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BC mantém juros elevados e crédito segue restrito para o agronegócio

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O Banco Central manteve a taxa básica de juros (Selic) em 15% ao ano na reunião desta quarta-feira (05.11), o maior patamar dos últimos 20 anos. Segundo especialistas, essa decisão tem pesado especialmente sobre o setor agropecuário, que representa quase um terço da produção nacional.

Com os juros altos, bancos e cooperativas têm reduzido os recursos disponíveis para o custeio das lavouras e para investimentos em máquinas, estrutura e tecnologia. Só na safra 2025/26, o volume de crédito caiu mais de 20% para despesas do dia a dia do campo, e quase 45% para investimentos de longo prazo. O acesso ao dinheiro está mais difícil e caro.

No campo, muitos estão sendo obrigados a renegociar dívidas ou prolongar contratos, esperando que o mercado melhore. Especialistas alertam que prolongar demais esse tipo de operação pode virar uma armadilha: o risco de inadimplência está subindo e já ultrapassa 5% em algumas regiões, trazendo preocupação com a saúde financeira do setor. Quem depende do sistema bancário está mais vulnerável e precisa agir antes que a situação piore.

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Além do impacto imediato na safra atual, o crédito caro traz reflexos para os próximos anos, limitando a capacidade do produtor de investir e inovar. Para evitar dores de cabeça, o conselho dos especialistas é: analisar cuidadosamente cada contrato, buscar reestruturação real das dívidas (não apenas alongamento) e pedir apoio profissional para avaliar as melhores opções. Procurar cooperativas ou linhas de crédito com juros mais moderados pode fazer diferença.

A mensagem central é de cautela e atenção às finanças. A estabilidade do agro depende de planejamento, conhecimento dos custos e alinhamento das decisões ao cenário de juros altos e crédito restrito. Ficar atento agora é o melhor caminho para atravessar essa fase com o negócio em ordem e evitar problemas maiores na frente.

Fonte: Pensar Agro

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Aprenda a fazer ostras gratinadas de forma rápida e prática

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Essa receita leva apenas 15 minutos e utiliza ingredientes cremosos que combinam perfeitamente com o sabor do mar. 

Ingredientes (para 6 ostras) 

  • 6 ostras frescas 

  • 2 colheres de sopa de requeijão cremoso 

  • 2 colheres de sopa de creme de leite 

  • 1 colher de chá de manteiga 

  • 1/2 alho-poró cortado em rodelas bem finas (opcional) 

  • Queijo parmesão ralado a gosto (para cobrir) 

  • Sal grosso (apenas para firmar as conchas na assadeira) 

Modo de Preparo

  1. Prepare as conchas: Em uma panela com dois dedos de água, coloque as ostras, tampe e deixe no fogo por cerca de 5 minutos até que se abram. 

  1. Limpeza: Retire as ostras do fogo. Descarte a concha superior (a mais plana) e mantenha a ostra na concha mais funda. 

  1. Faça o creme: Em uma frigideira pequena, derreta a manteiga e refogue o alho-poró até murchar. Desligue o fogo, adicione o creme de leite e o requeijão cremoso. Misture bem até formar um creme liso. 

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  1. Montagem: Em uma assadeira, faça uma cama de sal grosso (isso ajuda a equilibrar as conchas para o molho não derramar). Acomode as ostras, cubra cada uma com uma porção do creme e polvilhe generosamente com queijo parmesão ralado. 

  1. Gratinar: Leve ao forno preaquecido a 200 ºC por cerca de 10 minutos, ou até que o queijo esteja dourado e borbulhante 

 

Cultivo das ostras

A produção de ostras no Brasil (ostreicultura) é o ramo da aquicultura dedicado ao cultivo de ostras em ambientes aquáticos controlados ou manejados, que envolve a produção de ostras desde a obtenção de sementes (juvenis) até o seu crescimento e engorda para comercialização. 

 A ostreicultura vem se consolidando como uma alternativa econômica sustentável para as comunidades do litoral sul do Rio Grande do Norte. O estado se destaca como o maior produtor de ostras nativas do Brasil, de acordo com dados do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), que se adaptam a águas mais quentes e valorizam o seu sabor intenso.  

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 Já na região Sul, cidades como Florianópolis (conhecida como a capital nacional da ostra), Palhoça, Bombinhas e Penha possuem águas com temperaturas ideais para o crescimento rápido das ostras do Pacífico. O processo, em Santa Catarina não depende do extrativismo na natureza, as “sementes” (minúsculos moluscos) de ostras são produzidas em laboratórios especializados, como os da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e vendidas para os produtores.  

 A ostreicultura segue se consolidando como uma importante fonte de renda para as comunidades locais, promovendo o desenvolvimento econômico e ambientalmente sustentável. 

Élen Gorski

Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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