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Sistema de Gestão FILT da VIASOFT promete reduzir até 50% dos custos operacionais no agronegócio

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O agronegócio brasileiro tem avançado rapidamente na digitalização de suas operações, e o FILT, sistema de gestão da VIASOFT, se destaca como protagonista dessa evolução. Desenvolvido para atender produtores rurais, revendas de insumos e lojas agropecuárias, o ERP 100% em nuvem permite reduzir em até 50% os custos operacionais ao centralizar compras, estoque, vendas, financeiro, emissão fiscal e receituário agronômico em um único ambiente digital.

Segundo Fábio Scabeni, CEO da VIASOFT, “O agronegócio exige decisões rápidas, baseadas em dados confiáveis. O FILT foi criado para entregar exatamente isso: uma visão clara da operação em tempo real, sem complicação”.

FILT IA+: Inteligência artificial como copiloto da gestão

O FILT IA+ é a inteligência artificial integrada ao sistema, que atua como um copiloto para gestores. Com interface conversacional e comandos por voz, a ferramenta interpreta dados operacionais em tempo real, gerando insights personalizados para áreas como financeiro, comercial, estoque e produção.

Entre as funcionalidades estão alertas sobre produtos próximos do vencimento, fluxo de caixa, inadimplência, metas de venda e oportunidades de renegociação. Tudo isso sem necessidade de integrações externas ou configurações complexas.

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Scabeni explica que os copilotos “representam uma mudança significativa na forma como empresas gerenciam suas operações, oferecendo decisões mais rápidas, seguras e assertivas”. A tecnologia combina:

  • Domínio das melhores práticas de gestão: 35 anos de experiência da VIASOFT em agronegócio, construção, combustíveis e varejo.
  • Inteligência proativa e preditiva: antecipa riscos, projeta cenários futuros e sugere soluções antes que problemas ocorram.
Casos de sucesso: resultados comprovados no campo

Agrofuturo: praticidade e automação

Para a Agrofuturo, o FILT trouxe automação, controle de estoque e receituário de forma intuitiva. Juliana Cristina Giacomo, gerente da empresa, afirma:

“O que mais nos chamou atenção no FILT foi a praticidade. É um sistema bem organizado, intuitivo e fácil de usar. Mesmo quem não tem muita familiaridade com tecnologia consegue operar com tranquilidade.”

Aduplan: segurança de dados e gestão tributária simplificada

A Aduplan, de Palotina (PR), destacou a segurança e simplicidade tributária oferecidas pelo sistema. Ruan Carlos Paludo, sócio administrador, explica:

“O ERP centraliza informações sensíveis e permite acesso seguro de qualquer lugar, eliminando riscos e complexidade na gestão fiscal. O suporte da VIASOFT foi essencial para nossa operação familiar.”

Agro Pila: agilidade e parceria estratégica

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A Agro Pila encontrou no FILT uma solução que simplifica processos e acelera rotinas. Felipe Nunes, sócio-fundador, ressalta:

“Hoje resolvemos problemas de forma prática e direta. A parceria com a VIASOFT só agrega e continuará por muitos anos.”

Segundo Scabeni, a plataforma é adaptável a diferentes portes e segmentos, integrando dispositivos de campo e chão de fábrica, agilizando processos, reduzindo erros manuais e apoiando o compliance regulatório, garantindo crescimento sustentável para empresas do agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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