Policia Federal

PF, PM/RO, IBAMA e FUNAI realizam operação contra garimpo e extração ilegal de madeira em Rondônia

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Guajará-Mirim/RO. Nesta quarta-feira (17/12), a Polícia Federal deflagrou a Operação Clandestina Extractio, com o apoio da Polícia Militar de Rondônia (PMRO), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), para combater o garimpo terrestre e a extração ilegal de madeira em Porto Velho/RO e Nova Mamoré/RO. A ação visa reduzir os impactos ambientais provocados pela exploração irregular de ouro e pelo desmatamento.

Durante as diligências, foram realizadas fiscalizações em uma área de garimpo terrestre localizada e em quatro madeireiras, situadas em Porto Velho/RO e em nova Mamoré/RO.

Na área de atividade garimpeira, foram localizadas uma draga, dois acampamentos e vários motores utilizados na exploração criminosa de ouro. O empreendimento foi autuado pelo órgão ambiental e as estruturas e maquinários foram inutilizados.

Também foram apreendidos quase 30 metros cúbicos de madeira extraída ilegalmente, em uma fazenda nas imediações da Terra Indígena Igarapé Ribeirão. O proprietário do local foi autuado e a madeira foi doada à Coordenação Regional da FUNAI em Guajará-Mirim/RO, em benefício das comunidades indígenas da região.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF prende três pessoas em flagrante por suspeita de compra de votos

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Palmas/TO. A Polícia Federal realizou, neste sábado (03/10), a prisão em flagrante de três pessoas investigadas pela suposta prática do crime de corrupção eleitoral no município de Gurupi/TO.

Foram presos o suposto responsável pelo repasse dos valores e duas eleitoras que teriam recebido valores em troca do compromisso de voto. Apurou-se que o indivíduo teria oferecido e entregue vantagem pecuniária às duas eleitoras, com a finalidade de obter votos em favor de candidato nas Eleições Gerais de 2026.

A investigação prosseguirá com o objetivo de esclarecer todas as circunstâncias dos fatos, incluindo a eventual participação de outras pessoas e a origem dos recursos empregados, além de reunir elementos probatórios para a completa elucidação do crime.

Os envolvidos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelo crime de corrupção eleitoral, previsto no Código Eleitoral, que consiste em dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber vantagem com a finalidade de obter ou dar voto, cuja pena pode chegar a quatro anos de reclusão e pagamento de multa.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantins

Fonte: Polícia Federal

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