Cuiabá

Projeto “Julho Laranja” é aprovado e reforça cuidados com a saúde bucal das crianças

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Fabiana Prado – Assessoria vereadora Katiuscia Manteli 

Um sorriso saudável é sinônimo de confiança, bem-estar e desenvolvimento. Pensando nisso, a Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, em segunda votação, durante sessão ordinária realizada nesta quinta-feira (13), o Projeto de Lei nº 365/2025, de autoria da vereadora Katiuscia Manteli (PSB), que cria o “Julho Laranja”, mês dedicado à conscientização sobre a importância dos exames ortodônticos anuais em crianças de 6 a 12 anos de idade.
A iniciativa busca promover o cuidado integral com as crianças, reconhecendo que a saúde bucal está diretamente ligada à autoestima, ao convívio social e à saúde mental.
“Problemas ortodônticos podem afetar a fala, a respiração e o sorriso das crianças, e muitas vezes, se tornam motivo de bullying. O Julho Laranja é um gesto de acolhimento e um alerta para que as famílias cuidem da prevenção e garantam o desenvolvimento saudável dos pequenos”, explicou a vereadora.
Para Katiuscia, a proposta também se alinha às metas da Organização Mundial da Saúde (OMS), que reforçam a importância das ações preventivas para a promoção do bem-estar infantil.
“A prevenção é um ato de amor. Um simples exame ortodôntico anual pode fazer toda a diferença no futuro de uma criança”, destacou.
A cor laranja, que simboliza alegria e vitalidade, foi escolhida para representar o mês de julho, período em que as famílias costumam estar mais próximas das crianças por conta das férias escolares.
Com o lema “Cuidados precoces, sorrisos para toda a vida”, a campanha propõe mobilizar escolas, unidades de saúde, profissionais da área e instituições públicas e privadas em ações educativas e de conscientização, incluindo a iluminação de prédios e monumentos com a cor alusiva à causa.
“Queremos que Cuiabá abrace essa ideia. O Julho Laranja é um convite ao cuidado, à atenção e ao acolhimento. Cada sorriso cuidado é um passo rumo a uma infância mais saudável e feliz”, concluiu Katiuscia Manteli.
Com a aprovação em segunda votação, o projeto agora segue para sanção do prefeito, etapa que conclui o processo legislativo e pode transformar a iniciativa em Lei Municipal.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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