Turismo

Marco histórico: Parque Nacional do Iguaçu recebe mais de 2 milhões de visitantes em 2025

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O turismo de natureza continua sendo um dos grandes atrativos do Brasil. O Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR), encerrou o ano de 2025 com o maior público de todos os tempos, registrando a marca oficial de 2.020.359 visitantes. O número supera o antigo recorde de 2019 e consolida a unidade de conservação como um dos destinos mais procurados do planeta.

O perfil da visitação reforça o poder das Cataratas. Em 2025, os brasileiros representaram cerca de 55% do público total, enquanto os estrangeiros, de mais de 200 nacionalidades, corresponderam a 45%. Entre os visitantes internacionais, o ranking foi liderado pela Argentina (391.039), seguida por Paraguai (68.105) e Estados Unidos (61.957).

Localizado no coração da Mata Atlântica e reconhecido como Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO, o parque abriga as Cataratas do Iguaçu, o maior conjunto de quedas d’água do mundo em extensão. A grandiosidade do cenário garantiu ao destino, mais uma vez, o título de principal atração turística do Brasil e da América do Sul pelo Tripadvisor Travelers’ Choice Best of the Best 2025.

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Além da beleza cênica incomparável, o local atua como um santuário vital para a biodiversidade, protegendo espécies raras da fauna e da flora brasileiras.

Atendimento Ampliado nas Férias – Para atender à alta demanda da temporada de verão, o Parque Nacional do Iguaçu opera com horário especial. Até o dia 31 de janeiro, a unidade estará aberta das 8h às 16h. A medida visa garantir mais conforto e tempo para que os visitantes aproveitem todas as experiências.

Os ingressos são vendidos exclusivamente on-line, por meio do site oficial, com possibilidade de reagendamento. Passeios especiais, como o Amanhecer, Pôr do Sol e Céu das Cataratas, possuem vagas limitadas e exigem reserva antecipada.

Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo

Parque Nacional da Serra dos Órgãos: santuário de montanhas, cachoeiras e biodiversidade no estado do Rio de Janeiro

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Encravado entre as imponentes montanhas da Região Serrana do estado do Rio de Janeiro, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é um dos destinos mais atrativos do país para quem busca ecoturismo e aventura. Dividida entre os municípios de Teresópolis, Petrópolis, Guapimirim e Magé, a unidade protege um total de 19.855 hectares, preservando a paisagem e a biodiversidade da Serra do Mar, no território fluminense.

Criado em 1939, trata-se do terceiro parque nacional mais antigo do Brasil, representando um marco fundamental na história das unidades de conservação ambiental nacionais. Além da relevância histórica, o destino é um dos melhores locais do território brasileiro para a prática de esportes de montanha, reunindo opções de caminhada, escalada, rapel e banhos em cachoeiras e piscinas naturais.

Para os amantes do trekking, as caminhadas de longa duração, o parque ostenta a maior rede de trilhas do Brasil, somando mais de 200 quilômetros de percursos com todos os níveis de dificuldade. As opções vão desde a trilha suspensa, acessível a cadeirantes, até a Travessia Petrópolis-Teresópolis, um clássico do ramo, com 30 km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.

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A unidade também é considerada a capital do montanhismo brasileiro. Entre as centenas de vias de escalada disponíveis – que atendem de iniciantes a praticantes de subida em paredões – destacam-se a Agulha do Diabo e o lendário Dedo de Deus, pico que é tido como o marco inicial da escalada no país.

Toda essa imponência rochosa é cercada por uma riqueza natural sem igual. O parque abriga mais de 2.800 espécies de plantas catalogadas, além de 462 espécies de aves, 100 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis. Esse refúgio de vida silvestre protege 130 animais ameaçados de extinção e diversas espécies que só existem nessa região do planeta.

Como chegar

A principal porta de entrada para o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é a Região Serrana do Rio de Janeiro. Partindo da capital fluminense, o acesso às sedes da unidade de Teresópolis e Guapimirim é feito principalmente pela rodovia BR-116. Já o acesso à sede de Petrópolis pode ser feito pela BR-040, seguindo em direção ao distrito de Corrêas.

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Por se tratar de uma unidade de conservação de proteção integral, sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o acesso de veículos se restringe às áreas administrativas e às portarias. A exploração dos atrativos é feita a pé ou por meio de caminhadas e escaladas orientadas, garantindo a segurança dos visitantes e a preservação do patrimônio.

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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