Agro News

Tomate Nivus F1 se destaca pela alta produtividade e resistência em diferentes regiões do Brasil

Publicado

Tomate mantém protagonismo na horticultura brasileira

O tomate segue como uma das culturas mais importantes da horticultura nacional, garantindo oferta constante ao longo do ano em diferentes regiões do país. Essa continuidade é possível graças à diversidade climática do Brasil, que permite múltiplas épocas de plantio — exigindo, contudo, atenção especial na escolha de materiais produtivos e com frutos de boa aparência e uniformidade.

Além da qualidade, o mercado demanda regularidade no fornecimento. Para evitar perdas e assegurar rentabilidade, os produtores têm buscado híbridos com maior resistência aos principais desafios fitossanitários, como doenças que comprometem o vigor das plantas e a aparência dos frutos.

Nivus F1: produtividade e estabilidade em campo aberto

Entre as opções disponíveis, o Nivus F1, híbrido da Topseed Premium, vem se consolidando entre os agricultores, especialmente aqueles que cultivam em campo aberto.

O material apresenta excelente sanidade foliar, pegamento uniforme e uma arquitetura compacta, com curtas distâncias entre as pencas — características que favorecem o desempenho produtivo e a colheita uniforme.

Leia mais:  AgRural eleva projeção da safra 2025/26 de soja para 180,4 milhões de toneladas; colheita inicia em regiões pontuais

Segundo Thiago Teodoro, especialista em tomates e pimentões, esses atributos têm sido determinantes para a escolha dos produtores.

“O Nivus mantém uma resposta estável ao longo do ciclo, mesmo sob condições mais desafiadoras de cultivo”, afirma o especialista.

Ampla adaptação regional fortalece presença no mercado

A versatilidade do Nivus F1 é outro diferencial importante. O híbrido apresenta ótima adaptabilidade e já possui presença consolidada em diversas regiões produtoras, incluindo Rio Grande do Sul, Paraná, Sudeste, Centro-Oeste e áreas específicas do Nordeste.

De acordo com Teodoro, essa amplitude geográfica reforça o potencial do material.

“O Nivus F1 atende bem às diferentes condições de solo e clima, o que proporciona maior segurança ao produtor e regularidade na colheita”, explica.

Pacote de resistências amplia segurança fitossanitária

Além da performance agronômica, o Nivus F1 conta com um amplo pacote de resistências, fator essencial para o controle de doenças e manutenção da produtividade. O híbrido apresenta tolerância ao vírus do vira-cabeça, um dos maiores desafios da tomaticultura atual, além de resistência a nematoides, fusarium, verticillium, oídio e cladospório.

Leia mais:  Preço do feijão carioca recua com avanço da colheita e compradores mais cautelosos

Essas características garantem maior longevidade às plantas e reduzem a necessidade de intervenções químicas, contribuindo para uma produção mais sustentável e economicamente viável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

Publicado

As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

Leia mais:  Agronegócio brasileiro enfrenta desafios entre Selic elevada e dólar valorizado
Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

Leia mais:  Prorrogado o prazo do Desenrola Rural para pescadores e aquicultores familiares
Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana