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Max Russi acompanha assinaturas de convênios e entregas na região sul

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O deputado estadual Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), participou nesta quinta-feira (5) de uma série de agendas da Expedição Vale do São Lourenço, ao lado do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e comitiva estadual. A programação incluiu assinaturas de ordens de serviço, entrega de equipamentos, lançamento e fiscalização de obras em municípios da região sul do estado.

Os investimentos são resultado da articulação do parlamentar junto ao governo de Mato Grosso e às lideranças locais, com foco na melhoria da qualidade de vida da população e no fortalecimento da economia regional. “O Vale do São Lourenço sempre me abraçou, sempre deu a oportunidade de chegar à Assembleia, e eu tenho que representar bem a nossa região e tenho feito isso na ALMT. Agora, como presidente, com mais força, trazendo o governo do Estado aqui para assinar os convênios”, afirmou Max.

A primeira agenda ocorreu em São Pedro da Cipa, onde foram autorizadas obras de asfaltamento em ruas residenciais, no Distrito Industrial e Comercial, além da construção de calçadas em ruas e avenidas. O município também recebeu ações do programa SER Família, somando R$ 4,3 milhões em investimentos.

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“Nós queremos agradecer ao governo do estado e ao nosso deputado Max, que tanto tem feito pelo município”, afirmou o prefeito Eduardo Português (PSB).

Em Juscimeira, os investimentos ultrapassam R$ 9 milhões e contemplam ações de infraestrutura urbana, assistência social e apoio à agricultura familiar. Foram autorizadas obras de recuperação de ruas e construção de calçadas, além da reforma da Feira Livre e do Centro de Referência de Assistência Social (Cras).

O município também recebeu uma retroescavadeira e uma escavadeira hidráulica para atender produtores rurais. Ainda durante a agenda, foi lançado o asfaltamento de cinco quilômetros da rodovia MT-469, no trecho entre Juscimeira e Rondonópolis, e autorizada a ampliação da creche municipal do distrito de Santa Elvira.

O prefeito Alexandre Russi (PL) destacou a parceria com o parlamentar. “O Max já destinou mais de R$ 20 milhões em emendas parlamentares para o município, em todas as áreas. Isso tem sido fundamental para o nosso desenvolvimento”, afirmou.

Durante a visita, Max Russi também recebeu o convite para ser padrinho da Associação de Apoio à Criança Neurodiversa de Juscimeira (AACNJUSCI), reforçando o compromisso com pautas sociais.

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A expedição seguiu para Dom Aquino, onde foram R$ 4,7 milhões, e foram assinadas autorizações para repasse de recursos destinados à compra de materiais para asfaltamento e recuperação de ruas, além da realização de ações do programa SER Família, com oferta de serviços de cidadania à população.

Na última parada, em Jaciara, foram realizadas a entrega de uma escavadeira hidráulica e de um veículo para a agricultura familiar, além da autorização para recuperação da Avenida Antônio Ferreira Sobrinho. Também foram anunciadas obras de asfaltamento de dez quilômetros da MT-457, até o entroncamento com a MT-140, e de mais três quilômetros da rodovia até a Cachoeira da Mulata.

Jaciara recebeu ainda autorizações para a construção do Centro Municipal de Educação Infantil Tempo de Sonhar, para a compra de ônibus destinado à assistência social e para a construção de um mirante. Outro destaque foi a inauguração da Arena Celso Oliveira Lima, o “Celsão”, que é o terceiro maior ginásio esportivo do estado. A agenda contou com a presença dos ex-jogadores Falcão, Amaral e Adonias.

Fonte: ALMT – MT

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Leis aprovadas pela ALMT reforçam combate ao cigarro e alertam sobre riscos do vape à saúde

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O Dia Mundial sem Tabaco, lembrado em 31 de maio, reforça a importância da conscientização sobre os danos causados pelo cigarro convencional e pelos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes, pods ou cigarros eletrônicos. Em Mato Grosso, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) possui legislações voltadas à proteção da saúde pública e ao combate ao tabagismo, além de promover ações de cuidado e prevenção por meio do QualiVida – Programa de Saúde e Qualidade de Vida da ALMT.

Entre as legislações em vigor está a Lei nº 9.256/2009, que proíbe o consumo de cigarros, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos em ambientes coletivos públicos e privados fechados no estado. A norma também determina a criação de ambientes livres de fumaça e prevê medidas de fiscalização e orientação.

Mais recentemente, a Assembleia aprovou a Lei nº 12.302/2023, de autoria da deputada estadual Sheila Klener (PSDB), que ampliou as restrições aos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), proibindo o uso de cigarros eletrônicos em ambientes coletivos. A legislação inclui produtos conhecidos como e-cigarettes, vapes e pods, utilizados como alternativa ao cigarro convencional ou apresentados como tratamento para o tabagismo.

