Agro News

Novus lança livro com estratégias nutricionais e de produção para matrizes suínas modernas

Publicado

A Novus anunciou para o dia 5 de setembro o lançamento do livro Estratégias Nutricionais e de Produção para as Matrizes de Hoje. A publicação reúne pesquisas, experiências práticas e recomendações voltadas para as necessidades das matrizes suínas modernas, cada vez mais selecionadas para entregar maior produtividade, longevidade e número de leitões por fêmea.

O título é o segundo da empresa dedicado ao tema. O primeiro, publicado em 2019, abordou exclusivamente a nutrição de matrizes hiperprolíficas e teve ampla aceitação no setor.

Conteúdo e temas abordados

Composto por 12 capítulos, o novo guia apresenta boas práticas e informações sobre nutrição de matrizes e leitoas, genética, reprodução, lactação, parto e mortalidade. O objetivo é oferecer uma visão completa sobre os fatores que influenciam o desempenho e a saúde das porcas em produção.

Segundo Marisol Castillo, gerente executiva de soluções globais para suínos da Novus, a obra amplia o escopo do primeiro livro.

“Sabíamos que havia muito mais para compartilhar sobre as matrizes modernas – sua fisiologia, como o ambiente afeta o desempenho e informações sobre a fase de leitoa. Há muita pesquisa que queríamos dividir”, destaca.

Autores e colaboradores de destaque

O livro conta com a participação de pesquisadores e profissionais de empresas e universidades renomadas no Brasil e no exterior, entre eles:

  • Bruno A. N. Silva, Ph.D. (UFMG/ICA)
  • Laura Greiner, Ph.D., e Dalton Humphrey, Ph.D. (Iowa State University)
  • Austin Putz, Ph.D. (Hendrix Genetics)
  • Ioannis Mavromichalis, Ph.D., e Efstratia Papanikou, Ph.D. (Ariston Nutrition Consulting International)
  • Teresa Mogas, Ph.D. (Universidade de Barcelona)
  • Antonio Palomo Yagüe, Ph.D. (ADM Company)
  • Carlos Piñeiro, Ph.D. (Animal Data Analytics SL), e Yuzo Koketsu, Ph.D. (Universidade Meiji)
  • Timothy Safranski, Ph.D. (Universidade do Missouri)
  • Luis Sanjoaquin Romero, DMV (Sigmavet/ThinkinPig)
  • Déborah Temple, Ph.D., e equipe do AWEC (Universitat Autònoma de Barcelona)
  • Hans H. Stein, Ph.D., e Su A. Lee, Ph.D. (Universidade de Illinois)
  • Brad Lawrence, Ph.D. (Novus)
  • A coordenação ficou a cargo de Carlos Lasagna, DMV (Martini S.p.A.).
Leia mais:  Feira leva o agro ao shopping e aposta em negócios urbanos
Disponibilidade e acesso gratuito

A versão digital gratuita do novo livro estará disponível para download em 5 de setembro. Interessados podem se inscrever na lista de espera pelo site oficial da empresa: novusint.co/sowbook2.

Além disso, a Novus mantém disponível para download a primeira obra sobre matrizes suínas, publicada em 2019, e o livro “Gestão e nutrição de reprodutores: impulsionando a indústria adiante”, lançado em 2022.

Versão digital gratuita

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançam US$ 5,8 bilhões e mantêm estado entre líderes nacionais

Publicado

As exportações do agronegócio de Minas Gerais somaram US$ 5,8 bilhões entre janeiro e abril de 2026, consolidando o estado entre os três maiores exportadores do setor no Brasil. No período, foram embarcadas 4,8 milhões de toneladas de produtos agropecuários para mais de 160 países.

Apesar da retração de 11,9% no valor exportado e de 9,3% no volume em comparação ao mesmo período de 2025, Minas Gerais respondeu por 10,6% das exportações do agronegócio brasileiro, mantendo posição de destaque no comércio exterior nacional.

Segundo análise da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a redução está concentrada em segmentos específicos de grande representatividade, especialmente café e complexo sucroalcooleiro, enquanto diversas outras cadeias produtivas apresentaram crescimento.

Diversificação fortalece desempenho do agro mineiro

De acordo com a assessora técnica da Seapa, Manoela Teixeira, o resultado evidencia o avanço da diversificação das exportações do estado.

Segmentos como carnes, sementes, algodão, papel, animais vivos, couros, frutas e bebidas registraram desempenho positivo, contribuindo para ampliar a presença de Minas Gerais em diferentes mercados internacionais.

