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MPMT e CDL firmam apoio institucional ao terceiro setor

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A 26ª Promotoria de Justiça Cível de Cuiabá – Especializada em Fazenda Pública e Fundações Privadas, reuniu-se nesta quarta-feira (11) com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá) para avançar no diálogo sobre o fortalecimento do terceiro setor e incentivar a criação de fundações privadas voltadas ao desenvolvimento social no estado.Durante a reunião, o promotor de Justiça Renee do Ó Souza apresentou as iniciativas do MPMT relacionadas à governança, sustentabilidade e profissionalização das organizações da sociedade civil.“A CDL é uma das maiores forças institucionais do comércio cuiabano. Sua participação é estratégica para ampliarmos o entendimento sobre as fundações privadas e promovermos uma cultura de governança sólida e de ações sociais com resultados mensuráveis”, destacou o promotor de Justiça.O presidente da CDL Cuiabá, Júnior Macagnam, recebeu o promotor de Justiça e confirmou que a CDL Cuiabá será apoio institucional na divulgação do Encontro Estadual do 3º Setor, promovido pelo Ministério Público e que será realizado no dia 06 de março de 2026, na Sede das Promotorias de Justiça da Capital.A entidade colocará à disposição seus canais de comunicação, rede de associados e parceiros para ampliar o alcance das informações sobre o evento e estimular a participação ativa do comércio local. Além da divulgação do encontro, a CDL também assumiu compromisso de apoiar o MPMT na agenda de incentivo à criação e modernização de fundações privadas.O objetivo é engajar a classe empresarial na adoção desse modelo organizacional, que possibilita a execução de projetos sociais estruturados, sustentáveis e com maior capacidade de impacto positivo na comunidade.Também participaram da reunião o presidente da Fundação CDL Marcos Fonseca, o superintendente da CDL Cuiabá Marcelo Carrijo e a coordenadora institucional e de eventos da CDL Camilla Calori.Agenda contínua – a reunião com a CDL integra uma série de ações que a 26ª Promotoria de Justiça vem promovendo para aproximar o Ministério Público de entidades da sociedade civil organizada e qualificar o debate sobre governança, transparência e impacto social em Mato Grosso. Nesta semana, o promotor esteve reunido com o presidente da Fiemt. Já no dia 29 de janeiro, o encontro foi com lideranças do Sistema S do Comércio, para alinhar iniciativas conjuntas e discutir estratégias de fortalecimento institucional das organizações do terceiro setor.  Um dia antes, em 28 de janeiro, a Promotoria realizou um encontro com representantes de dezenas de associações de Cuiabá e Várzea Grande, no Auditório das Promotorias de Justiça. O objetivo foi ampliar o diálogo, esclarecer atribuições legais e estimular a integração entre as entidades, reforçando o papel do MPMT como órgão fiscalizador, mas também como agente de apoio e orientação técnica.  Já no dia 27 de janeiro, o Ministério Público promoveu reunião com Rotary Clubs, Lions Clubs e a Associação de Homens de Negócio do Evangelho Pleno (ADHONEP) de Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães, avançando no debate sobre profissionalização e sustentabilidade das organizações sociais. 

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT promove nova etapa de escuta social de comunidades ribeirinhas

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promove, de 15 a 18 de julho de 2026, a segunda etapa da escuta social ativa junto às comunidades ribeirinhas do Pantanal, no município de Poconé (a 100 km de Cuiabá). Desta vez, serão ouvidas a comunidade do Chumbo, pescadores de Poconé no Pesqueiro do Beição e do Porto Jofre. A programação também inclui visitas técnicas ao Instituto Urihi, ao Parque Estadual Encontro das Águas, ao Porto da Manga e reunião institucional com a organização não-governamental Panthera Brasil. A ação tem como objetivo identificar as principais demandas sociais e ambientais da população local, fortalecendo a atuação institucional voltada à defesa de direitos e à proteção do bioma. A iniciativa integra o projeto Travessia Pantaneira, desenvolvido em parceria com a Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneira, A Casa do Centro e a Associação dos Guardiões e Guardiãs do Pantanal de MT e MS (Aguapan).Participam da comitiva a procuradora de Justiça Ana Luiza Ávila Peterlini de Souza e os promotores de Justiça Henrique Schneider Neto, Joelson de Campos Maciel, Mario Anthero Silveira de Souza, Liane Amelia Chaves Mansano, Adalberto Ferreira de Souza Junior e Claudio Angelo Correa Gonzaga.“A proposta é realizar uma escuta social ativa e qualificada, ouvindo diretamente as pessoas que vivem no Pantanal e conhecem, como ninguém, a realidade e os desafios da região. Ao estar presente nas comunidades, o Ministério Público amplia sua capacidade de compreender as demandas locais e de construir soluções mais efetivas para a garantia de direitos e a melhoria da qualidade de vida da população pantaneira”, destaca a procuradora de Justiça Ana Luiza Peterlini.Na edição anterior do Travessia Pantaneira, realizada em outubro de 2025, as principais demandas apresentadas pelas comunidades estiveram relacionadas à falta de água potável, à necessidade de perfuração de poços e de sistemas adequados de tratamento de água, à regularização fundiária de áreas ocupadas há gerações e à ampliação do acesso aos serviços de saúde e educação. Os moradores também apontaram a necessidade de maior apoio no combate aos incêndios florestais, com a criação de brigadas comunitárias, além de melhorias na infraestrutura, especialmente em estradas e pontes que dificultam a mobilidade e o acesso a serviços essenciais na região.

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Foto: Projeto Travessia Pantaneira.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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