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Frísia e Castrolanda firmam parceria estratégica e fortalecem mercado de sementes nos Campos Gerais

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As cooperativas Frísia e Castrolanda, com sedes em Carambeí e Castro (PR), anunciaram uma aliança estratégica no setor de sementes. A partir de 2 de fevereiro, as duas instituições darão início a um sistema de intercooperação que unirá a expertise das marcas Sementes Batavo e Sementes Castrolanda. Juntas, elas devem ultrapassar 2 milhões de sacas comercializadas nas culturas de soja, trigo, feijão e cevada.

Parceria une tradição, tecnologia e excelência operacional

A união representa um passo importante dentro do planejamento estratégico das cooperativas, que buscam excelência operacional, expansão de mercado e sustentabilidade do negócio.

Segundo Ralph Sahd Jobbins, gerente executivo Agrícola da Frísia, o acordo reafirma o compromisso das cooperativas dos Campos Gerais do Paraná em entregar resultados consistentes e valor agregado a toda a cadeia.

“A intercooperação valida um modelo de negócios eficiente e escalável. Estamos confiantes no potencial de expansão da nossa participação no mercado de sementes com essa sinergia. O foco é maximizar o valor para cooperados, parceiros e clientes”, afirmou Jobbins.

Estrutura robusta e complementar impulsiona a produção

A nova estrutura de intercooperação reúne ativos complementares de alta performance, abrangendo desde o ciclo de produção até a logística de distribuição.

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A Frísia conta com um laboratório de análise de sementes em Ponta Grossa (PR) — referência técnica no setor — e Unidades de Beneficiamento de Sementes (UBS) em Ponta Grossa e Tibagi, equipadas com armazenamento refrigerado de alta capacidade.

Já a Castrolanda dispõe de UBS em Castro (PR) e Itaberá (SP), com tecnologia avançada e suporte laboratorial, além de um centro de distribuição em Castro, que garante agilidade e capilaridade logística.

Ampliação de portfólio e fortalecimento do cooperado

Com a união, as cooperativas esperam aumentar o portfólio de produtos e serviços, além de expandir o alcance comercial e diversificar os investimentos no atendimento ao mercado. O modelo integrado também deve elevar a capacidade de armazenamento e distribuição, tornando o sistema mais ágil e competitivo.

“A estratégia busca ampliar a competitividade do cooperado e otimizar processos, garantindo que nossas marcas ganhem ainda mais relevância. Frísia e Castrolanda se consolidam entre as grandes referências do setor sementeiro no Brasil, preparadas para atender às demandas do agronegócio com qualidade e eficiência”, destacou Tatiane Bugallo, gerente executiva de Negócios Agrícola da Castrolanda.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de feijão no Paraná é revisada para baixo em 2026 após perdas climáticas

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A produção de feijão da segunda safra no estado do Paraná foi revisada para baixo em 2026, refletindo perdas significativas provocadas por condições climáticas adversas ao longo do ciclo produtivo. As novas projeções indicam forte retração na colheita e acendem alerta para o setor agrícola estadual.

De acordo com o Boletim Conjuntural divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), órgão vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, a produção está estimada em 332,1 mil toneladas.

O volume representa uma queda aproximada de 38% em comparação com a safra anterior e recuo de cerca de 21% frente às expectativas iniciais para o ciclo.

Clima adverso compromete desenvolvimento das lavouras

Segundo o levantamento técnico, o principal fator responsável pela redução do potencial produtivo foi a irregularidade climática observada ao longo do desenvolvimento da cultura.

A estiagem prolongada afetou diretamente o crescimento das plantas em fases críticas, limitando o desenvolvimento vegetativo e reduzindo o potencial de formação de grãos.

Na sequência, a ocorrência de geadas agravou as perdas, principalmente em regiões do sul do estado, onde os danos às lavouras foram mais intensos. O conjunto desses eventos climáticos resultou em quebra significativa de produtividade.

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Impacto econômico e relevância da cultura no estado

O feijão é uma das culturas mais tradicionais da agricultura paranaense e desempenha papel estratégico tanto no abastecimento interno quanto na geração de renda para pequenos e médios produtores.

Com a revisão negativa das estimativas, o setor acompanha de perto os efeitos da quebra de safra sobre a oferta do grão e possíveis impactos no mercado ao longo do ano.

A redução na produção reforça a sensibilidade da cultura às variações climáticas e a importância do planejamento agrícola e do manejo de risco para mitigar perdas em safras futuras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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