Educação

Ministério da Educação celebra 95 anos de história

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Nesta sexta-feira, 14 de novembro, o Ministério da Educação (MEC) celebra 95 anos de existência. Criado em 14 de novembro de 1930, o então Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública nasceu com a missão de estruturar o sistema educacional do país e garantir que a educação se tornasse um direito de todos. Desde então, o MEC tem sido protagonista de transformações que moldaram a história do Brasil — da garantia do acesso à educação básica até a expansão das universidades federais.

Ao longo de diferentes governos e enfrentando mudanças e desafios, a pasta construiu políticas públicas que mudaram a vida dos brasileiros e promoveram o desenvolvimento do país. O MEC chega a seus 95 anos com um olhar voltado para o futuro, reafirmando o compromisso com a equidade, a inovação e a valorização da educação pública.

A história do MEC é também a história de milhões de estudantes, professoras e professores, e gestoras e gestores que, geração após geração, contribuíram para fazer da educação a base para construção da cidadania. De década em década, novas políticas, programas e estruturas surgiram para atender às demandas de cada tempo, ampliando o acesso ao ensino e fortalecendo o papel do Estado na garantia do direito à educação.  

Com a atual gestão, liderada pelo presidente Lula e o ministro Camilo Santana, o Ministério da Educação trabalha com um olhar sistêmico para a educação, que vai da creche à pós-graduação. Voltado também a todas as esferas e áreas escolares, assim como aos níveis escolares da educação pública brasileira, a instituição é responsável por políticas públicas essenciais para o desenvolvimento social, econômico e soberano do país.  

O MEC é o ministério da alimentação e do transporte escolar, que garante o livro didático a todas as escolas públicas, e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), principal porta de entrada para a educação superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) — programas que, junto com a Lei de Cotas e a assistência estudantil, transformaram o perfil das universidades brasileiras. É o órgão responsável pelos institutos e universidades federais, que levam a educação técnica e superior a todas as regiões, e por ações como o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, em parceria com estados e municípios, e o Programa Escola em Tempo Integral, que amplia a jornada escolar e contribui para a segurança e o bem-estar dos estudantes.

O MEC também é o ministério do Mais Professores para o Brasil, que valoriza o papel dos docentes; do Pé-de-Meia, que visa incentivar a permanência e a conclusão escolar; das Escolas Conectadas; do Juros por Educação e dos cursinhos populares. Por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), conduz o maior conjunto de obras de infraestrutura educacional já realizado, com novas creches, escolas em tempo integral, melhorias e expansão de campi federais. É o coordenador do Sistema Nacional de Educação, responsável pela articulação com as redes de ensino, pela avaliação, informação e pesquisa educacional, além dos programas de bolsas e incentivo à pós-graduação. É, sobretudo, o ministério da equidade, que promove a educação continuada, a alfabetização de jovens e adultos, a diversidade e a inclusão, garantindo oportunidades para todos que buscam transformar suas vidas por meio da educação.

Em 2024 e 2025, as celebrações pelos 95 anos do MEC foram marcadas por uma série de atividades, que comemoram a trajetória e o compromisso histórico da pasta com a educação brasileira: o lançamento da marca comemorativa; a reedição do túnel histórico que liga o edifício-sede aos anexos; a celebração do Dia da Educação; e a Corrida e Caminhada MEC 95 Anos. Também houve a reinauguração do Centro de Formação e Desenvolvimento dos Trabalhadores em Educação (Cetremec) e o lançamento do Programa de Formação, Desenvolvimento e Valorização dos Trabalhadores do MEC (ProFormar). A agenda conta ainda com a Ordem Nacional do Mérito Educativo, que será entregue nesta sexta-feira (14), em cerimônia marcada para as 15h, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF).

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A seguir, uma linha do tempo mostra como o MEC evoluiu desde sua criação. 