Para o pneumologista João Paulo Jajah Nogueira, que atua no QualiVida da ALMT, além do tratamento, as políticas públicas e a informação de qualidade são fundamentais no combate ao tabagismo.

“As leis que restringem o uso do cigarro e dos dispositivos eletrônicos ajudam a proteger a população, reduzem a exposição passiva à fumaça e contribuem para evitar que o hábito de fumar seja normalizado entre adolescentes e jovens”, destacou.

O médico alerta que o tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de doenças e mortes no mundo.

“O cigarro contém milhares de substâncias tóxicas, muitas delas cancerígenas. A nicotina provoca dependência intensa, enquanto outras substâncias causam inflamações, lesões pulmonares e doenças cardiovasculares”, explicou.

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Segundo o especialista, entre as doenças mais associadas ao tabagismo estão câncer de pulmão, bronquite crônica, enfisema pulmonar, infarto, AVC e hipertensão arterial. Ele também destacou os prejuízos causados pelo tabagismo passivo.

“Pessoas que convivem diariamente com fumantes também adoecem. Crianças, idosos e gestantes estão entre os mais vulneráveis aos efeitos da fumaça”, afirmou.

O pneumologista chama atenção ainda para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens adultos. Apesar de muitas vezes serem divulgados como menos prejudiciais, os dispositivos eletrônicos apresentam riscos graves à saúde.

“Muitos jovens acreditam que estão inalando apenas vapor de água, mas esses dispositivos possuem nicotina, metais pesados e substâncias químicas capazes de causar inflamação pulmonar importante e dependência química”, alertou João Paulo.

Entre os principais problemas associados ao uso de vape estão tosse persistente, falta de ar, irritação das vias respiratórias, agravamento da asma, bronquite e até lesões pulmonares graves, conhecidas internacionalmente como EVALI (Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico ou Vape).

Na prática clínica, segundo o médico, também é comum o chamado “uso dual”, quando a pessoa utiliza simultaneamente o cigarro convencional e o eletrônico, aumentando ainda mais os danos à saúde.

João Paulo ressalta que não existe forma segura de fumar e destaca que parar de fumar é uma das decisões mais importantes para a qualidade de vida e prevenção de doenças.

“O tratamento da dependência da nicotina muitas vezes exige acompanhamento médico e psicológico. O mais importante é buscar ajuda e entender que recaídas podem acontecer durante o processo”, orientou.

A experiência de quem conseguiu abandonar o vício reforça os benefícios dessa decisão. O técnico em mecânica industrial e refrigeração comercial, Roberto Tsuzuki Müller, de 55 anos, fumou dos 18 aos 48 anos e está há sete anos sem fumar. Ele conta que a decisão de abandonar o cigarro foi motivada por uma série de acontecimentos familiares e pela percepção dos impactos do tabagismo em sua rotina.

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“Uma sequência de mortes e casos de câncer entre familiares me fez refletir. Minha esposa também fumava e parou após perder o pai para a doença. Eu comecei a me sentir mal por causa do cheiro do cigarro e percebi que precisava mudar. Usei adesivos de nicotina, mas, acima de tudo, é preciso ter decisão. Para largar o cigarro, a pessoa precisa realmente querer. Precisa ser de opinião”, relatou.

Embora praticasse atividades físicas regularmente, como ciclismo e downhill, Roberto conta que não sentia falta de ar nem limitações que o levassem a pensar em abandonar o cigarro. Com o passar do tempo, porém, outros efeitos do tabagismo passaram a incomodá-lo cada vez mais, como o cheiro impregnado nas roupas e a perda do prazer de sentir o sabor dos alimentos.

“O que mais senti quando parei foi o prazer de comer e perceber melhor o sabor dos alimentos. Também me senti mais limpo. O cigarro deixa a pessoa com mau hálito, dentes amarelados e uma sensação constante de sujeira. Além disso, existe o gasto financeiro, que acaba pesando com o tempo”, destacou.

Embora não tenha precisado de acompanhamento psicológico para abandonar o vício, ele considera o suporte profissional importante para muitas pessoas que enfrentam dificuldades durante o processo.

“Eu não precisei de ajuda psicológica, mas considero fundamental para quem está tentando parar. Cada pessoa tem uma experiência diferente e todo apoio pode fazer a diferença”, afirmou.

A mensagem que Roberto deixa para quem ainda fuma ou utiliza dispositivos eletrônicos é direta: “Pare antes que seja tarde. O cigarro convencional, assim como o cigarro eletrônico, é desnecessário e traz graves riscos à saúde”.

Fonte: ALMT – MT

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