Policia Federal

PF deflagra operação contra a comercialização irregular de ouro

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Cuiabá/MT. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (27/1), a Operação Lavra Fria, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada à comercialização irregular de ouro. Policiais federais cumprem mandados de busca e apreensão nos municípios de Jaciara/MT e Cubatão/SP.

As investigações tiveram início após a apreensão de mais de 12kg de ouro, ocorrida em 2023, no Aeroporto Internacional de Várzea Grande/MT. As investigações permitiram identificar os locais de extração indicados nas notas fiscais que acompanhavam o material apreendido com a realidade em campo.

As diligências demonstraram que, nas áreas declaradas, não havia qualquer indício de extração recente de minério, o que permitiu concluir que a documentação era fraudulenta. O esquema era utilizado para promover o “esquentamento” do ouro de origem ilícita, dando aparência de legalidade ao produto por meio de pessoas físicas e jurídicas. As investigações prosseguem com o objetivo de identificar todos os envolvidos na rede criminosa.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso
Contato: (65) 99218-6164
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

Leia mais:  PF deflagra a Operação Annotata em combate a crimes de transferência de domicílio eleitoral no MT

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Policia Federal

PF deflagra operação contra fraudes em levantamentos de precatórios no DF

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Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (29/4), a Operação Fides Corrupta, com o objetivo de apurar fraudes em levantamentos de valores vinculados a depósitos judiciais no Distrito Federal.

Na ação, são cumpridos três mandados de busca e apreensão em endereços de investigados, entre eles dois advogados e um empregado da Caixa Econômica Federal. As investigações tiveram início após a comunicação de saque irregular por uma das vítimas. 

Até o momento, foram identificados 52 levantamentos de depósitos judiciais com indícios de fraude, todos atribuídos ao mesmo grupo, com prejuízo superior a R$ 1,5 milhão. Também foi determinado o bloqueio judicial de valores vinculados aos investigados, até o limite do prejuízo apurado. 

Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato qualificado, falsificação de documentos, inserção de dados falsos em sistema, falsidade ideológica, uso de documento falso e associação criminosa. As investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos.

Comunicação Social da Polícia Federal no Distrito Federal
Contato: (61) 2024-7557 / 2024-7666

Fonte: Polícia Federal

Leia mais:  PF realizará, dia 30/10, leilão online de bens apreendidos

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