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Krilltech leva inovação agrícola brasileira a Dubai e África do Sul em eventos internacionais

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Participação nas finais do Desafio Al Miyah em Dubai

O primeiro evento é o Desafio Al Miyah para Agricultura, promovido pela Iniciativa Mohamed bin Zayed, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A competição reúne projetos voltados ao uso sustentável da água na agricultura, com premiação de US$ 1 milhão para a solução vencedora, que será anunciada em outubro.

De 846 projetos internacionais, apenas 21 chegaram à fase final. A Krilltech participa com a tecnologia Arbolin Biogenesis, um biofertilizante exclusivo que também ajuda a conservar água no solo, mostrando o potencial brasileiro em soluções sustentáveis para o setor.

Representação oficial do Brasil no G20 DIA na África do Sul

Na semana seguinte, a Krilltech representará o Brasil no MSME Challenge, categoria Innovations for Development, dentro do G20 Digital Innovation Alliance (DIA), na Cidade do Cabo, África do Sul.

O convite para participar foi feito pelo Ministério das Relações Exteriores, reconhecendo o pioneirismo da empresa em inovação agrícola sustentável. O evento destaca tecnologias que contribuem para o desenvolvimento global do agronegócio.

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Tecnologia brasileira inovadora no agronegócio

O destaque da Krilltech é a Arbolina, produto desenvolvido em parceria com a Embrapa e a Universidade de Brasília (UnB). A solução atua na sinalização dos processos fisiológicos primários das plantas, melhorando a eficiência do crescimento e contribuindo para práticas agrícolas mais sustentáveis.

Marcelo Rodrigues, sócio-fundador da Krilltech, celebra a participação:

“Estar entre os melhores projetos do mundo em dois eventos internacionais é histórico para a empresa e para a inovação agrícola brasileira. Mostra como a ciência nacional pode impulsionar o futuro da agricultura global.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova tecnologia reduz ruído e emissões em embarcações de pesca brasileiras

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Uma nova tecnologia está sendo testada em embarcações de pesca para reduzir ruídos e emissões durante as operações. A iniciativa é desenvolvida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e busca contribuir para a transição energética da atividade pesqueira nas regiões Sul e Sudeste do país. Em Torres (RS), representantes das instituições acompanharam uma das etapas do projeto, que prevê a adoção de tecnologias de energia limpa em embarcações utilizadas na pesca de emalhe e de arrasto.

A iniciativa utiliza motores de guincho movidos a energia elétrica e busca avaliar, na prática, os benefícios da tecnologia para os pescadores, entre eles a redução de emissões e do nível de ruído durante as operações. O projeto também considera as características das embarcações e a realidade socioeconômica das comunidades pesqueiras, com o objetivo de desenvolver soluções que possam ser incorporadas ao cotidiano dos trabalhadores.

Durante a atividade na cidade gaúcha, foram apresentados os principais resultados alcançados e as perspectivas para as próximas etapas. Um dos avanços foi a instalação de um novo equipamento na embarcação do pescador Benjamin Alves, que participou dos testes da tecnologia.

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Para o professor Federico Sucunza, um dos coordenadores do projeto, a experiência demonstra a importância da integração entre o conhecimento científico e os saberes dos pescadores para o desenvolvimento de tecnologias que atendam às necessidades reais da pesca artesanal. “Foi um desafio muito grande conseguir trazer essa tecnologia e instalar nas embarcações de pesca artesanal. Os benefícios são muitos, como a redução do ruído e das emissões, além de todo o impacto positivo que isso pode ter para o pescador”, destacou.

Segundo Federico, a participação dos pescadores no desenvolvimento e na avaliação da tecnologia foi fundamental para aprimorar a solução. “É o conhecimento do pescador que vai garantir que essa tecnologia desenvolvida na universidade seja aplicada durante o trabalho”, afirmou. O professor também ressaltou a importância da parceria entre universidade, comunidades pesqueiras e poder público. “Essa colaboração entre universidade, pesca e comunidade, junto com o apoio do Ministério da Pesca, foi fundamental”, disse.

A instalação do novo motor representa ainda um avanço na busca por melhores condições de trabalho a bordo. Entre os benefícios observados está a redução do ruído durante a operação, um aspecto destacado pelo pescador Benjamin, primeiro profissional a receber o equipamento no âmbito do projeto. Além da redução de ruídos e emissões, a iniciativa busca avaliar a viabilidade da tecnologia e sua adaptação às diferentes condições da pesca. A experiência realizada em Torres poderá contribuir para o aprimoramento dos equipamentos e para futuras ações de transição energética no setor.

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A ação está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e aos compromissos assumidos pelo Brasil relacionados às mudanças climáticas. A parceria entre o MPA e a UFJF busca contribuir para o desenvolvimento de soluções tecnológicas que promovam uma atividade pesqueira mais sustentável, reduzindo emissões e impactos ambientais sem desconsiderar as condições de trabalho e a realidade das comunidades que dependem da pesca.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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