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Bolsas da China fecham estáveis com bancos em alta e tecnologia em leve queda

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As bolsas chinesas encerraram o pregão desta terça-feira (23) praticamente estáveis, com o avanço das ações bancárias equilibrando a pressão das empresas de tecnologia, que registraram realização de lucros após forte valorização neste ano.

Desempenho dos principais índices

O índice SSEC, de Xangai, caiu 0,18%, fechando aos 3.821 pontos. O CSI300, que reúne as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,06%, atingindo 4.519 pontos.

Em Hong Kong, o Hang Seng teve queda de 0,7%, encerrando a sessão em 26.159 pontos.

Bancos impulsionam o mercado, tecnologia recua

As ações do setor bancário se destacaram no pregão, avançando 1,6% e liderando os ganhos em Xangai. Por outro lado, empresas ligadas à inteligência artificial tiveram queda de 3%, reduzindo parte da valorização acumulada de 64% ao longo de 2025.

Analistas do mercado apontam que o desempenho das ações chinesas segue muito influenciado por decisões de política macroeconômica. Até o momento, as medidas anunciadas não atenderam completamente às expectativas dos investidores.

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Cautela após pronunciamento dos reguladores

O sentimento do mercado ficou contido depois de uma coletiva de imprensa dos principais reguladores financeiros realizada na segunda-feira (22), que não trouxe novas iniciativas de estímulo econômico.

Cenário das bolsas da Ásia-Pacífico

Outras praças asiáticas apresentaram resultados mistos nesta terça-feira:

  • Tóquio (Nikkei): pregão fechado.
  • Seul (Kospi): alta de 0,51%, a 3.486 pontos.
  • Taiwan (Taiex): valorização de 1,42%, a 26.247 pontos.
  • Cingapura (Straits Times): leve alta de 0,12%, a 4.302 pontos.
  • Sydney (S&P/ASX 200): avanço de 0,40%, a 8.845 pontos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pesca e aquicultura geram empregos em todo o país

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Em média, o brasileiro consome 12 quilos de pescado por ano. O número é ainda maior em alguns estados como Ceará, Pernambuco e Amazonas, onde o consumo pode passar de 40 quilos por pessoa ao ano. Esse consumo só é possível porque contamos com uma longa cadeia produtiva, que envolve pescadores industriais e artesanais, armadores de pesca, aquicultores e uma indústria robusta, responsável pelo beneficiamento.

Atualmente, são mais de 1 milhão de pescadores profissionais registrados, sendo que mais de 507 mil mulheres. Na aquicultura, apenas em Águas da União, são 1.422 contratos vigentes, que geral 4.126 empregos diretos e outros mais de 16 mil indiretos.

Esses trabalhadores são responsáveis por mais de 1.780 milhão de toneladas de pescado ao ano (águas continentais e marinhas). Na aquicultura, são mais de 3,1 milhões de toneladas ao ano. Entre os produtos mais procurados estão o camarão, a tilápia, o tambaqui e outras espécies de peixes.

Mas o setor ainda pode ser fortalecido e gerar ainda mais empregos por meio do aumento do consumo. Em entrevista recente ao programa “Bom Dia, Ministro”, do Canal Gov, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, ressaltou a importância de incentivar o consumo pescado pelos brasileiros. “Estamos trabalhando para que a população deixe de comer peixe apenas no Natal e na Semana Santa, datas em que o consumo é principalmente de espécies estrangeiras, como o bacalhau”.

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Ele também destacou a necessidade de políticas públicas para melhorar a rastreabilidade e a confiabilidade dos produtos de origem da pesca e aquicultura. “A gente precisa garantir que o pescado chegue com qualidade na mesa do nosso consumidor”.

Para o secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, a atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura tem contribuído para o reconhecimento e a valorização dos trabalhadores do setor pesqueiro. “As nossas ações se conectam para ampliar a potencialidade do mundo do trabalho da pesca artesanal, que é associado ao modo de vida, à segurança alimentar e aos aspectos éticos e raciais nos territórios pesqueiros”, declarou.

A diretora do Departamento de Aquicultura em Águas da União, Juliana Lopes, exaltou o trabalho e a dedicação de todos que trabalham na pesca e aquicultura. “Neste Dia do Trabalhador, vamos celebrar quem faz das águas o seu sustento e a sua missão. Homens e mulheres que movimentam a economia, que alimentam o Brasil e que mantêm viva a tradição da pesca e da aquicultura. Por trás de cada produção, existe dedicação, resistência, resiliência e muito amor pelo que se faz”.

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Acesse nosso Boletim e Painel da Estatística Pesqueira e Aquícola e saiba mais sobre o perfil dos trabalhadores e trabalhadoras das águas do Brasil.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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