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Ministério da Pesca e Aquicultura e bolsa de valores B3 leiloam Terminal Pesqueiro Público de Natal (RN)

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Na próxima segunda-feira (18), será realizado o leilão do Terminal Pesqueiro Público (TPP) de Natal (RN) na bolsa de valores B3 em São Paulo (SP), a partir das 14h, com a presença do secretário-executivo do MPA, Edipo Araujo.

O leilão tem como objetivo a seleção da proposta mais vantajosa, com critério de maior valor de outorga. A empresa vencedora será responsável por administrar, revitalizar e modernizar o terminal durante os próximos 20 anos. Estão previstos ainda, por meio da concessão, impactos nas condições de recepção, tratamento, armazenagem e comercialização de pescado, com redução de desperdício e aumento da qualidade sanitária.

O Terminal Pesqueiro Público de Natal conta com ampla estrutura e a região em que está localizado é marcada pela presença de indústrias relacionadas à pesca de atuns e afins.

Os jornalistas poderão acompanhar o leilão presencialmente ou pela internet. Para participar presencialmente, os interessados deverão confirmar presença pelo e-mail .

SERVIÇO

Leilão do TPP de Natal (RN)
Data: segunda-feira 18/08/2025
Horário: 14h
Local: Sé, rua Quinze de Novembro, nº 275, São Paulo (SP)
Transmissão: TV B3 

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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Guerra Irã-EUA eleva preços de fertilizantes e já pressiona custos da safra 2026/2027

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A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã já provoca impacto direto sobre os custos do agro. Os preços da ureia subiram entre 33% e 48% nas últimas semanas, enquanto a amônia anidra avançou cerca de 39%, em um movimento puxado pela alta do gás natural e pelas restrições logísticas no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de insumos.

O Brasil, que importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), sente o reflexo imediato. Parte relevante da ureia utilizada no País vem do Oriente Médio, o que amplia a exposição ao conflito e eleva o risco de novos aumentos no curto prazo.

O impacto ocorre justamente no momento de planejamento da safra 2026/27. Com custos mais altos, produtores começam a rever estratégias, postergar compras e buscar alternativas para reduzir o peso dos insumos no orçamento, especialmente em culturas como soja e milho, mais intensivas em fertilização.

Além da matéria-prima, o frete também entrou na equação. A tensão na região elevou o preço do petróleo e aumentou o custo do transporte marítimo, pressionando ainda mais o preço final dos fertilizantes no Brasil.

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Diante desse cenário, o governo federal discute medidas para amortecer o impacto. Entre as alternativas está a criação de um mecanismo de subvenção para fertilizantes dentro do Plano Safra 2026/27, com uso de crédito subsidiado para reduzir o custo ao produtor.

Outra frente envolve ações estruturais. O governo pretende ampliar a produção nacional por meio do Plano Nacional de Fertilizantes e de linhas de financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na tentativa de reduzir a dependência externa, considerada um dos principais gargalos do setor.

Do lado produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem pressionado por medidas emergenciais, como a redução de custos logísticos e tributários, incluindo pedidos de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa cobrada sobre o transporte marítimo, que encarece a importação de fertilizantes.

Na prática, a combinação de alta dos insumos, frete mais caro e incerteza geopolítica cria um ambiente de maior risco para o produtor. A definição dos custos da próxima safra deve ocorrer sob volatilidade elevada, com impacto direto sobre margem e decisão de plantio.

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Fonte: Pensar Agro

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