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Goiás atrai R$ 1,4 bilhão em novos investimentos e se consolida como potência nacional em biocombustíveis

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Investimentos reforçam liderança de Goiás no setor de biocombustíveis

O estado de Goiás iniciou um novo ciclo de crescimento no setor de biocombustíveis, consolidando sua posição entre os principais polos produtores do país. Em 2025, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 1,4 bilhão em financiamentos para projetos ligados à produção de etanol, ampliando a capacidade industrial e a competitividade do estado no cenário nacional.

De acordo com o Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol do Estado de Goiás (Sifaeg), os recursos permitirão avanços significativos na modernização e expansão do parque industrial, além de estimular a geração de empregos e o desenvolvimento regional.

Política tributária atrai novos empreendimentos e amplia competitividade

Para o presidente executivo do Sifaeg e também presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, o volume expressivo de investimentos reafirma o protagonismo goiano na agroenergia brasileira.

“Goiás foi o estado que mais recebeu investimentos em usinas de biocombustíveis nas últimas duas décadas e manteve-se por vários anos como líder nesse segmento. As recentes mudanças na tributação estadual trouxeram mais competitividade e já estamos colhendo os frutos com a retomada de novos projetos”, afirmou.

A revisão da política tributária, implementada em 2024, foi decisiva para tornar o ambiente de negócios mais atrativo e equilibrado em comparação com outros estados produtores. Segundo Rocha, a medida vem incentivando empresas a retomar e ampliar investimentos no território goiano.

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Projetos contemplam modernização e expansão industrial

Os financiamentos aprovados pelo BNDES incluem ações estratégicas para modernização de plantas industriais, expansão de fábricas de açúcar, projetos de retrofit em unidades de biocombustíveis, além da renovação de frotas e do aumento da capacidade produtiva de cana-de-açúcar e milho.

Um dos destaques é o avanço do etanol de milho, que tem ganhado espaço em Goiás e contribuído para a diversificação da matriz energética estadual. “As linhas de crédito do BNDES, com custos mais acessíveis, somadas às políticas públicas estaduais, atraíram empresas que antes priorizavam outros estados. Hoje, o banco é um parceiro fundamental nas discussões sobre transição energética e apoio à agroindústria”, destacou André Rocha.

Impactos econômicos e ambientais fortalecem o desenvolvimento regional

O novo ciclo de investimentos promete impactos diretos na economia goiana, com geração de empregos, aumento de renda e desenvolvimento de novas regiões produtivas.

Além dos benefícios econômicos, o avanço do setor reforça o papel de Goiás como referência nacional na transição para uma matriz energética limpa e sustentável, alinhada às metas de redução de emissões de carbono e à valorização da economia verde.

“Esses investimentos consolidam a força da indústria de biocombustíveis e reafirmam o compromisso do estado com a sustentabilidade e a inovação”, concluiu o presidente do Sifaeg.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Em painel da FAO em Roma, é apresentado relatório que mostra crescimento mundial da Pesca e Aquicultura

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Ao participar nesta segunda-feira (08) da 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (COFI37), em Roma, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou: “A participação no Comitê integra a estratégia do MPA de ampliar o diálogo internacional, promover o intercâmbio de experiências e fortalecer políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável da pesca e da aquicultura”. A missão brasileira participou de um espaço dinâmico de debates rápidos e informais que funciona como uma plataforma paralela às sessões plenárias oficiais. O Ministério da Pesca e Aquicultura também formalizou dois Memorandos de Entendimento (MdE) para ampliar a cooperação em pesca e aquicultura: um entre o MPA e a FitI e outro entre Brasil e Itália.

Durante a programação, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a importância da presença brasileira no principal fórum internacional dedicado às políticas de pesca e aquicultura e da construção de parcerias com outros países e instituições. Foram apresentadas as ações desenvolvidas pelo Brasil com reforço para a necessidade de aproximar produção, sustentabilidade, ciência e segurança alimentar. “O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional”, afirmou o ministro.

Brasil e Itália ampliam parceria

Um dos principais momentos da agenda desta terça-feira foi a assinatura do Memorando de Entendimento entre Brasil e Itália na área de pesca e aquicultura. O acordo estabelece uma agenda de cooperação entre os dois países, com possibilidade de intercâmbio de conhecimentos, experiências e iniciativas relacionadas ao desenvolvimento sustentável das atividades pesqueiras e aquícolas.

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Para o MPA, a parceria representa uma oportunidade de fortalecer a troca de conhecimentos e aproximar instituições brasileiras e italianas em temas estratégicos para o setor. A cooperação internacional também contribui para ampliar a participação do Brasil nas discussões sobre sustentabilidade dos recursos pesqueiros, inovação, desenvolvimento da aquicultura e segurança alimentar.

MPA também assina MdE com a FitI

Outro acordo firmado durante a missão foi o Memorando de Entendimento entre o Ministério da Pesca e Aquicultura e a Iniciativa de Transparência nas Pescas (Fisheries Transparency Initiative – FitI). A FitI é uma parceria global multissetorial que visa tornar a gestão da pesca marinha mais transparente, sustentável e responsável. Fundada em 2015, ela funciona por meio de um esforço conjunto entre governos, empresas pesqueiras e a sociedade civil, fornecendo um padrão único para a publicação de dados confiáveis sobre o setor pesqueiro.

A parceria amplia o diálogo institucional e abre espaço para ações conjuntas de interesse do setor, com foco no intercâmbio e na cooperação em pesca e aquicultura. A assinatura dos dois documentos reforça a atuação do MPA no cenário internacional e a busca por parcerias que possam contribuir para o desenvolvimento do setor no Brasil.

Pesca e aquicultura brasileiras no debate internacional

A participação brasileira no COFI37 ocorre em um momento de fortalecimento das políticas nacionais para a pesca e a aquicultura. Entre os temas defendidos pelo Brasil estão o desenvolvimento sustentável da produção, a valorização da pesca artesanal, o fortalecimento das comunidades pesqueiras, a ampliação da aquicultura e a construção de políticas públicas baseadas em ciência e dados.

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Durante a missão em Roma, o ministro também destacou a importância de garantir que o debate internacional considere a realidade dos pescadores e produtores e contribua para transformar os compromissos assumidos em ações concretas.

“Precisamos fortalecer a cooperação e compartilhar experiências para que possamos avançar na construção de uma pesca e uma aquicultura cada vez mais sustentáveis”, afirmou Edipo.

A programação do MPA em Roma segue ao longo da semana, com participação nas discussões do COFI37 e em reuniões bilaterais voltadas ao fortalecimento da cooperação internacional e à promoção da pesca e da aquicultura brasileiras.  Também será discutido, ainda hoje, a pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR). Nesse contexto, o Acordo sobre Medidas do Estado do Porto (PSMA) aparece como um dos principais instrumentos para combater a pesca INDNR, especialmente por meio do controle da entrada de embarcações e do compartilhamento de informações entre os países.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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