Agro News

FertiSystem estreia na Farm Progress e apresenta inovação brasileira ao agro dos EUA

Publicado

A FertiSystem, empresa brasileira especializada em tecnologias para plantio com sede em Passo Fundo (RS), participa pela primeira vez da Farm Progress Show, uma das maiores feiras agrícolas dos Estados Unidos, que acontece de 26 a 28 de agosto em Decatur, Illinois. Com mais de 20 anos de experiência no agronegócio, a companhia aposta na expertise de suas soluções desenvolvidas para os desafios do solo, clima e escalas da agricultura brasileira, agora voltadas ao produtor americano.

Foco em inovação e praticidade

Segundo Mariana Martins, diretora de negócios da FertiSystem, a participação na feira representa um passo estratégico para consolidar a presença internacional da marca.

“Nosso propósito é simplificar e entender os desafios reais do produtor rural, oferecendo soluções confiáveis e precisas. Nos EUA, quem gerencia a fazenda geralmente está envolvido diretamente na operação, o que torna essencial tecnologias robustas, duráveis e fáceis de usar”, afirma.

Destaque: Fert Sensor com patente americana

O principal destaque da FertiSystem na feira será o Fert Sensor, um sensor de fluxo de fertilizantes e sementes finas já patenteado nos Estados Unidos e testado com sucesso em campo na América do Norte.

Leia mais:  Mercado de algodão registra baixa movimentação e queda de preços em agosto no Brasil

Mariana Martins explica:

“É o primeiro produto da nossa linha com patente americana, o que reforça nossa aposta neste mercado. Ele não exige corte do condutor para instalação, facilitando sua aplicação. É uma tecnologia validada e com grande potencial também no Canadá.”

Expansão para o mercado norte-americano

Atualmente, a FertiSystem fornece soluções de plantio para cerca de 95% das fabricantes de máquinas e implementos agrícolas no Brasil. A empresa agora mira o mercado dos EUA como oportunidade de expansão e de promoção de tecnologias brasileiras inovadoras.

“O mercado americano é altamente desenvolvido e referência global em produtividade. Mesmo assim, vemos espaço para soluções que entreguem eficiência e simplicidade operacional. A facilidade de manutenção e durabilidade são atributos essenciais, pois quem compra muitas vezes é quem opera a máquina”, reforça a diretora.

Interação com produtores e parceiros

Durante a feira, a FertiSystem busca não apenas apresentar seus produtos, mas também ouvir o produtor americano para adaptar suas tecnologias à realidade local. A empresa pretende ainda estabelecer parcerias com distribuidores e fabricantes de máquinas.

“Queremos mostrar que o Brasil não apenas produz em larga escala, mas também exporta inteligência, engenharia e produtos de alto valor agregado. Nossa presença reforça a imagem de um agro brasileiro inovador, resiliente e capaz de oferecer soluções práticas para desafios globais”, conclui Mariana Martins.

Fonte: Portal do Agronegócio

Leia mais:  Escassez de recursos faz produtores se preocuparem com o próximo plano safra

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

Publicado

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

Leia mais:  Movimentação recorde de açúcar nos portos brasileiros

Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana