Agro News

CV Nelore Mocho realiza 86º leilão com 200 touros de alta genética

Publicado

A CV Nelore Mocho anunciou a 86ª edição do tradicional leilão “De Olho na Fazenda 2025”, que ocorrerá entre os dias 22 e 28 de outubro. O evento é aguardado por pecuaristas de todo o Brasil e oferece uma oportunidade estratégica para aquisição de touros de alto padrão genético.

200 touros da safra 2023 com preços fixos

O leilão contará com 200 touros da safra 2023, disponibilizados na modalidade de preços fixos, proporcionando previsibilidade e segurança aos compradores. Esta estratégia visa facilitar a aquisição de reprodutores que contribuem para o progresso genético e a rentabilidade dos rebanhos.

Entre os dias 22 e 27 de outubro, os animais serão oferecidos com preços fixos. Já no dia 28, os touros não comercializados terão uma nova chance de venda em leilão especial.

Condições especiais de pagamento e logística facilitada

A CV Nelore Mocho disponibiliza condições atrativas de pagamento: parcelamento em 14 vezes (2+2+10) ou desconto de 8% para pagamento à vista. O frete também será compartilhado com o comprador para diversas regiões do país, garantindo facilidade na logística.

Leia mais:  MSD Saúde Animal supera R$ 2,1 bilhões no Brasil e aposta em tecnologia e prevenção para impulsionar o agronegócio e o mercado pet
Transparência e confiança na compra de genética de ponta

Carlos Viacava, titular da CV Nelore Mocho, destaca que o formato de vendas tem sido bem recebido pelos clientes. “Nossa prioridade é entregar animais que contribuam diretamente para o melhoramento genético e a produtividade dos rebanhos brasileiros”, afirma.

Leilão transmitido ao vivo pelo Canal do Boi

O evento será transmitido nacionalmente pelo Canal do Boi, permitindo que pecuaristas de diferentes regiões participem ativamente. As vendas serão conduzidas pelas leiloeiras Leilosul e Connect Leilões, reconhecidas por credibilidade e profissionalismo no mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Setor produtivo e bancos vão travar batalha de R$ 130 bilhões semana que vem no Senado

Publicado

A votação do projeto de lei que autoriza a renegociação de dívidas rurais, prevista para a próxima quarta-feira (10.06), tornou-se o ponto central das articulações do setor produtivo em Brasília. Enquanto entidades que representam o campo — como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e associações de produtores como a Aprosoja — intensificam o trabalho junto ao parlamento para assegurar a aprovação do texto com condições viáveis de pagamento, o sistema bancário iniciou uma ofensiva para limitar o alcance da medida.

O setor produtivo argumenta que a renegociação é uma necessidade estratégica para a manutenção da atividade agropecuária no País, diante de um cenário de custos elevados e margens apertadas. A proposta defendida pelos produtores busca um fôlego financeiro essencial para o setor, com prazos de pagamento mais longos e taxas de juros controladas, garantindo que o ciclo produtivo não seja interrompido por desequilíbrios financeiros conjunturais. A mobilização, organizada pelas redes sociais, reflete o peso do setor na economia nacional e o temor de que o crédito rural sofra uma contração ainda maior sem a reestruturação dos passivos.

Leia mais:  MSD Saúde Animal supera R$ 2,1 bilhões no Brasil e aposta em tecnologia e prevenção para impulsionar o agronegócio e o mercado pet

Do outro lado, as instituições financeiras, representadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e pela Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Fin), buscam apresentar um substitutivo. O sistema bancário argumenta que a amplitude do projeto original, aprovado em comissão na semana passada, poderia gerar riscos à segurança jurídica e à previsibilidade do crédito. A proposta dos bancos para “calibrar” o projeto inclui travar o benefício a um teto de R$ 10 milhões por CPF, restringir o escopo a dívidas de 2024 em diante e reduzir drasticamente o período de suspensão de vencimentos.

A disputa técnica centra-se no impacto financeiro e na governança dos contratos. Enquanto os bancos alegam complexidade operacional e riscos de “estímulos indevidos à inadimplência” com os prazos de até 13 anos e juros de 7,5%, os representantes do campo defendem que as regras de enquadramento devem ser amplas o suficiente para atender quem realmente precisa, excluindo apenas situações sem relação direta com a atividade econômica financiada.

A articulação política no Senado segue intensa. O setor produtivo aguarda a definição da pauta para esta semana, ciente de que o texto final poderá sofrer ajustes para acomodar as pressões do sistema bancário, mas mantendo a defesa de que a funcionalidade do sistema de crédito rural não deve ser usada como pretexto para impedir o socorro necessário ao produtor que movimenta a economia brasileira.

Leia mais:  Suspensão da sessão do Comitê Intergovernamental sobre poluição por plásticos - Nota conjunta - MRE/MMA/MDIC

Fonte: Pensar Agro

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana