Política Nacional

Comissão aprova projeto que incentiva hortas escolares e coletivas

Publicado

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que articula a educação ambiental com a educação alimentar, por meio da criação de hortas escolares e coletivas. O texto altera a Lei da Política Nacional de Educação Ambiental.

A comissão aprovou o parecer do relator, deputado Pastor Gil (PL-MA), para o Projeto de Lei 4075/24, da deputada Fernanda Pessoa (União-CE), e um apensado. O relator unificou as duas propostas em um substitutivo, que determina:

  • o fomento à articulação entre educação ambiental e alimentar como objetivo fundamental da educação ambiental;
  • a criação de hortas escolares como foco de atuação das escolas, inseridas nas atividades de estudos, pesquisas e experimentações; e
  • a inclusão dessas ações na Campanha Junho Verde, para fomentar práticas que articulem a sustentabilidade socioambiental a hábitos alimentares saudáveis, por meio da disseminação de hortas coletivas.

“A criação de hortas escolares já faz parte das atividades vinculadas à educação ambiental, sendo a sustentabilidade um dos seus princípios básicos”, disse Pastor Gil. “Cabe ao poder público local implementar tais projetos”, ressaltou ele.

Leia mais:  Câmara aprova proposta que moderniza Lei das Sociedades Anônimas do Futebol

A deputada Fernanda Pessoa, autora da proposta original, explica que “essas hortas deverão aliar educação, alimentação saudável e desenvolvimento sustentável, formando uma geração consciente sobre a própria saúde e o meio ambiente”.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

Comentários Facebook
publicidade

Política Nacional

Três senadores concorrem ao cargo de deputado; quatro buscam a suplência

Publicado

selo_eleicoes_claro.jpg

Três senadores concorrem a cargos no Legislativo neste ano, mas fora do Senado: dois buscam o cargo de deputado federal e uma senadora tenta a vaga de deputada estadual.

Izalci Lucas (PL-DF) e Roberta Acioly (Republicanos-RR) são candidatos à Câmara dos Deputados. Já Mara Gabrilli (PSD-SP) concorre a uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Os três estão na reta final de seus mandatos, que terminam em 31 de janeiro de 2027.

Suplência

Além disso, há quatro senadores, também em fim de mandato, que disputam a eleição deste ano como candidatos a suplente de senador:

  • Daniella Ribeiro (PP-PB) concorre na Paraíba na chapa de Nabor Wanderley (Republicanos). Nabor é pai do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta;
  • Dra. Eudócia (PSDB) concorre em Alagoas na chapa de Marina JHC (PSDB). Marina é casada com o filho de Dra. Eudócia, o ex-prefeito de Maceió João Henrique Caldas, conhecido como JHC;
  • Jader Barbalho (MDB) concorre no Pará na chapa do filho, Helder Barbalho (MDB), que foi governador desse estado até abril deste ano;
  • Nelsinho Trad (PSD) concorre em Mato Grosso do Sul na chapa de Reinaldo Azambuja (PL), que já foi governador desse estado. 
Leia mais:  Câmara aprova MP com reajuste para forças de segurança do Distrito Federal; texto vai ao Senado

Mudança de estado

Também há duas ex-senadoras que tentam voltar ao Senado, mas por estados diferentes daqueles que representaram em mandatos anteriores.

São Marina Silva (Rede), que foi senadora pelo Acre entre 2003 e 2011, e Simone Tebet (PSB), que atuou no Senado entre 2015 e 2023 representando Mato Grosso do Sul.

Desta vez, ambas são candidatas pelo estado de São Paulo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana