Mato Grosso

12 câmeras do Vigia Mais MT são instaladas em comunidade rural em Nova Mutum

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Parceria entre Secretaria de Segurança Pública (Sesp) e proprietários rurais tornou o Pontal do Marape, em Nova Mutum (298 km de Cuiabá), o primeiro assentamento 100% monitorado de Mato Grosso, com o programa Vigia Mais MT, beneficiando mais de 1,5 mil moradores.

Foram disponibilizadas pela Sesp aos moradores 12 câmeras, sendo 11 fixas com imagem em alta resolução e gravação noturna, além de uma Speed Dome que possui zoom de até 2,5km, rotação de 360 graus, além de infravermelho para gravação noturna.

O secretário adjunto de Integração Operacional (Saiop), coronel PM Fernando Augustinho, destacou a importância da iniciativa da sociedade em expandir o alcance das câmeras de monitoramento do programa Vigia Mais MT e poder levar mais segurança em todo canto de Mato Grosso.

“O Vigia Mais MT é um programa criado justamente para que o Estado e a população unam forças contra a criminalidade, o Governo cede as câmeras e espaço na nuvem para armazenamento das imagens e a população, iniciativa privada ou instituições entram com o serviço de instalação e manutenção, fortalecendo a segurança e combatendo a criminalidade junto com o Estado”, reforçou.

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A instalação das câmeras foi possível a partir da iniciativa da população e da Federação do Conselhos de Segurança (Feconseg-MT) com apoio do Conselho Comunitário de Segurança Pública de Barra do Garças e da Coordenadoria de Polícia Comunitária, da Secretaria de Segurança Pública.

Até o momento, 95 associações e sindicatos já aderiram ao programa Vigia Mais MT, juntamente com 129 municípios, cinco secretárias e uma autarquia. Já foram distribuídas quase 20 mil câmeras e 18,6 mil estão em operação.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

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A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

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Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

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“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

Fonte: Governo MT – MT

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