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RS projeta aumento de 57% na produção de soja na safra 2025/2026, aponta Emater/RS-Ascar

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O plantio da soja no Rio Grande do Sul segue lento, apesar da abertura do período recomendado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar.

O ritmo da semeadura está condicionado a fatores como:

  • Prioridade para outras culturas, como milho e arroz;
  • Adiamento intencional para evitar períodos de menor precipitação;
  • Limitações de crédito enfrentadas pelos produtores.
Tempo seco favorece preparo do solo

As condições de tempo seco têm contribuído para o preparo do solo e a dessecação das coberturas vegetais, permitindo que os produtores organizem maquinário e logística para iniciar a semeadura de forma mais eficiente nos próximos dias.

Pequenas áreas já foram implantadas nas regiões da Fronteira Oeste, Missões, Noroeste e Região Central, apresentando emergência normal e vigor inicial adequado.

Perspectiva de recuperação produtiva

Para a safra 2025/2026, os dados preliminares indicam recuperação significativa da produção. A produtividade média está estimada em 3.180 kg/ha, com área cultivada de 6.742.236 hectares, representando ligeira redução de 0,8% em relação ao ciclo anterior.

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A produção total prevista é de 21.440.133 toneladas, o que significa alta de 57,14% em comparação à safra 2024/2025. A leve redução da área plantada é atribuída a preços abaixo da média histórica e custos elevados de seguros agrícolas.

Desempenho da safra anterior

Na safra 2024/2025, a soja enfrentou fortes perdas, principalmente na Metade Oeste do Estado, com produtividade média de 2.009 kg/ha em 6.796.916 hectares, totalizando 13.643.936 toneladas produzidas.

O cenário atual indica, portanto, uma recuperação robusta da cultura, desde que as condições climáticas e financeiras permaneçam favoráveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportação de pintos de um dia entre Brasil e Suriname avança em negociações sanitárias e abre novo mercado para avicultura

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Brasil e Suriname discutem expansão do comércio agropecuário

A exportação de pintos de um dia ganhou destaque na agenda bilateral entre o Brasil e o Suriname durante reunião realizada nesta terça-feira (26), em encontro entre o ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil, André de Paula, e o ministro da Agricultura, Pecuária e Pesca do Suriname, Mike Noersalim.

Segundo o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Luis Rua, o Brasil aguarda o envio dos requisitos sanitários por parte do Suriname para avançar no processo de habilitação e ampliar o fornecimento de material genético avícola ao país sul-americano.

Abertura de mercado pode fortalecer avicultura surinamesa

De acordo com o MAPA, a possível abertura representa uma oportunidade estratégica para o desenvolvimento da avicultura no Suriname, com acesso a genética avícola brasileira reconhecida internacionalmente por sua produtividade e qualidade sanitária.

A exportação de pintos de um dia é considerada um segmento sensível e de alto valor agregado dentro da cadeia avícola, especialmente por envolver padrões rigorosos de sanidade animal e rastreabilidade.

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Cooperação técnica e sanitária entra na pauta bilateral

Além do tema avícola, a reunião também abordou a ampliação da cooperação técnica e sanitária entre os dois países. Entre os assuntos discutidos estiveram:

  • Exportação de carnes brasileiras
  • Controle da mosca-da-carambola
  • Combate à vassoura-de-bruxa da mandioca
  • Parcerias em genética vegetal e animal
  • Produção de maracujá
  • Regularização das importações de arroz brasileiro

O objetivo é ampliar a integração agropecuária e fortalecer ações conjuntas de defesa sanitária e desenvolvimento produtivo.

Comércio agropecuário quase dobra em dez anos

O fluxo comercial do agronegócio entre Brasil e Suriname apresentou crescimento expressivo na última década.

O valor do comércio passou de US$ 26,7 milhões em 2016 para cerca de US$ 54,9 milhões em 2025, quase dobrando no período.

Entre os principais produtos exportados pelo Brasil ao mercado surinamês estão:

  • Carne de frango in natura
  • Preparações de carne
  • Óleo de soja refinado
  • Alimentação infantil
  • Café solúvel
Perspectivas para o agronegócio

Com o avanço das negociações sanitárias e a ampliação da cooperação técnica, a tendência é de fortalecimento das relações comerciais entre os dois países.

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A abertura para exportação de pintos de um dia pode consolidar o Brasil como fornecedor estratégico de genética avícola para o Suriname, ao mesmo tempo em que impulsiona a modernização da produção local.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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