Uma equipe do Grupo de Intervenção Rápida (GIR), responsável pela segurança e disciplina do Raio 8 da Penitenciária Central do Estado, impediram, na manhã desta sexta-feira (26.9), que porções de entorpecentes e um chip de telefonia chegassem às mãos de presos custodiados no local.
Durante as rondas sobre as lajes do Raio 8, a equipe policial de plantão encontrou várias trouxinhas de maconha e um chip de celular. Foram apreendidas 17 porções e ainda papel de seda usado para fazer cigarro. Os materiais foram encaminhados à direção da penitenciária.
Esta é a segunda apreensão da semana em laje do raio de segurança máxima da penitenciária em Cuiabá. Na quarta-feira (24), uma equipe do GIR impediu que 73 porções de maconha, um aparelho celular, três chips de telefonia e um cabo de energia chegassem aos presos do raio 8. A suspeita é que os itens tenham sido lançados por meio de drone.
Todos os materiais foram apresentados ao líder de plantão da penitenciária e lacrados em envelope de apreensão, sendo os entorpecentes encaminhados à Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos, da Polícia Civil.
A ampliação da rede de energia trifásica em Mato Grosso vai reduzir custos de produção, ampliar a produtividade e criar novas oportunidades de negócios para milhares de famílias da agricultura familiar. Com investimento de R$ 1,4 bilhão, o Programa MT Trifásico, lançado pelo Governo de Mato Grosso em parceria com a Energisa, busca levar energia de maior capacidade e eficiência às comunidades rurais.
Para o produtor rural Carlos Roberto Leite da Silva, que trabalha com o cultivo de café há 22 anos, na Chácara Itapejara, conhecida como Café do Produtor, na região da Linha 12, em Tangará da Serra, a ampliação da rede trifásica pode representar um divisor de águas para os pequenos produtores do Estado.
“Essa iniciativa foi de grande valia para nós e vai melhorar muito a realidade de quem mora no campo. Muitos pequenos produtores não têm condições de implantar a energia trifásica por conta dos custos. Com a rede trifásica, além de ter uma energia mais eficiente, os equipamentos utilizados também são mais baratos. Na nossa propriedade, por exemplo, com energia monofásica, precisamos fazer um investimento de R$ 18 mil. Se fosse trifásica, esse custo seria de cerca de R$ 5 mil”, explicou.
Segundo Carlos Roberto, o benefício vai muito além da redução de custos. A ampliação da rede trifásica cria condições para que produtores familiares possam investir em agroindústrias e agregar valor à produção.
“Muitos produtores que trabalham com lavouras, leite ou frutas sonham em montar uma agroindústria para produzir queijos ou processar polpas, mas encontram dificuldades por causa da energia monofásica. Para nós, que trabalhamos com a indústria do café, a energia trifásica é essencial e vai ser um divisor de águas. Essa iniciativa do Governo do Estado vai ajudar muitas famílias a crescerem e desenvolverem seus negócios”, afirmou.
O Programa MT Trifásico prevê a construção de 5 mil quilômetros de rede trifásica entre 2026 e 2030, com investimento total de R$ 1,4 bilhão, sendo R$ 700 milhões do Governo do Estado e outros R$ 700 milhões da Energisa.
A iniciativa busca ampliar o acesso à energia de qualidade nas áreas rurais, impulsionando a produção, fortalecendo pequenas agroindústrias e promovendo o desenvolvimento econômico dos municípios do interior.
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