Mato Grosso

Ipem-MT amplia alcance de serviços de verificação de grãos com novo laboratório móvel

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O Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem-MT) está reforçando as ações de fiscalização no setor agrícola com o uso do novo laboratório móvel para verificação de medidores de umidade de grãos. O veículo representa um avanço na atuação técnica do Instituto, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

A van permite que os ensaios metrológicos, antes restritos ao laboratório da sede do Ipem-MT, sejam realizados de forma itinerante, aproximando o serviço das principais regiões produtoras do Estado. A medição correta da umidade da soja é um fator essencial para determinar o peso e a qualidade do produto, assegurando negociações mais justas e evitando prejuízos tanto para produtores quanto para os compradores.

A primeira participação do laboratório móvel ocorreu durante o evento Armazena Nortão, em Sorriso, onde foi apresentado oficialmente ao público, no dia 03 de novembro. A unidade móvel já percorreu diversos municípios, como Sorriso, Sinop, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Ipiranga do Norte, Boa Esperança e Nova Ubiratã.

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De acordo com o coordenador da Agência do Distrito Industrial (Carga Perigosa) do Ipem-MT, Tony Hudson Pinheiro Ramos, a iniciativa reforça o compromisso do Instituto em promover inovação e atender com qualidade as demandas do setor produtivo mato-grossense.

“Com a van-laboratório, conseguimos levar nossos serviços a diferentes regiões do estado, oferecendo maior suporte técnico aos produtores e fortalecendo o controle metrológico no campo”, destacou.

*Sob supervisão de Yasmim Di Berti

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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