Mato Grosso

Polícia Militar prende cinco pessoas com armas de fogo e munições em Paranaíta

Publicado

Quatro homens e uma mulher foram presos pela Polícia Militar pelos crimes de posse e porte ilegal de arma de fogo, neste domingo, na zona rural do município de Paranaíta. Os suspeitos foram flagrados com duas armas de fogo e munições, dentro de um carro, além de objetos sem procedência, que foram apreendidos pela PM.

A equipe policial da cidade estava em apoio a uma fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e fazia trabalho de barreira policial na rodovia MT-206, em uma região conhecida como Quinta do Sol. Durante o trabalho, os militares pararam um veículo Fiat Mobi ocupado por cinco pessoas.

Na abordagem, os ocupantes do carro apresentaram comportamento estranho, que motivou a busca minuciosa no veículo. Dentro do Mobi, os militares encontraram um revólver de calibre .38, uma espingarda de calibre 16 e munições e cartuchos para o armamento. Também foram localizadas três máscaras balaclava e alguns mantimentos.

Questionados sobre o que faziam na região, os suspeitos alegaram que estavam pescando no rio Apiacás. Sobre as armas de fogo, nenhum abordado se apresentou como proprietário e também não apresentou documentação de porte dos objetos.

Leia mais:  Corpo de Bombeiros presta socorro a estudante de 11 anos após mal súbito em escola

Diante da situação, todo o grupo recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia mais próxima para registro da ocorrência e todas as demais providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Publicado

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia mais:  Saiba como se cadastrar para receber alertas da Defesa Civil no seu celular

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana