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Brasil pode adiar implementação de biodiesel B16 prevista para março de 2026, alerta MME

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O cronograma oficial para elevar a mistura de biodiesel no diesel de 15% para 16% (B16) em março de 2026 pode não ser cumprido, segundo o diretor do Departamento de Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Marlon Arraes. A medida, que faz parte da política de incentivo ao uso de biocombustíveis no país, enfrenta desafios técnicos que podem atrasar sua implementação.

Estudos técnicos ainda em andamento

De acordo com Arraes, até o início do próximo ano pode não haver tempo suficiente para concluir todos os estudos necessários que garantam a viabilidade do aumento da mistura. “É possível que a gente não consiga cumprir este prazo em março, é altamente desafiador. Temos alguns passos a dar até que possamos consolidar um relatório que materialize essa realidade técnica”, afirmou durante o evento BiodieselBR, nesta segunda-feira.

Impactos e próximos passos

O adiamento, se confirmado, implicaria ajustes no planejamento da indústria e nas metas de produção e consumo de biodiesel no país. O MME segue avaliando a situação e desenvolvendo análises detalhadas para garantir que o aumento da mistura seja seguro e tecnicamente viável antes da implementação.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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