politec atuam em campanha nacional de coleta de DNA para localização de pessoas desaparecidas

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) lançará, na terça-feira (5.8), às 10h, no Palácio da Justiça, em Brasília (DF), a edição 2025 da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. Em Mato Grosso, os trabalhos são realizados pela Polícia Civil, com atuação do Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

A ação, que ocorrerá de 5 a 15 de agosto, tem como objetivo incentivar familiares de pessoas desaparecidas a doarem material genético, que será comparado com perfis armazenados nos bancos estaduais e no Banco Nacional de Perfis Genéticos. O cruzamento de informações com pessoas falecidas ou com pessoas vivas com identidade desconhecida poderá permitir a identificação de desaparecidos.

Além da coleta de novas amostras, a campanha articula uma força-tarefa nacional para acelerar a análise de perfis genéticos que ainda aguardam processamento. A coordenação é da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em parceria com instituições estaduais: laboratórios de genética forense, delegacias especializadas e autoridades centrais estaduais.

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Os locais de coleta estarão disponíveis no site oficial da campanha. Os pontos de coletas em Mato Grosso também estão disponibilizados nos sites da Polícia Civil, Politec e da Delegacia Digital. Para participar, é necessário que o familiar tenha um boletim de ocorrência de desaparecimento, registrado em qualquer unidade federativa, e apresente seus próprios documentos pessoais.

O objetivo é garantir que cada família tenha a chance de encontrar respostas, por meio da ciência e da cooperação entre os estados. Essa iniciativa é fundamental para dar visibilidade ao tema das pessoas desaparecidas e, principalmente, para viabilizar identificações por meio da coleta de material genético dos familiares.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagra operação para desarticular esquema de estelionato em Lucas do Rio Verde

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A Polícia Civil deflagrou a Operação Hipnose Financeira, dando cumprimento a sete ordens judiciais, expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias de Sinop, em desfavor de investigadas por envolvimento em um esquema de estelionato praticado contra um idoso de 71 anos, em Lucas do Rio Verde. A operação foi desencadeada nessa sexta-feira (8.5), no município.

Conforme apurado nas investigações, conduzidas Delegacia de Polícia de Lucas do Rio Verde, apontaram que a vítima sofreu prejuízo financeiro superior a R$ 300 mil ao longo de meses, mediante manipulação emocional e promessas relacionadas a supostos rituais espirituais.

Nas investigações, foi possível observar que o caso teve início após familiares perceberem comportamento incomum da vítima, que passou a realizar sucessivas transferências bancárias via pix para contas de terceiros desconhecidos. A situação chamou a atenção após o idoso tentar obter empréstimos bancários e passar a solicitar dinheiro emprestado a familiares, vizinhos e amigos.

Segundo as investigações, a vítima teria conhecido uma das suspeitas em um supermercado da cidade, ocasião em que a mulher afirmou que ele estaria acometido por uma doença grave. Após esse contato, iniciou-se uma relação de influência psicológica e emocional, na qual eram exigidos pagamentos sob a justificativa de realização de “trabalhos espirituais” e rituais religiosos destinados à suposta cura da enfermidade.

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Conforme depoimentos colhidos durante a investigação, a vítima apresentava sinais de forte abalo emocional e isolamento familiar. Familiares relataram receio de que o idoso estivesse sofrendo ameaças psicológicas ou pressão emocional constante. Há, ainda, registros de cobranças insistentes por novos valores, incluindo solicitação recente de R$ 15 mil para continuidade dos supostos “trabalhos espirituais”.

As investigações também apontaram indícios de atuação interestadual das investigadas, com registros de ocorrências semelhantes em outras cidades de Mato Grosso, envolvendo vítimas vulneráveis e prejuízos expressivos. Segundo a representação policial, o grupo possui elevada mobilidade geográfica, estando em constante deslocamento por diversos estados da federação, circunstância que dificultava sua localização e a aplicação da lei penal.

Diante dos elementos reunidos no inquérito policial, foram representadas judicialmente e deferidas medidas cautelares, dentre elas mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo telefônico e telemático, além da indisponibilidade de bens e valores das investigadas.

A operação teve como objetivo aprofundar as investigações, preservar elementos probatórios, identificar possíveis novas vítimas e assegurar eventual reparação dos prejuízos causados.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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