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Ricardo Nicodemos é reeleito presidente da ABMRA e reforça compromisso com o fortalecimento da comunicação no agronegócio

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A Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA) anunciou a recondução de Ricardo Nicodemos e sua diretoria para o comando da entidade durante o biênio 2026/27.

A renovação da gestão reafirma o compromisso da associação com o fortalecimento institucional, a valorização das boas práticas de comunicação e o estreitamento do diálogo com o mercado agro brasileiro.

Os novos mandatos terão início em janeiro de 2026, dando continuidade a um trabalho que posicionou a ABMRA como referência nacional em marketing e comunicação no agronegócio.

Avanços recentes consolidam a ABMRA como referência no setor

Durante a gestão de Ricardo Nicodemos, a ABMRA ampliou sua representatividade, fortalecendo sua base de associados e sua atuação em projetos estratégicos. Entre os destaques estão:

  • O lançamento da 9ª edição da Pesquisa ABMRA Hábitos do Produtor Rural,
  • A participação em eventos de relevância nacional e internacional,
  • A expansão do portfólio de serviços e produtos da entidade,
  • E a correalização do Global Agribusiness Festival 2026 (GAFFFF), evento que consolida o Brasil como centro global de discussões sobre o futuro do agro.

“Assumir mais um ciclo à frente da ABMRA reforça nossa responsabilidade em fortalecer o marketing como pilar essencial para o agronegócio. Seguiremos promovendo uma comunicação criativa, estratégica e alinhada às transformações do setor”, destacou Ricardo Nicodemos.

Conheça a nova diretoria e o conselho da ABMRA

A composição da diretoria eleita para o biênio 2026/27 é a seguinte:

  • Presidente: Ricardo Nicodemos da Silva
  • Vice-Presidente e Diretor do ABMRA Ideia Café: Julio César Cargnino
  • Diretor Administrativo e Financeiro e Diretor do HUB de Mídia e Serviços: Roberto Fernando Alves de Souza
  • Diretor dos Comitês ABMRA: Daniel Ribeiro
  • Diretor da Mostra de Comunicação do Agro: Alberto Meneghetti
  • Diretor do Projeto Conexões ABMRA: Ricardo Cristin Krauz
  • Diretor do Congresso de Marketing do Agro: Wanderson Tosta
  • Diretor do Projeto Cases & Causos ABMRA: Daniel Fontão de Pauli
  • Diretor da Academia ABMRA: Gabriel Saul Maialli dos Santos
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O Conselho Consultivo, responsável por apoiar a associação na condução estratégica das ações, também foi renovado.

A presidência do conselho será de Donário Lopes de Almeida, acompanhado pelos conselheiros Adriano de Castro Henriques, Guilherme Soria Bastos Filho, Luciana Florêncio de Almeida, Marcelo Boechat Morandi, Marcelo Duarte Monteiro, Paulo do Carmo Martins e Pedro de Camargo Neto.

Relatório de Atividades 2025 destaca avanços e impacto no marketing agro

A ABMRA também divulgou o Relatório de Atividades 2025, que reúne os principais resultados e ações realizadas ao longo do ano. O documento reforça a contribuição da entidade para o fortalecimento da comunicação e da inovação no agronegócio brasileiro.

Entre os projetos em destaque estão:

Projeto Conexões ABMRA

A iniciativa ampliou a articulação entre o agronegócio e o universo do marketing, promovendo alianças estratégicas com associações e instituições dentro e fora da porteira.

O objetivo é integrar informações e promover trocas qualificadas entre os diversos segmentos do setor, fortalecendo a visão sistêmica da ABMRA sobre o mercado.

Pesquisa Hábitos do Produtor Rural

Considerado o mais completo estudo sobre o comportamento do produtor brasileiro, o levantamento chegou à sua nona edição em 2025, reafirmando seu papel de referência para empresas, agências e profissionais.

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Desde 1986, a pesquisa realiza entrevistas presenciais em propriedades rurais para garantir dados precisos e abrangentes.

Na edição atual, foram 3.100 entrevistas em 16 estados, com 280 perguntas aplicadas a produtores de 15 culturas e quatro rebanhos.

Os cotistas da pesquisa têm acesso a um software exclusivo que permite cruzar dados e gerar análises personalizadas por cultura, porte, rebanho e localização.

Acesso gratuito ao relatório

O Relatório de Atividades 2025 da ABMRA está disponível gratuitamente no site oficial da entidade, no endereço abmra.org.br/relatorio-de-atividades-2025.

O documento é uma fonte valiosa de informação para quem busca entender as tendências, desafios e oportunidades da comunicação e do marketing no agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja enfrenta pressão de oferta global após relatórios do USDA e Conab; preços em Chicago recuam para mínimas de quatro meses

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O mercado global da soja segue pressionado por um quadro de ampla oferta, reforçado pelos mais recentes levantamentos divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Os números confirmam a perspectiva de produção elevada nas principais regiões produtoras do mundo e mantêm os preços internacionais sob pressão.

