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ABCZ leva avanços do melhoramento genético à Convenção de Vendas da CRV Lagoa

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O melhoramento genético e seus efeitos na produção de carne bovina foram tema central da Convenção de Vendas 2025 da CRV Lagoa, realizada em Botucatu (SP). A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) marcou presença no evento, compartilhando conhecimento técnico e perspectivas de mercado com os participantes.

Mesa-redonda debate futuro da genética de corte

Ricardo Abreu, Gerente de Fomento dos Programas de Melhoramento Genético da ABCZ, integrou a mesa-redonda “O futuro do mercado de genética de corte”, ao lado de outros especialistas. Durante a discussão, ele abordou a aplicação prática do melhoramento genético no campo e seus impactos na produtividade e lucratividade dos criatórios.

“Fiquei lisonjeado pelo convite da CRV Lagoa e por poder interagir com 110 consultores de vendas sobre um tema que vivenciamos diariamente no campo. Agradeço à equipe da central de genética pela oportunidade”, afirmou Abreu.

Participação da ABCZ fortalece estratégias comerciais

Para a CRV Lagoa, a presença da ABCZ foi estratégica. O conhecimento técnico trouxe subsídios importantes para a equipe comercial, auxiliando no planejamento de vendas e no entendimento do progresso genético aplicado à pecuária de corte.

“A presença da ABCZ é fundamental em nossos eventos. Ter o Ricardo conosco, trazendo informações e compartilhando conhecimento, enriqueceu o debate sobre o futuro e o mercado de melhoramento animal. A mesa-redonda destacou caminhos importantes para a nossa atuação daqui para frente”, destacou Delmiro Rodrigues, Gerente de Mercado Corte da CRV Lagoa.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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