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Inauguration of the Global Ethical Stocktake Pavilion at COP30

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Today, November 12th, at 5 p.m., the Brazilian government will inaugurate the Global Ethical Stocktake (GES) Pavilion in the Blue Zone of COP30, in Belém. The space marks one of the final stages of the initiative, which represents one of the four leadership circles of COP30, aimed at mobilizing key sectors that can contribute to priority issues for the conference.

The GES seeks to inspire reflection through ethics and culture on how far humanity has progressed and what actions are still needed to keep the planet from exceeding 1.5°C of average warming above pre-industrial levels, the central goal of the Paris Agreement. Led by Brazilian President Luiz Inácio Lula da Silva and UN Secretary-General António Guterres, the initiative is being implemented by Brazil’s Ministry of the Environment and Climate Change.

Inspired by the first Global Stocktake of the Paris Agreement, concluded at COP28 in Dubai, the GES builds on the consensus reached by nearly 200 nations to triple renewable energy capacity, double energy efficiency, halt deforestation, and pave the way for a fair, orderly, and equitable phase-out of fossil fuels.

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Over the past months, the GES has brought together authorities, Indigenous and traditional leaders, policymakers, religious and spiritual figures, scientists, civil society representatives, activists, and artists, among others, through six regional dialogues held across all continents. They explored pathways for achieving an ecological transformation, emphasizing that while technical solutions already exist, what remains lacking is the ethical commitment to put them into practice.

Expected speakers include:

•⁠ ⁠Minister of the Environment and Climate Change of Brazil, Marina Silva;
•⁠ ⁠CEO of COP30, Ana Toni;
•⁠ ⁠Special Advisor and Assistant UN Secretary-General for Climate Action and Just Transition, Selwin Hart;
•⁠ ⁠Former President of Chile and co-leader of the South and Central America and the Caribbean Dialogue, Michele Bachelet;
•⁠ ⁠Managing director for Africa and Global Partnerships at the World Resources Institute (WRI)and Vice-President to co-leader of the Africa Dialogue, Wanjira Mathai; and
•⁠ ⁠Director of the Center for Earth Ethics and co-leader of the North America Dialogue, Karenna Gore.

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EVENT DETAILS:

Inauguration of the Global Ethical Stocktake Pavilion at COP30

📅 Date: Wednesday, November 12th
🕔 Time: 5 p.m. (Brasília Time)
🟦 Location: Blue Zone — Global Ethical Stocktake Pavilion

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Exportações de café do Brasil crescem em maio, mas acumulado da safra segue em queda

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As exportações brasileiras de café registraram crescimento de 3,6% em maio de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano passado, sinalizando a entrada da nova safra no mercado. Apesar do avanço mensal, o desempenho acumulado da temporada 2025/26 ainda reflete uma oferta mais restrita, com queda nos embarques em relação ao ciclo anterior.

Dados divulgados pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) mostram que o país exportou 3,089 milhões de sacas de 60 quilos em maio. No entanto, a receita cambial gerada pelos embarques recuou 16% no período, totalizando US$ 1,05 bilhão.

Safra menor impacta desempenho acumulado

No acumulado dos 11 primeiros meses do ano-safra 2025/26, entre julho de 2025 e maio de 2026, o Brasil exportou 35,373 milhões de sacas de café, volume 17,7% inferior ao registrado no mesmo período da temporada anterior.

A receita obtida com as exportações alcançou US$ 13,612 bilhões, apresentando leve recuo de 0,7% na comparação anual.

Já entre janeiro e maio de 2026, os embarques somaram 14,745 milhões de sacas, queda de 12,4% frente às 16,825 milhões de sacas exportadas no mesmo período de 2025. As receitas geradas atingiram US$ 5,552 bilhões, redução de 14,6%.

Segundo o Cecafé, o comportamento do mercado está alinhado com o período de transição entre a entressafra e a entrada da nova produção brasileira.

Entrada dos cafés canéforas impulsiona embarques

O presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, destaca que a recuperação observada em maio está diretamente ligada à chegada dos primeiros volumes da safra 2026/27, especialmente dos cafés canéforas, grupo que engloba conilon e robusta.

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A expectativa é de que os embarques ganhem força nos próximos meses, acompanhando o avanço da colheita dos cafés arábica e o aumento da disponibilidade de produto.

O setor trabalha com perspectiva positiva para a nova temporada, impulsionada pelas boas condições climáticas registradas na maior parte das regiões produtoras e pelo potencial de uma safra volumosa e de qualidade.

Logística e cenário internacional seguem no radar

Apesar das perspectivas favoráveis para o aumento das exportações no segundo semestre, o setor acompanha fatores que podem limitar o desempenho dos embarques.

Entre os desafios apontados estão os gargalos logísticos nos portos brasileiros, as tensões geopolíticas internacionais e as incertezas relacionadas à política comercial dos Estados Unidos, um dos principais mercados consumidores de café.

Colheita avança, mas ritmo permanece abaixo da média

Levantamento da Safras & Mercado indica que a colheita da safra brasileira de café 2026/27 alcançou 30% da área até 10 de junho.

O avanço representa crescimento de sete pontos percentuais em relação à semana anterior, mas ainda permanece abaixo dos 35% registrados no mesmo período de 2025 e também inferior à média dos últimos cinco anos, de 33%.

Conilon apresenta maior avanço nos trabalhos

A colheita dos cafés canéforas segue mais adiantada, com 43% da produção já colhida.

Mesmo assim, o ritmo continua abaixo do observado no ano passado e da média histórica para o período, ambos em 49%.

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No Espírito Santo, principal produtor nacional de conilon, apenas 39% da safra havia sido colhida até o início de junho. Segundo analistas do mercado, o atraso está relacionado à maturação mais lenta das lavouras nesta temporada.

Chuvas atrasam colheita do café arábica

A colheita do café arábica também avança em ritmo mais lento. Os trabalhos alcançaram 23% da produção, abaixo dos 26% registrados em igual período de 2025 e da média de 25% observada nos últimos cinco anos.

As chuvas frequentes têm dificultado a operação das máquinas e o andamento dos trabalhos em importantes regiões produtoras, especialmente no Sul de Minas Gerais, maior polo de produção de café arábica do país.

Apesar do atraso, as avaliações iniciais da safra são positivas. Técnicos do mercado destacam bom potencial produtivo e qualidade satisfatória dos grãos, especialmente em relação à formação e ao padrão das peneiras, fator importante para a valorização do produto no mercado.

Perspectiva é de aumento da oferta no segundo semestre

Com o avanço da colheita e a expectativa de uma das maiores safras dos últimos anos, o setor projeta crescimento da disponibilidade de café ao longo do segundo semestre.

Caso as condições climáticas permaneçam favoráveis e a logística de exportação opere sem maiores restrições, o Brasil deverá ampliar sua presença no mercado internacional nos próximos meses, reforçando sua posição como maior exportador mundial de café.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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