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1930 – A década de 1930 foi marcada pela reorganização do Estado brasileiro e pela criação do Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública, que incluía também atividades relacionadas ao esporte e ao meio ambiente. Nesse período, a legislação passou a contemplar tanto a educação básica quanto a educação superior, e foi instituído o primeiro Conselho Nacional de Educação. A educação básica ganhou destaque com o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, redigido por educadores que defendiam gratuidade, laicidade, obrigatoriedade e, sobretudo, o caráter público do ensino. Nos anos finais da década, o órgão passou a se chamar Ministério da Educação e Saúde; o sistema educacional foi reestruturado; e foi criado o Instituto Nacional de Pedagogia, atualmente conhecido como Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

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1940 – Na década de 1940, as reformas lideradas pelo ministro Gustavo Capanema estabeleceram um sistema educacional dividido em três graus, com oferta de ensino industrial, comercial, agrícola e normal. Em 1945, foi inaugurado, no Rio de Janeiro, o edifício-sede do Ministério da Educação e da Saúde, considerado um marco da arquitetura modernista brasileira. Nesse mesmo período, foi lançada a Campanha Nacional de Educação de Adultos e encaminhado à Câmara Federal o primeiro projeto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em 1948.

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1950 – A década de 1950 teve início com a criação da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e com a nova denominação da pasta: Ministério da Educação e Cultura. Nesse período, nasceu uma das mais importantes e longevas políticas educacionais brasileiras, ainda executada hoje — o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Em 1955, o então diretor do Inep, Anísio Teixeira, criou o Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais (CBPE), responsável por elaborar políticas educacionais para o país.

A ampliação da atuação do Ministério pôde ser vista em diversas iniciativas lançadas, como a Campanha de Assistência ao Estudante, a Campanha de Educação de Adolescentes e Adultos, a Campanha de Educação Rural e a Campanha Nacional de Erradicação do Analfabetismo. Em 1959, uma mobilização nacional de educadores em defesa da escola pública culminou na publicação do Manifesto dos Educadores, reafirmando o compromisso com a educação pública e democrática.

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1960 – Após 13 anos de tramitação, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) foi sancionada em 1961, definindo as bases legais da educação brasileira. Com a inauguração de Brasília e a transferência da sede para a capital, o antigo edifício-sede do MEC no Rio de Janeiro passou a se chamar Palácio da Cultura, que, em 1985, receberia o nome de Palácio Gustavo Capanema. Em 1962, foi aprovado o Plano Nacional de Educação (PNE), elaborado sob a coordenação de Anísio Teixeira, representando mais um passo para a organização do sistema educacional do país.

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1970 – A Lei de Diretrizes e Bases para o Ensino de 1º e 2º graus, publicada em 1971, tornou obrigatória a educação dos 7 aos 14 anos de idade. Em 1975, foi criada a TVE Brasil, primeira emissora pública educativa do país, que passou a veicular conteúdos pedagógicos. No mesmo ano, nasceu o Programa de Crédito Educativo (Creduc), voltado para ampliar o acesso ao ensino superior.

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1980 – Em 1981, foi criado o Sistema de Informações Bibliográficas em Educação (Sibe), que reuniu bibliotecas e centros de documentação especializados e produziu a Bibliografia Brasileira de Educação (BBE). Em 1985, foi instituído o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), ainda em funcionamento, responsável pela seleção, aquisição e distribuição gratuita de livros didáticos, democratizando o acesso a materiais de qualidade nas escolas públicas.

1990 – Com a redemocratização do país e as determinações à educação trazidas pela Constituição Cidadã de 1988, a década de 1990 inaugurou também o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Em 1996, foi promulgada a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que regulamentou o sistema educacional da educação infantil ao ensino superior e reconheceu a educação escolar indígena. Em 1998, foi criado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), e, em 1999, o ministério passou a se chamar oficialmente Ministério da Educação.

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2000 – A década de 2000 foi marcada por grandes avanços. Por meio da Lei nº 10.260/2001, foi instituído o Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior (Fies), destinado à concessão de financiamento a estudantes regularmente matriculados em cursos superiores de faculdades particulares. Em 2003, foi incluído no currículo escolar o ensino de história e cultura afro-brasileira. Em 2004, foram criados o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e o Programa Universidade para Todos (Prouni).

Nos anos seguintes, vieram importantes marcos: a inclusão da Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos cursos de formação docente; o estabelecimento do ensino fundamental em nove anos; o estabelecimento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb); e a criação do Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). Em 2008, foi instituída a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, e, em 2009, a educação básica obrigatória foi ampliada para todos os brasileiros de 4 a 17 anos.

