Educação

MEC participa da posse do Conselho da Bacia do Rio Doce

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O Ministério da Educação (MEC) participou da instalação e da posse do Conselho Federal de Participação Social da Bacia do Rio Doce e Litoral Capixaba (CFPS Rio Doce), na sexta-feira, 26 de setembro. A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.  

O conselho é formado por 36 membros titulares, divididos de forma paritária entre representantes do governo e da sociedade civil.  Na cerimônia, o MEC foi representado pelo gerente de projetos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), Erin Fernandes Bueno, nomeado como conselheiro titular.  

Os conselheiros terão poder deliberativo sobre a gestão do Fundo Popular de R$ 5 bilhões destinado aos projetos das áreas atingidas nos eixos: educação; economia popular e solidária; segurança alimentar e nutricional; tecnologias sociais e ambientais; promoção do esporte e lazer, cultura e mídias locais; e defesa da terra e território.  

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Na cerimônia, o presidente Lula ressaltou que a instalação do conselho significa a aproximação e o diálogo com a população atingida. “Isso se chama governar. Mais do que governar, é cuidar, cuidar para que o dinheiro do povo seja administrado pelo próprio povo”.  

Ações do MEC – Em junho, o presidente Lula assinou o protocolo de intenções para a implantação do Hospital Universitário de Mariana, parceria entre o MEC, por meio da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), e o Ministério da Saúde. Com investimentos de mais de R$ 150 milhões do governo federal e R$ 20 milhões da prefeitura de Mariana (MG), o hospital suprirá a carência de serviços de média e alta complexidade, reduzindo o deslocamento de pacientes para outras cidades. O espaço contará com uma unidade de decisão clínica referenciada, unidades de internação para cuidados clínicos e cirúrgicos e terapia intensiva. Além disso, haverá instalações para centro cirúrgico de resposta completa, incluindo procedimentos intervencionistas periféricos em cardiologia, neurologia e cirurgia vascular.   

Representado pela Secadi, o MEC apresentou, em março, na Caravana Interministerial do Rio Doce, o Programa de Retomada Econômica (PRE) previsto no acordo, que inclui, como um dos eixos, o investimento de R$ 2 bilhões em educação, ciência, tecnologia e inovação.  

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Acordo – O Acordo Rio Doce destina R$ 132 bilhões para ações diversas, abrangendo programas de transferência de renda, recuperação de áreas degradadas, remoção de sedimentos, reassentamento de comunidades e pagamento de indenizações às pessoas atingidas. Desse total, R$ 100 bilhões serão repassados à União e aos demais entes federados e R$ 32 bilhões são de obrigação das empresas, como indenizações. Firmado em outubro de 2024, o acordo extinguiu a Fundação Renova e transferiu para o poder público a gestão dos recursos de reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão em 2015. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Grupos do PET são orientados sobre uso de recursos

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Durante o webinário, realizado nesta quarta-feira, 3 de junho, grupos do Programa de Educação Tutorial (PET) foram orientados sobre os pagamentos e o uso de recursos do programa. O encontro, promovido pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Banco do Brasil (BB) e Comissão de Prestação de Contas do PET, apresentou as etapas de operacionalização e os procedimentos necessários ao sistema, a fim de ajudar as instituições de ensino superior, as pró-reitorias responsáveis pelo PET e os professores tutores quanto à correta utilização dos recursos. A transmissão está disponível no canal do MEC no YouTube e contou com mais de 400 pessoas acompanhando ao vivo, somando os participantes da live e da plataforma de vídeo. A disponibilização na plataforma do YouTube permitirá que as orientações possam ser revistas pelas instituições, pelos tutores e pelos integrantes da comunidade PET sempre que necessário. 

“Essa gestão tem um profundo reconhecimento pelo PET e sabemos da importância que o programa tem para o processo de formação dos estudantes e de integração de ensino, pesquisa e extensão”, afirmou o secretário de Educação Superior do MEC, Marcus Vinicius David. “Por conta disso, e respondendo a uma demanda antiga das instituições, nos esforçamos muito neste ano para adiantar o pagamento de custeio do programa, que será feito ainda neste mês, garantindo que as equipes tenham tempo hábil para executar efetivamente os recursos do programa”, anunciou. 

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O webinário contou com a participação dos coordenadores de grupos do PET de várias regiões do Brasil. Na ocasião, foi divulgado o calendário de homologação do custeio pelas instituições e abordados temas como o envio das informações ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); a disponibilização dos valores por meio do Cartão-Pesquisador; as regras para uso dos recursos; as principais vedações previstas na regulamentação; e os cuidados necessários para a futura prestação de contas. 

Durante o encontro, as equipes esclareceram dúvidas sobre a data real do crédito, comprovada por extrato bancário, que funciona como marco inicial para a utilização dos recursos. Para auxiliar os grupos, o MEC também criou um FAQ com respostas às dúvidas mais comuns sobre o custeio do PET.  

Orçamento – Para 2026, está prevista a distribuição de R$ 7,4 milhões em recursos de custeio a 881 grupos do PET em todo o país. A ação integra o esforço do MEC em garantir a liberação dos recursos ainda no primeiro semestre do ano, fortalecendo o planejamento para as ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pelos grupos. 

O custeio deve ser aplicado integralmente nas atividades dos grupos PET, observadas as finalidades previstas na Resolução CD/FNDE nº 36/2013, que estabeleceu os procedimentos para creditar os valores destinados ao custeio das atividades dos grupos aos respectivos professores tutores. A sua utilização só é permitida após a efetivação do crédito no Cartão-Pesquisador.  

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PET – O Programa de Educação Tutorial, criado pela Lei nº 11.180/2005 e regulamentado pela Portaria nº 976/2010, com alterações da Portaria nº 343/2013, fomenta grupos de aprendizagem tutorial. A ação é realizada por meio da concessão de bolsas de iniciação científica a estudantes de graduação, e bolsas de tutoria a professores tutores. O programa contribui para a formação de futuros professores e pesquisadores, visando à qualidade da formação universitária e à consolidação do tripé ensino, pesquisa e extensão nas instituições de educação superior. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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