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Colombo Agroindústria anuncia 700 vagas para a área agrícola em São Paulo

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A Colombo Agroindústria abriu cerca de 700 vagas de emprego para reforçar suas equipes nas áreas agrícola e automotiva. As oportunidades estão distribuídas entre as unidades da empresa localizadas nos municípios de Ariranha, Palestina e Santa Albertina, no interior de São Paulo.

As contratações fazem parte do planejamento estratégico para a próxima safra, período em que as usinas intensificam os preparativos para as atividades agrícolas e realizam manutenções de equipamentos.

Vagas disponíveis abrangem diferentes setores e funções

As oportunidades contemplam funções operacionais e cargos de liderança, com atuação direta nas operações agrícolas e de suporte às atividades de campo. Entre as funções abertas estão:

  • Aplicador de Herbicida
  • Auxiliar de Carregamento de Cana
  • Encarregado de Operações Agrícolas
  • Gestor de Operações Agrícolas
  • Motorista (categorias II, III e Prancha/Munck)
  • Operador de Colhedora de Cana
  • Operador de Máquinas
  • Mecânico de Máquinas Agrícolas
  • Mecânico de Manutenção Automotiva
  • Caldeireiro Automotivo
  • Motorista Lubrificador
  • Eletricista Automotivo
  • Torneiro Mecânico Automotivo

Além desses cargos, outras posições estão sendo abertas conforme a demanda operacional de cada unidade.

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Contratações estratégicas para a próxima safra

De acordo com Marco Aurélio Seraphim, diretor de Recursos Humanos da Colombo Agroindústria, as novas admissões fazem parte do planejamento de fortalecimento das operações agrícolas para o novo ciclo produtivo.

“Essas contratações são efetivas e fazem parte do nosso planejamento estratégico para a próxima safra. A entressafra é um período fundamental de preparação, e contar com profissionais qualificados desde agora garante mais segurança, eficiência e continuidade nas nossas operações”, afirma Seraphim.

O executivo também destacou o compromisso da empresa com a inclusão e diversidade, reforçando que as vagas estão abertas também para pessoas com deficiência (PCD).

Entressafra é momento-chave para preparo das operações

O período de entressafra é estratégico para o setor sucroenergético, quando as usinas realizam manutenções em equipamentos, reorganização das frentes de trabalho e planejamento das atividades agrícolas que darão suporte à próxima colheita.

Ao antecipar as contratações, a Colombo Agroindústria busca garantir a continuidade das operações e a qualificação da mão de obra envolvida no novo ciclo produtivo.

Como se candidatar às vagas

Os interessados devem enviar o currículo diretamente aos canais de recrutamento das respectivas unidades da Colombo Agroindústria. O contato pode ser feito por e-mail ou WhatsApp:

As vagas são destinadas exclusivamente às três unidades operacionais da empresa e estão sendo preenchidas conforme a necessidade de cada localidade.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Projeto de R$ 20 bi da Ferrogrão ganha sinal verde para ligar Sinop a Miritituba

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O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou um dos impasses mais arrastados da infraestrutura nacional ao declarar a constitucionalidade da Lei 13.452/2017, norma que reduziu os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, para permitir a implantação da Ferrogrão (EF-170). Por um placar de 9 votos a 1, o veredito joga por terra o principal obstáculo jurídico que mantinha congelado o projeto de 933 quilômetros de trilhos, planejado para ligar Sinop, no norte de Mato Grosso, ao porto fluvial de Miritituba, no Pará.

A decisão foi recebida pelo agronegócio como um marco regulatório essencial para atrair os R$ 20 bilhões em investimentos privados necessários para tirar a obra do papel. Sob a perspectiva macroeconômica, a Ferrogrão é vista como o eixo de ruptura da dependência crônica do modal rodoviário na BR-163, com potencial para reduzir em até 20% o custo do frete de commodities agrícolas, como soja e milho, ampliando a competitividade do produto brasileiro no mercado externo.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que atuou no processo, aponta que as regiões Norte e Centro-Oeste concentram atualmente cerca de 70% da produção nacional de grãos, mas os portos do Arco Norte escoam apenas 34% desse volume. A consolidação da ferrovia deve acelerar o redirecionamento desse fluxo, aliviando o gargalo logístico dos portos das regiões Sul e Sudeste, como Santos (SP) e Paranaguá (PR).

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O julgamento foi balizado pelo voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes, que rechaçou os argumentos de descumprimento de salvaguardas ambientais apresentados na ação original do PSOL. Moraes argumentou que o texto legal previu a devida compensação ecológica pela redução da unidade de conservação e destacou que o traçado ferroviário não intercepta terras indígenas homologadas, situando-se a quatro quilômetros da reserva mais próxima, a Terra Indígena Praia do Mangue.

O julgamento, que havia sido interrompido no ano passado, foi concluído com o voto do ministro Flávio Dino. Ao acompanhar o relator, Dino propôs condicionantes para a execução do projeto, determinando que qualquer alteração futura no perímetro da ferrovia não poderá afetar áreas indígenas em um raio de 250 quilômetros, além de defender que as comunidades tradicionais sejam ressarcidas ou tenham participação nos lucros caso sejam registrados impactos socioambientais imprevistos.

O único voto divergente foi do ministro Edson Fachin, que considerou inconstitucional a alteração de reservas ambientais por meio de Medida Provisória, rito utilizado na origem do projeto durante o governo de Michel Temer.

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Com o desfecho na Suprema Corte, o projeto da Ferrogrão sai da arena jurídica e ingressa na fase de viabilidade técnica. O Ministério dos Transportes informou que aguarda a conclusão da análise de modelagem de concessão e matriz de riscos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para estruturar o edital de leilão.

Lideranças do setor produtivo, como a Aprosoja Brasil, avaliam que a segurança jurídica conferida pelo STF deve acelerar o crivo da Corte de Contas, posicionando a ferrovia como um dos principais ativos de infraestrutura para captação de capital estrangeiro na América Latina nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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