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2010 – A década marcou a aprovação de legislações importantes para a educação. O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) foram criados em 2010. Nos anos seguintes, foram implementados o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e o Ciência sem Fronteiras (CsF). Em 2012, foi aprovada a Lei de Cotas, e, em 2014, o novo Plano Nacional de Educação (PNE). Em 2015, foi lançada a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

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2020 – O Fundeb foi regulamentado em caráter permanente em 2021. Em 2023, o MEC lançou os programas Escola em Tempo Integral, Pé-de-Meia, a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas e o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Em 2024, foram anunciados 100 novos Institutos Federais e lançadas iniciativas estruturantes, como o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo, a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e o Fies Social. A Lei nº 14.945/2024 criou a Política Nacional de Ensino Médio, recompondo a carga-horária destinada à formação geral básica. Neste ano, o MEC celebra seus 95 anos de trajetória com novas ações voltadas à valorização docente por meio do programa Mais Professores para o Brasil, reafirmando seu compromisso histórico com a educação pública brasileira e com os profissionais que a fazem possível.

Assessoria de Comunicação Social do MEC 

Fonte: Ministério da Educação

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MEC Livros organiza acervo com best-sellers e 26 categorias

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Voltada a estudantes, educadores, pesquisadores e leitores em geral, a biblioteca digital do Ministério da Educação (MEC Livros) oferece acesso público e 100% gratuito a um acervo de mais de 25 mil títulos. Todo o catálogo está estruturado em 26 categorias temáticas, pensadas para facilitar a navegação e atender aos mais diversos perfis de interesse, priorizando a representatividade cultural e a qualidade literária. Tendo isso em vista, o MEC Livros reúne desde grandes clássicos da literatura universal e biografias até sucessos contemporâneos do mercado editorial e títulos adicionados recentemente ao acervo.

A diretora de Apoio à Gestão Educacional da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Anita Stefani, assinala que a organização temática e a curadoria das obras garantem um espaço inclusivo e plural, uma vez que o MEC Livros soma um acervo de mais de 25 mil obras, de títulos diferentes, mas com uma diversidade muito grande, que agrada a vários públicos. Isso é possível devido a uma curadoria que prioriza aspectos de qualidade, diversidade de gêneros literários, de autores e de línguas, garantindo representatividade cultural para que diversos públicos possam se sentir atendidos.

Diversidade e destaques – A divisão em 26 categorias permite ao leitor explorar acervos específicos diretamente na página inicial do site ou no aplicativo. Entre seções e obras de grande circulação disponíveis na plataforma, destacam-se:

  • Clássicos: Romanceiro da Inconfidência (Cecília Meireles); As Meninas (Lygia Fagundes Telles); Crime e Castigo (Fiódor Dostoiévski); 1984 (George Orwell); e Odisseia (Homero).
  • Juvenil: A mágica Mortal (Raphael Montes); Turma da Mônica Jovem (Maurício de Sousa); Diário de Uma Garota Esquisita (Thalita Rebouças); e Sherlock Holmes – Um Estudo em Vermelho (Arthur Conan Doyle).
  • Biografia: Jorge Amado: uma biografia (Joselia Aguiar); Malala: a menina que queria ir para a escola (Adriana Carranca); O Educador: um perfil de Paulo Freire (Sergio Haddad); e Quem é Essa Mulher: uma biografia de Zuzu Angel (Virginia Siqueira Starling).
  • Aventura: Harry Potter (J. K. Rowling); Star Trek (A. C. Crispin); Viagem ao Centro da Terra (Julio Verne); Duna (Frank Herbert); e O Homem Bicentenário (Isaac Asimov).
  • Poesia: As Palavras Voam (Cecília Meireles); Melhores Poemas (Ferreira Gullar), Um Mundo em Poucas Linhas (Tamara Klink), Livro do Desassossego (Fernando Pessoa) e O Coração Amarelo (Pablo Neruda).
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A plataforma conta ainda com obras de grande sucesso editorial, adicionadas recentemente, como: Verity (Colleen Hoover); A Psicologia Financeira (Morgan Housel); Hábitos Atômicos (James Clear); A Biblioteca da Meia-Noite (Matt Haig); Nunca Minta (Freida McFadden); O Massacre da Família Hope (Riley Sager); A Hora da Estrela – edição comemorativa (Clarice Lispector); Melhor que nos Filmes (Lynn Painter); Patinando no Amor (Lynn Painter); e Murdoku (Manuel Garand).