Em Chicago, os contratos futuros da soja se aproximaram da faixa de US$ 11,00 por bushel, atingindo os menores patamares dos últimos quatro meses. O movimento reflete a combinação de estoques confortáveis, projeções de safra robustas e demanda global incapaz de absorver rapidamente o crescimento da oferta.

Queda em Chicago reduz ritmo dos negócios no Brasil

Mesmo com o dólar apresentando momentos de valorização ao longo da semana, aproximando-se de R$ 5,20, a desvalorização dos contratos internacionais limitou a sustentação dos preços no mercado brasileiro.

O resultado foi um enfraquecimento das negociações, com produtores retraídos diante dos preços ofertados e compradores adotando postura cautelosa, à espera de novas definições do mercado.

A combinação entre a pressão externa e a expectativa de uma grande safra nacional tem contribuído para reduzir a liquidez no mercado físico da oleaginosa.

USDA mantém projeções para safra dos Estados Unidos

No relatório de junho, o USDA manteve praticamente inalteradas suas estimativas para a safra norte-americana de soja 2026/27.

A produção dos Estados Unidos foi projetada em 4,435 bilhões de bushels, equivalentes a aproximadamente 120,7 milhões de toneladas. A produtividade permanece estimada em 53 bushels por acre.

Os estoques finais foram calculados em 310 milhões de bushels, ou cerca de 8,44 milhões de toneladas, praticamente em linha com as expectativas do mercado.

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As projeções de esmagamento e exportações também foram mantidas, indicando consumo doméstico de 2,75 bilhões de bushels e vendas externas de 1,63 bilhão de bushels.

Para a safra 2025/26, os estoques de passagem foram estimados em 340 milhões de bushels, ligeiramente acima das expectativas do mercado.

Produção mundial permanece em níveis históricos

O USDA estima que a produção global de soja alcance 441,34 milhões de toneladas na temporada 2026/27, mantendo o mercado amplamente abastecido.

Os estoques finais mundiais foram projetados em 124,88 milhões de toneladas, volume que continua elevado e reforça o cenário de conforto na oferta internacional.

Apesar de pequenas revisões em relação ao relatório anterior, os números seguem apontando para um equilíbrio favorável aos compradores e desafiador para os vendedores.

Brasil caminha para novas safras recordes

O relatório do USDA manteve a projeção de produção brasileira de soja em 180 milhões de toneladas para a temporada 2025/26.

Para o ciclo 2026/27, a expectativa é ainda mais otimista, com uma safra estimada em 186 milhões de toneladas, consolidando o Brasil como o maior produtor mundial da oleaginosa.

Já para a Argentina, o órgão norte-americano elevou a estimativa da safra 2025/26 para 50 milhões de toneladas, dois milhões acima da previsão anterior.

O crescimento da produção sul-americana reforça o aumento da concorrência global e amplia a disponibilidade de soja no mercado internacional.

China mantém forte demanda, mas não altera cenário

Principal importadora mundial de soja, a China deverá adquirir 112 milhões de toneladas na temporada 2025/26 e 114 milhões de toneladas em 2026/27, segundo o USDA.

Embora os volumes permaneçam elevados, eles não são suficientes para alterar significativamente o cenário de ampla oferta global, diante do forte crescimento da produção nos países exportadores.

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Conab projeta safra histórica e exportações em alta

No Brasil, a Conab elevou sua projeção para a safra 2025/26, estimando produção de 180,25 milhões de toneladas no nono levantamento da temporada.

O volume representa crescimento de 5,1% em relação à safra anterior, quando foram colhidas 171,48 milhões de toneladas.

Com a produção recorde, a Companhia Nacional de Abastecimento também revisou para cima as perspectivas de exportação, que deverão atingir 116,1 milhões de toneladas.

Além disso, o processamento interno da oleaginosa deve alcançar 61,58 milhões de toneladas, impulsionado pela demanda das indústrias de farelo e óleo de soja.

Segundo a Conab, o estoque final brasileiro deverá ficar próximo de 9,2 milhões de toneladas, reforçando a disponibilidade interna e contribuindo para o equilíbrio do abastecimento nacional.

Mercado segue atento ao comportamento da demanda

Embora os fundamentos continuem apontando para uma oferta abundante, analistas destacam que o comportamento da demanda global será determinante para a trajetória dos preços nos próximos meses.

Fatores como o ritmo das compras chinesas, a evolução da economia mundial, as condições climáticas durante o desenvolvimento da safra norte-americana e as oscilações cambiais seguirão no radar dos agentes de mercado.

Por enquanto, os números divulgados por USDA e Conab reforçam um cenário predominantemente baixista para a soja, mantendo pressão sobre as cotações internacionais e exigindo atenção redobrada dos produtores brasileiros na gestão da comercialização da safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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