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Nestlé celebra 15 anos do Cocoa Plan na primeira edição da ExpoCacau em Ilhéus

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A Nestlé Brasil marcou presença na primeira edição da ExpoCacau, realizada de 26 a 28 de agosto no Centro de Convenções de Ilhéus (BA). A companhia destacou os resultados e iniciativas do Nestlé Cocoa Plan, programa que completa 15 anos em 2025 e busca promover uma cadeia de cacau mais sustentável, justa e produtiva, além de investir em educação e desenvolvimento social nas regiões produtoras.

Nestlé Cocoa Plan: impactos na agricultura e nas comunidades

Desde 2010 no Brasil, o Nestlé Cocoa Plan é o maior programa de sustentabilidade da cacaicultura nacional, reunindo mais de 6.500 produtores parceiros. A iniciativa foca na melhoria da qualidade do cacau, no fortalecimento das famílias agricultoras e na adoção de práticas de agricultura regenerativa por meio de treinamentos e visitas técnicas.

Nos últimos três anos, a produtividade média das fazendas participantes aumentou 59%, passando de 370 kg/ha para 590 kg/ha. Em 2023, o projeto piloto Mais Inteligência, Mais Cacau, iniciado em 24 fazendas do Pará, registrou crescimento de 18% na produtividade e 44% na rentabilidade em um ano. Atualmente, o programa abrange 110 fazendas na Bahia, Espírito Santo e Pará, com novos resultados previstos até o final de 2025.

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Participação ativa na ExpoCacau

Durante o evento, representantes da Nestlé participaram de sessões técnicas e institucionais, apresentando cases de impacto positivo nas comunidades produtoras. Parceiros institucionais da empresa, como Água Camelo e Labor Rural, também estiveram presentes para compartilhar experiências e práticas sustentáveis.

Segundo Igor Mota, gerente de Agricultura para Cacau da Nestlé Brasil, “a presença na ExpoCacau reforça nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável da cadeia do cacau no Brasil, valorizando o produtor, a biodiversidade e a qualidade do alimento que chega ao consumidor. Celebrar os 15 anos do Nestlé Cocoa Plan neste evento na Bahia — de onde vem 50% do cacau que compramos — evidencia que parcerias, inovação e responsabilidade social são fundamentais para o futuro da produção de cacau no país.”

ExpoCacau 2025: inovação e bioeconomia

Promovida pela CocoaAction Brasil, iniciativa da Fundação Mundial do Cacau (WCF), a ExpoCacau integra o 7º Fórum Anual do Cacau. Com foco em inovação, sustentabilidade e produtividade, o evento reúne produtores, pesquisadores, empresas, cooperativas e representantes do poder público, destacando o papel do cacau na bioeconomia e na regeneração de paisagens produtivas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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