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Massey Ferguson é eleita a marca de máquinas agrícolas mais bem avaliada no Brasil

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A Massey Ferguson, reconhecida no mercado agrícola brasileiro, conquistou pela segunda vez o primeiro lugar no ranking de satisfação dos concessionários de máquinas agrícolas, segundo a 29ª Pesquisa de Relacionamento com as Marcas, realizada pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O levantamento avalia o grau de satisfação das concessionárias em diversos aspectos da parceria com as montadoras, destacando a marca como referência em geração de valor e apoio comercial.

Índices de desempenho que garantem a liderança

A pesquisa evidenciou o desempenho superior da Massey Ferguson em dois índices principais:

  • Índice de Valor: avalia a rentabilidade e a sustentabilidade do negócio junto às concessionárias;
  • Índice de Parceria Comercial: mede o relacionamento e o suporte oferecido pela marca às suas revendas.

Em ambos os critérios, a marca superou a média do setor de máquinas agrícolas, consolidando sua posição de liderança no mercado.

Reconhecimento do mercado e compromisso com concessionárias

Segundo Kellen Bormann, diretora de Vendas da Massey Ferguson, o resultado reflete o compromisso da marca em manter relações sólidas com a rede de concessionárias:

“A satisfação da rede é fundamental para continuarmos atendendo os agricultores brasileiros com excelência, oferecendo inovação, suporte técnico e condições que favoreçam a rentabilidade dos negócios.”

Luciano Luchini, presidente da Associação Nacional dos Distribuidores Massey Ferguson (Unimassey), reforça a importância da parceria:

“A liderança da Massey Ferguson mostra que estamos alinhados a uma marca que investe em inovação, competitividade e soluções que fazem diferença no campo e no dia a dia das concessionárias.”

Sobre a pesquisa Fenabrave

Criada em 2003, a pesquisa da Fenabrave é considerada um dos principais termômetros de satisfação das concessionárias no Brasil. O estudo avalia questões como rentabilidade, suporte financeiro, gestão de vendas, marketing, pós-vendas, disponibilidade de peças e treinamentos, fornecendo uma visão abrangente do relacionamento entre montadoras e revendas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Lideranças alertam que crédito recorde é ineficiente sem juros menores e seguro rural

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O anúncio do Plano Safra 2026/27, marcado para a próxima terça-feira (30.06), chega ao produtor rural em meio a um clima de ceticismo. Enquanto o governo federal projeta um volume recorde entre R$ 570 bilhões e R$ 652 bilhões, as lideranças do setor alertam que, em um cenário de juros elevados e margens de lucro espremidas, o montante nominal importa menos do que a efetividade das taxas de equalização. O que o campo busca não é apenas liquidez, mas uma estratégia de sobrevivência que contemple o endividamento acumulado nos últimos ciclos.

Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o plano precisa ir além do anúncio de “recordes” orçamentários. A crítica central das bancadas é que o governo carece de uma visão estrutural de longo prazo: enquanto o custo de capital subiu, a subvenção ao seguro rural foi tratada como variável de ajuste orçamentário. Sem proteção contra intempéries, o crédito acaba financiando o risco, e não a produtividade, perpetuando o ciclo de inadimplência que já preocupa o Banco Central.

A Aprosoja Mato Grosso ecoa o descontentamento com a falta de previsibilidade. Para a entidade, de nada adianta um volume robusto se as linhas de investimento — essenciais para armazenagem e modernização — permanecerem travadas ou de difícil acesso para o médio produtor. O setor produtivo aponta que a paridade de importação e os custos de produção em patamares históricos exigem que o Plano Safra seja, antes de tudo, um instrumento de competitividade internacional, e não uma peça de marketing político que ignora a realidade técnica das fazendas.

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Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Engenheiro Agrônomo Isan Rezende (foto), o setor está diante de uma encruzilhada. “O governo insiste em focar no volume total de crédito como se isso, por si só, garantisse a estabilidade da safra, mas esquece que o custo desse dinheiro tornou-se proibitivo para grande parte dos produtores. Não precisamos de um recorde de bilhões disponíveis se as taxas de juros não forem condizentes com a realidade de um setor que, nos últimos dois anos, foi duramente atingido por quebras climáticas sucessivas e pela volatilidade dos preços internacionais. O produtor hoje precisa de fôlego, não de novos passivos impagáveis”, afirmou Rezende.

“O agronegócio não pode ser tratado como um setor auxiliar que recebe atenção apenas quando a balança comercial precisa de socorro. Precisamos que o Plano Safra 2026/27 venha acompanhado de uma política clara de renegociação de dívidas e de um comprometimento real com o Seguro Rural. Sem isso, estamos apenas postergando um colapso financeiro que vai atingir desde o pequeno produtor até a economia das cidades que dependem diretamente do sucesso da nossa safra”, disse Isan.

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“A nossa expectativa é de que, no dia 30, o anúncio não seja apenas um conjunto de números desenhado pela Fazenda para cumprir calendário. Queremos ver, de fato, a implementação de uma estratégia que proteja a nossa capacidade de investimento. Se o governo continuar tratando a equalização como um gasto primário e não como o investimento estratégico que é, estaremos condenando o próximo ciclo a uma estagnação perigosa. O agronegócio é o motor que mantém o Brasil respirando, e ele exige o respeito de ser tratado com política econômica técnica, e não com medidas paliativas que não resolvem o gargalo do custo do crédito na ponta”, concluiu o presidente do Instituto do Agronegócio.

Fonte: Pensar Agro

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