Mato Grosso

Mutirão Eleitoral retorna ao Pedra 90, em Cuiabá, para ampliar cadastramento biométrico

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A Justiça Eleitoral está de volta ao Pedra 90, uma das regiões mais populosas do Grande Coxipó, para a coleta biométrica de eleitores. O bairro recebe o mutirão eleitoral, que será realizado nas dependências da Escola Estadual Integral Professor “Rafael Rueda”. Os atendimentos ocorrerão na quinta (2) e sexta-feira (3), das 8h às 13h, e no sábado (4), das 8h ao meio-dia. A unidade escolar está localizada na terceira etapa do Pedra 90, na Avenida Integração, nº 801.

A finalidade principal é o cadastramento biométrico, mas também serão oferecidos serviços como alistamento (primeiro título), revisão, transferência, mudança de domicílio, emissão de segunda via do título de eleitor e guia de recolhimento para pagamento de multas. A ação integra a campanha Biometria 100%, coordenada pela Corregedoria Regional Eleitoral de Mato Grosso (CRE-MT), que tem como meta alcançar, ainda neste ano, pelo menos 98% de cadastramento biométrico no Estado.

O bairro é atendido pela 55ª Zona Eleitoral, assim como os bairros Pascoal Ramos, Nova Esperança, Jardim Industriário e São Sebastião, além de loteamentos como Residencial Flor de Liz, Vista da Chapada, Jardim São Paulo, Residencial Sonho Meu e Condomínio Villagio Bela Pietra. A escola foi escolhida pela localização privilegiada, centralizada e capaz de atender não apenas os moradores do bairro, mas também eleitores da região do Cinturão Verde, que enfrentam dificuldades devido à distância de cerca de 15 km até o centro de Cuiabá.

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Pedra 90

O Pedra 90 surgiu em 1994, como consequência de uma desapropriação ocorrida no Parque Cuiabá. As três primeiras etapas do bairro (Voluntários da Pátria) concentram atualmente cerca de 30 mil habitantes. Considerando os 10 bairros que compõem o polo, a população chega a 55 mil pessoas. Os dados são da União Coxipoense de Associação de Moradores (UCAM), que reúne 115 comunidades associadas.

Estrutura de atendimento

O cartório eleitoral da 55ª ZE levará para o bairro toda a estrutura necessária ao cadastramento biométrico. Serão oito servidores da Justiça Eleitoral e oito kits biométricos. Cada kit é composto por computador portátil, scanner para coleta digital, câmera, pad para assinatura e cases para ambientação e transporte dos equipamentos, padronizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com isso, eleitoras e eleitores terão acesso a praticamente todos os serviços oferecidos no cartório, mas com a vantagem de economizar tempo e dinheiro com deslocamentos. Segundo dados da Justiça Eleitoral, o Pedra 90 possui 15.788 eleitores, dos quais 13.199 (87%) já realizaram a biometria, enquanto 1.979 (13%) ainda não.

Orientações

Para ser atendido, basta levar documento oficial com foto e comprovante de endereço atualizado, que podem ser apresentados em versão física ou digital. No mutirão, o eleitor ou a eleitora já sai com o título em mãos e recebe orientação para baixar o título digital (com foto) por meio do aplicativo e-Título.

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Biometria

A biometria é um processo de identificação por meio das impressões digitais, coletadas e armazenadas pela Justiça Eleitoral. É pessoal e intransferível, garantindo que cada eleitor vote apenas uma vez e evitando que alguém se passe por outra pessoa no momento da votação.

No dia da eleição, o eleitor coloca o dedo no leitor biométrico para confirmar sua identidade e, em seguida, é liberado para votar na urna eletrônica. Além das digitais, o cadastro biométrico atualiza outros dados pessoais e a foto do eleitor, aumentando a segurança e reduzindo fraudes, como o voto múltiplo ou o uso de títulos de terceiros.

A biometria eleitoral representa um avanço tecnológico que fortalece a segurança, a confiabilidade e a inclusão no processo de votação. Ela impede duplicidade no cadastro, assegura a autenticidade do eleitor, garante agilidade na identificação, reduz filas, otimiza o tempo de votação, promove acessibilidade e aumenta a confiabilidade dos resultados das eleições.

Jornalista: Anderson Pinho

#PraTodosVerem – A imagem mostra um mutirão de atendimento da Justiça Eleitoral nas dependências da Escola Estadual Integral Professor “Rafael Rueda”. Servidores e servidoras trabalham em computadores e equipamentos de biometria para atender eleitores, enquanto pessoas aguardam e participam do processo de registro. Ao fundo, é possível ver cadeiras organizadas, iluminação profissional e a estrutura preparada para coleta de dados e fotografias.

Fonte: TRE – MT

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Mato Grosso

Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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