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IATF se destaca como estratégia para eficiência e produtividade na estação de monta 2025/2026

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A estação de monta 2025/2026 se aproxima e, com ela, a necessidade de planejamento estratégico para garantir o sucesso reprodutivo dos rebanhos de corte. Em um cenário de escassez de matrizes, preços firmes do bezerro e demanda crescente por carne bovina de qualidade, a Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) se consolida como ferramenta essencial para aumentar produtividade, padronizar lotes e elevar a eficiência econômica da pecuária.

Mercado de carne bovina impulsiona planejamento reprodutivo

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) apontam que as exportações brasileiras de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada alcançaram US$ 74,55 milhões por dia em agosto de 2025, alta de 70,1% em relação a agosto de 2024. Esse crescimento recorde evidencia a importância de estratégias reprodutivas eficientes para garantir a disponibilidade futura de bezerros, essenciais para a reposição da recria e engorda.

IATF garante eficiência e uniformidade nos rebanhos

José Luiz Moraes Vasconcelos, da Zoetis, reforça que a IATF permite aproveitar o potencial reprodutivo de todas as fêmeas, com maior uniformidade genética e bezerros nascendo no momento ideal. “Isso se traduz em mais carne, de melhor qualidade e com maior eficiência econômica”, afirma.

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O protocolo, desenvolvido com base em ampla experiência no campo e dados científicos, é validado pelo GERAR Corte, grupo técnico da Zoetis com mais de 15 anos de atuação. Com mais de 13 milhões de registros, os protocolos oferecem segurança na escolha de estratégias focadas em taxa de prenhez, desmame e retorno econômico.

Sanidade animal como fator crítico

A Zoetis alerta que o sucesso da IATF depende de manejo sanitário adequado. Vacas e novilhas em boas condições corporais e livres de verminoses respondem melhor aos protocolos. Produtos como Cydectin®, aplicados no início do protocolo, contribuem para manter a saúde e o desempenho reprodutivo dos animais.

Ciclo produtivo eficiente e lucrativo

Com protocolos bem estruturados, planejamento estratégico e suporte técnico especializado, a estação de monta 2025/2026 se torna o ponto de partida para um ciclo reprodutivo mais eficiente, padronizado e lucrativo. A IATF, assim, se confirma como um dos pilares da pecuária moderna, permitindo ao Brasil atender à demanda global por carne com qualidade e responsabilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Projeto de R$ 20 bi da Ferrogrão ganha sinal verde para ligar Sinop a Miritituba

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O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou um dos impasses mais arrastados da infraestrutura nacional ao declarar a constitucionalidade da Lei 13.452/2017, norma que reduziu os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, para permitir a implantação da Ferrogrão (EF-170). Por um placar de 9 votos a 1, o veredito joga por terra o principal obstáculo jurídico que mantinha congelado o projeto de 933 quilômetros de trilhos, planejado para ligar Sinop, no norte de Mato Grosso, ao porto fluvial de Miritituba, no Pará.

A decisão foi recebida pelo agronegócio como um marco regulatório essencial para atrair os R$ 20 bilhões em investimentos privados necessários para tirar a obra do papel. Sob a perspectiva macroeconômica, a Ferrogrão é vista como o eixo de ruptura da dependência crônica do modal rodoviário na BR-163, com potencial para reduzir em até 20% o custo do frete de commodities agrícolas, como soja e milho, ampliando a competitividade do produto brasileiro no mercado externo.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que atuou no processo, aponta que as regiões Norte e Centro-Oeste concentram atualmente cerca de 70% da produção nacional de grãos, mas os portos do Arco Norte escoam apenas 34% desse volume. A consolidação da ferrovia deve acelerar o redirecionamento desse fluxo, aliviando o gargalo logístico dos portos das regiões Sul e Sudeste, como Santos (SP) e Paranaguá (PR).

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O julgamento foi balizado pelo voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes, que rechaçou os argumentos de descumprimento de salvaguardas ambientais apresentados na ação original do PSOL. Moraes argumentou que o texto legal previu a devida compensação ecológica pela redução da unidade de conservação e destacou que o traçado ferroviário não intercepta terras indígenas homologadas, situando-se a quatro quilômetros da reserva mais próxima, a Terra Indígena Praia do Mangue.

O julgamento, que havia sido interrompido no ano passado, foi concluído com o voto do ministro Flávio Dino. Ao acompanhar o relator, Dino propôs condicionantes para a execução do projeto, determinando que qualquer alteração futura no perímetro da ferrovia não poderá afetar áreas indígenas em um raio de 250 quilômetros, além de defender que as comunidades tradicionais sejam ressarcidas ou tenham participação nos lucros caso sejam registrados impactos socioambientais imprevistos.

O único voto divergente foi do ministro Edson Fachin, que considerou inconstitucional a alteração de reservas ambientais por meio de Medida Provisória, rito utilizado na origem do projeto durante o governo de Michel Temer.

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Com o desfecho na Suprema Corte, o projeto da Ferrogrão sai da arena jurídica e ingressa na fase de viabilidade técnica. O Ministério dos Transportes informou que aguarda a conclusão da análise de modelagem de concessão e matriz de riscos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para estruturar o edital de leilão.

Lideranças do setor produtivo, como a Aprosoja Brasil, avaliam que a segurança jurídica conferida pelo STF deve acelerar o crivo da Corte de Contas, posicionando a ferrovia como um dos principais ativos de infraestrutura para captação de capital estrangeiro na América Latina nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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