 Assista ao vídeo:

Alta demanda de leitores – De acordo com o relatório de indicadores de uso da plataforma, atualizado em 7 de setembro de 2026, o MEC Livros atingiu a marca de 1.193.622 usuários cadastrados via conta Gov.br. Desses, 531.856 leitores já realizaram ao menos um empréstimo de livro, gerando um total de 797.497 empréstimos e 450,1 mil horas de leitura – o equivalente a mais de 51 anos de leitura ininterrupta.

Segundo Anita Stefani, a resposta do público superou as expectativas iniciais da equipe técnica, revelando um forte engajamento dos leitores com o ambiente digital. De fato, a primeira grande surpresa foi a demanda, uma vez que o MEC Livros foi muito bem recebido e, em pouco tempo, somava mais de 1 milhão de usuários. O fato mais surpreendente foi a demanda de usuários, para que pudessem ser emprestados mais livros do que o sistema permite atualmente. De acordo com a pasta, isso demonstra que há leitores vorazes consumindo intensamente a plataforma.

Vale lembrar que, apesar do limite de empréstimos simultâneos ser de até dois livros por mês e por CPF, essa restrição aplica-se, exclusivamente, aos títulos que possuem direitos autorais vigentes. Por outro lado, os livros em domínio público são totalmente abertos e livres, de modo que o leitor pode realizar quantas leituras quiser ao longo do mês.

Ao todo, mais de 197 mil livros já foram lidos integralmente pelos usuários (com conclusão igual ou superior a 90% da obra). O ranking dos títulos mais lidos é liderado pelo romance nacional A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli, com 11.253 conclusões, seguido por A Vegetariana, de Han Kang (6.870 leituras concluídas), A Metamorfose, de Franz Kafka (5.346), O Menino Que Quase Virou Cachorro (4.952) e Noites Brancas, de Fiódor Dostoiévski (4.795). Em volume total de empréstimos, A Cabeça do Santo também ocupa o primeiro lugar geral, com 38.242 retiradas virtuais.

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Preferência e alcance regional – Os dados de monitoramento do Ministério da Educação apontam ainda que metade do tempo de leitura na plataforma (50%, correspondendo a 224,1 mil horas) ocorre por meio da interface web no navegador de internet. O aplicativo para o sistema Android é responsável por 38% das horas lidas (173,1 mil horas), acumulando 929.757 downloads oficiais na Google Play Store. Já o aplicativo para o sistema iOS (Apple) representa 12% do tempo total de leitura (54,5 mil horas).

Na distribuição geográfica por estados, São Paulo lidera o número de usuários (254.109 inscritos e 166.724 empréstimos), seguido pelo Rio de Janeiro (101.967 usuários), Minas Gerais (99.475), Bahia (70.309) e Ceará (61.584). Entre os leitores que informaram a faixa etária no cadastro, a maior concentração de usuários com empréstimos ativos está na faixa de 18 a 24 anos (26,8%) e de 25 a 34 anos (25,0%).

Passo a passo – O acesso às obras do MEC Livros é totalmente gratuito e necessita apenas do login unificado da conta Gov.br. Para utilizar o serviço, o leitor deve seguir as orientações abaixo:

  1. Acesse o site ou baixe o aplicativo: o MEC Livros está disponível nas lojas de celular (Google Play e App Store) e em navegadores de internet.
  2. Entre com a conta Gov.br: clique na opção “Entrar com Gov.br” e informe o CPF e a senha cadastrados.
  3. Escolha a obra: na página inicial, explore os títulos organizados nas 26 categorias e vitrines temáticas como “Em Alta”, “Best-Sellers” e “Autores Clássicos”.
  4. Pegue emprestado e leia: ao selecionar o livro desejado, o leitor pode conferir a sinopse na opção “Mais informações” e clicar no botão “Emprestar e Ler” para iniciar a leitura de forma imediata.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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