Política Nacional

Seminário debate prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de pele no Brasil

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A Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados promove na quarta-feira (3) seminário para discutir o combate ao câncer de pele no Brasil.

O evento será realizado no plenário 3, às 14h30.

O seminário atende a pedido do deputado Dr. Frederico (PRD-MG). Ele afirma que o objetivo é reforçar o debate sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de pele, colocando o tema na agenda política nacional.

O parlamentar acrescenta que, desde 1999, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) realiza ações de conscientização sobre o câncer de pele, que passaram a integrar a campanha “Dezembro Laranja” a partir de 2014.

As atividades incluem mutirões de atendimento, palestras, divulgação de dados e ações educativas em diversos espaços públicos, além da distribuição de filtros solares.

Dr. Frederico destaca ainda que, em maio de 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou as doenças de pele como prioridade global de saúde pública, reconhecendo seu impacto na qualidade de vida de bilhões de pessoas.

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De acordo com Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de pele responde por cerca de 30% dos tumores malignos registrados no país. Se a doença for descoberta no início, a taxa de cura é superior a 90%.

Da Redação – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Centros de educação tecnológica de MG e do RJ viram universidades

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Os Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) de Minas Gerais e do Rio de Janeiro foram transformados em universidades federais. É o que determina lei sancionada sem vetos na quinta-feira (24) e publicada no Diário Oficial da União desta sexta (25). As instituições passam a se chamar Universidade Federal de Ciência e Inovação de Minas Gerais e Universidade Federal de Ciência e Inovação do Rio de Janeiro.

A Lei 15.521, de 2026, já em vigor, tem origem no Projeto de Lei (PL) 4.952/2026, aprovado no Plenário no início de setembro, com relatoria do senador Camilo Santana (PT-CE). Segundo o relatório, a transformação dará às instituições autonomia universitária e permitirá ampliar atividades de pesquisa e unidades de ensino. O texto também prevê a manutenção da oferta de educação profissional técnica de nível médio.

“Ao longo das últimas décadas, ambos ampliaram significativamente sua atuação na educação superior, na pós-graduação e na pesquisa aplicada. A conversão representa medida compatível com sua evolução institucional”, afirma o relatório. O Cefet-RJ tem oito campi e o Cefet-MG, 11, segundo o texto.

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A implantação das novas universidades fica condicionada à previsão de recursos no Orçamento federal. De acordo com o relatório, a transformação não implicará aumento imediato de despesas com pessoal.

Pleito antigo

A transformação era reivindicada pelas instituições havia décadas. Os dois centros foram transformados em Cefets em 1978 e permaneceram como os únicos da categoria após a criação dos institutos federais, em 2008. As instituições oferecem educação profissional técnica e cursos de nível superior, além de atividades de pesquisa e extensão.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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