O estado também mantém liderança em importantes cadeias exportadoras. No primeiro quadrimestre, Minas respondeu por:

  • 71% das exportações brasileiras de café;
  • 30,5% dos produtos apícolas;
  • 20,4% dos lácteos;
  • 12,8% das rações para animais;
  • 11,9% dos produtos hortícolas, leguminosas, raízes e tubérculos.

Ao todo, mais de 500 produtos diferentes foram comercializados no mercado internacional durante o período.

Café continua liderando exportações

O café permaneceu como principal produto da pauta exportadora mineira, gerando receita de US$ 3,2 bilhões.

Foram embarcadas aproximadamente 7,4 milhões de sacas ao exterior, porém o segmento registrou retração de 17,5% em valor e de 26% em volume na comparação com o primeiro quadrimestre do ano anterior.

Leia mais:  Ministro Carlos Fávaro destaca protagonismo do agro sustentável na COP 30

Mesmo com a queda, o produto continua sendo o principal responsável pelo desempenho do agronegócio estadual e pela forte presença mineira no comércio internacional.

Complexo soja mantém segunda posição

O complexo soja, formado por grãos, farelo e óleo, ocupou a segunda colocação entre os produtos mais exportados pelo estado.

As vendas externas totalizaram US$ 1,14 bilhão, com embarques de 2,71 milhões de toneladas.

Em relação ao mesmo período de 2025, houve redução de 2,8% na receita e de 8,9% no volume exportado.

Carnes lideram crescimento entre os principais setores

O grande destaque positivo do quadrimestre foi o segmento de carnes bovina, suína e de frango.

As exportações do setor alcançaram US$ 576,7 milhões e 160 mil toneladas, representando crescimento de 8,2% em valor e de 0,7% em volume.

A valorização da carne bovina no mercado internacional foi um dos principais fatores responsáveis pelo avanço da receita, reforçando a importância do segmento na pauta exportadora mineira.

Complexo sucroalcooleiro registra retração

As exportações do complexo sucroalcooleiro somaram US$ 268,7 milhões entre janeiro e abril.

O resultado representa queda de 22,9% na receita e recuo de 2,7% no volume embarcado em comparação ao mesmo período do ano passado.

A redução do valor médio da tonelada exportada foi um dos fatores que mais contribuíram para o desempenho negativo do setor.

União Europeia permanece principal destino

A União Europeia consolidou-se como o principal mercado para os produtos do agronegócio mineiro.

O bloco econômico importou US$ 1,7 bilhão em produtos do estado no primeiro quadrimestre, equivalente a 29,6% de toda a pauta exportadora do agro mineiro.

Leia mais:  Carne Angus brasileira atinge recorde histórico em produção e exportações com alta de 260% em 2025

Na comparação anual, houve queda moderada de 2,9% no valor e de 2,5% no volume embarcado.

O café continua dominando as vendas para o mercado europeu, representando 94,4% do valor exportado ao bloco.

Por outro lado, alguns segmentos vêm ampliando sua participação. Os produtos florestais registraram crescimento de 42,8% na receita, enquanto as exportações de carnes mais que dobraram, indicando oportunidades de diversificação e agregação de valor.

Mercosul amplia volume importado

Os países do Mercosul — Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia — adquiriram US$ 82 milhões em produtos do agronegócio mineiro no período.

Embora a receita tenha recuado 2,1%, o volume exportado cresceu 10,1%, refletindo ajustes nos preços médios dos produtos comercializados.

A Argentina respondeu por 63,2% das compras do bloco, seguida por Uruguai, Paraguai e Bolívia.

Diferentemente da União Europeia, a pauta exportadora para o Mercosul apresenta maior diversidade. O café representa 38,3% das vendas, seguido por cacau e derivados, carnes, produtos vegetais, hortaliças, tubérculos, produtos florestais e alimentos processados.

Essa característica amplia as oportunidades para a indústria agroalimentar mineira, especialmente em segmentos de maior valor agregado, como bebidas, chocolates, lácteos e cafés especiais.

Perspectiva

Mesmo diante da retração observada no primeiro quadrimestre, Minas Gerais mantém posição estratégica no comércio exterior do agronegócio brasileiro. A força do café, o avanço das exportações de carnes e a crescente diversificação da pauta exportadora reforçam a competitividade do estado e ampliam as oportunidades de crescimento em mercados internacionais cada vez mais exigentes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana