Várzea Grande
Camping Escolar reúnem paratletas de vários estados em Várzea Grande
Publicado
6 de setembro de 2025, 15:29
Mesmo padrão de avaliação aplicado para os estados do Sudeste brasileiro, foi executado durante em Várzea Grande
O ginásio poliesportivo Fiotão foi palco nesta semana, da avaliação física do Camping Escolar – Capacitação de técnicos e paratletas. Ao todo são mais de 200 pessoas, entre crianças, adolescentes que atuam nas modalidades de Tênis de Mesa, Natação, Badminton, Bocha, sendo cadeirantes ou PCDs (Pessoa com Deficiência).
Além dos professores e técnicos da Confederação Paralímpica Brasileira (CPB) os profissionais do Centro de Referência Paralímpico Brasileiro de Várzea Grande (CRPBVG), uniram esforços para trabalhar na avaliação dos alunos. Participaram as delegações de Rondônia, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás e Mato Grosso do Sul.
O superintendente de Esporte e Lazer de Várzea Grande, Edmilson Piranha, fala da parceria com a coordenação regional do CPB pela preferência por Várzea Grande. “É uma avaliação totalmente diferente do convencional, onde crianças e adolescentes que são atendidos pelos nossos programas, recebem uma atenção sobre sua evolução física. Quero enaltecer essa parceria, que envolve nossos professores e técnicos, além dos representantes da confederação que não mediram esforços para realizar essa ação aqui no Fiotão, e estamos juntos sempre”, enalteceu.
Altemir Trapp, supervisor externo da CRPBVG, destacou a importância do camping para o Município, “estamos oportunizando para crianças e adolescentes, que tem talento para se aproximar do paradesporto, por meio dos treinamentos, para conhecer essa rotina de trabalho. Ficamos gratos por Várzea Grande, pelo Estado de Mato Grosso, Universidade Federal, por trabalharmos em cooperação para promover o nicho que é o Camping Escolar”, indagou Altemir.
Hugo Suzuki, coordenador do Camping Regional, informou que o mesmo padrão de avaliação aplicado para os estados do Sudeste brasileiro, foi executado durante os dias dessa semana em Várzea Grande, “a avaliação é importante tanto para os profissionais, quanto para os iniciantes nas modalidades paradesportivas. Essa avaliação vai muito além de mostrar as potencialidades dos paratletas que vamos revelar para uma futura paralimpíada”, pontuou Hugo.
PELA PRIMEIRA VEZ – Devido ao quantitativo de paratletas, Mato Grosso foi escolhido para realizar a avaliação tanto em Cuiabá como no município de Várzea Grande. Ao todo foram 30 alunos e três professores e técnicos, além de um fisioterapeuta do CRPVG.
O Camping Escolar Paralímpico é idealizado e realizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro desde 2018 e tem como objetivo proporcionar a jovens paratletas, com idade entre 12 e 17 anos, selecionados a partir das Paralimpíadas Escolares, o primeiro contato com a rotina de um atleta de alto rendimento duas vezes ao ano.
Durante o projeto, além das experiências em cada modalidade, os jovens atletas são submetidos às avaliações físicas, têm acompanhamento multidisciplinar e assistem a palestras relacionadas à rotina de alto rendimento. Os atletas que participam do Camping, além de cumprirem todas as atividades propostas pelos técnicos do CPB e das Confederações, têm a responsabilidade de disputar competições regionais ou nacionais de suas modalidades ao longo do ano.
Várzea Grande
Cinema imersivo leva história de Várzea Grande a alunos da rede municipal
Publicado
13 de agosto de 2026, 17:00
Os alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Honorato Pedroso de Barros participaram, nesta quinta-feira (13), de uma sessão especial de cinema imersivo que teve como tema central o desenvolvimento e a história de Várzea Grande. A iniciativa faz parte do projeto “Planetário e Cinema Imersivo na Escola”, que utiliza projeções em 360 graus, som tridimensional e efeitos sensoriais para colocar o espectador no centro dos acontecimentos.
De acordo com a coordenadora de Programas e Projetos da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Smecel), Leyze Grecco, o projeto será desenvolvido no município até o dia 25 de setembro e contemplará quatro escolas da rede pública, beneficiando cerca de 2 mil estudantes.
“Essa atividade diferenciada proporciona a muitos estudantes o acesso à cultura e à tecnologia, uma vez que muitos ainda não tiveram a experiência de assistir a um filme de cinema, muito menos com essa tecnologia. Esse projeto vai transformar o olhar que as crianças têm sobre o universo em que vivem, desenvolvendo o sentimento de pertencimento, além de estimular a autonomia, o interesse científico e o reconhecimento de seu papel como cidadãos”, destacou.
Segundo o organizador da iniciativa, Umberto Magalhães, o formato itinerante busca aproximar a ciência e a tecnologia da rotina dos estudantes de maneira interativa.
“O projeto foi criado para integrar essa experiência ao contexto pedagógico e ampliar o acesso dos estudantes à ciência, à cultura e à tecnologia. Quando o aluno deixa de apenas ouvir uma explicação e passa a vivenciar o conteúdo em 360 graus, o aprendizado se torna mais significativo”, explicou.
Ele ressalta ainda que a proposta contribui para descentralizar o acesso a equipamentos culturais e científicos na região.
“Nem todos os estudantes têm a oportunidade de visitar um planetário, um museu ou um centro de divulgação científica. Com o projeto, é o planetário que vai até a escola e oferece gratuitamente uma experiência educativa de alto impacto”, completou.
A aluna do 3º ano, Ariely Stefanie Santos, participou da sessão de cinema imersivo e destacou como uma das partes mais interessantes do documentário o momento em que foram retratadas as igrejas de Várzea Grande.
“Não conhecia a história das igrejas e fiquei surpresa ao ver como elas eram no passado”, contou.
Já o aluno Lorenzo Pereira, também do 3º ano, disse que gostou especialmente do período que marcou o início da fundação de Várzea Grande e a relação com a Guerra do Paraguai.
Após a sessão, os alunos participaram de uma roda de conversa para compartilhar as experiências proporcionadas pelo cinema imersivo e comentar os fatos que mais chamaram a atenção durante a apresentação do documentário.
O cinema
A estrutura do cinema é composta por um domo inflável com projeção imersiva e equipamentos de som surround, transformando o espaço escolar em uma sala de cinema digital.
O projeto é realizado pelo Infinitte Planetário e Imersão, por meio do Sistema Nacional de Cultura e da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), via Edital “Chão de Arte”, com apoio da Prefeitura de Várzea Grande e do Ministério da Cultura.
Criado em Várzea Grande em 2013, o Infinitte Planetário iniciou suas atividades públicas em 2014. Desde então, o projeto já alcançou mais de 150 mil pessoas em Mato Grosso, passando por escolas, centros comunitários e eventos culturais.
Agenda de apresentações
18 de agosto (terça-feira) – EMEB Aristides Pompeo de Campos
Endereço: Rua E, Quadra 22, s/n – Bairro Cidade de Deus.
18 de setembro (sexta-feira) – EMEB Júlio Corrêa
Endereço: Rua Afrânio Amaral, s/n – Bairro Residencial São Mateus.
25 de setembro (sexta-feira) – EMEB Professor Alino Ferreira de Magalhães
Endereço: Avenida Verdão, 1067 – Bairro Jardim Maringá.
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