Educação

Brasil e China intensificam parceria e mobilidade acadêmica

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A cooperação educacional entre Brasil e China foi tema de reunião realizada no Ministério da Educação (MEC) na quarta-feira, 11 de fevereiro, entre os dois países. O encontro reuniu representantes da pasta e, entre a delegação chinesa, o ministro conselheiro da Embaixada Chinesa no Brasil, Xing Wenju. Na ocasião, foi discutido um acordo entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), entidade vinculada ao MEC, e a Universidade de Beihang para impulsionar a mobilidade acadêmica. O convênio, assinado nesta quinta-feira (12), vai oferecer a 24 doutores e 160 mestrandos e doutorandos brasileiros a oportunidade de realizar estágios na China. 

Além disso, as partes dialogaram sobre o fortalecimento do ensino de seus idiomas. A China defendeu a disseminação do mandarim no Brasil, por meio da rede de Institutos Confúcio e de parcerias com os institutos federais, focando também nas ações de promoção da educação profissional e tecnológica. Em contrapartida, as autoridades debateram o reforço da Rede de Leitores Brasileiros na China, que atualmente possui três unidades em Pequim dedicadas ao ensino do português brasileiro. 

As delegações também ressaltaram o Ano Cultural Brasil-China em 2026 e se comprometeram a finalizar os textos de Memorandos de Entendimento que abrangem a cooperação educacional, a troca de boas práticas e, em particular, a aplicação de inteligência artificial na educação. Para dar seguimento à parceria, o MEC foi convidado a integrar uma missão internacional e realizar uma visita à China ainda neste ano, com encontros previstos entre ministros da Educação e outras autoridades dos dois países. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria Internacional 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

MEC debate expansão e qualidade da educação superior e da EPT

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O Ministério da Educação (MEC) participou, na segunda-feira, 1º de junho, do II Fórum de Ensino Superior promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. O evento reuniu gestores públicos, lideranças acadêmicas e especialistas para debater os desafios e as perspectivas futuras para a expansão e a regulação do setor educacional no país. Durante o encontro, o ministério integrou as discussões que buscaram alinhar o crescimento da oferta de vagas na educação superior e na educação profissional e tecnológica (EPT) às diretrizes de qualidade e inclusão. 

A programação do fórum foi dividida em blocos temáticos que abordaram o papel regulatório do Estado e o impacto das diretrizes pedagógicas no ensino. Durante a manhã, os debates foram realizados sobre currículos e avaliação, com a presença da secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, Marta Abramo, e de representantes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

Abramo tratou da expansão da educação superior brasileira, marcada pelo crescimento das matrículas, pela diversificação do perfil estudantil e pela interiorização da educação a distância (EaD), que trouxe ganhos relevantes de acesso, mas também expôs desafios regulatórios enfrentados pela Nova Política de EaD. Segundo ela, nesta gestão, o MEC também reduziu o estoque de processos, aprimorou normas, fortaleceu a transparência e revisou instrumentos do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). 

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A secretária ressaltou, porém, que o país precisa consolidar a expansão da educação superior com qualidade, alinhando a oferta às necessidades sociais e econômicas dos brasileiros: “o sistema já oferta, hoje, vagas suficientes para cumprir as metas do PNE. Nossos desafios são outros: assegurar qualidade, inclusão, oferta alinhada aos diversos perfis de estudantes e às demandas estratégicas do país, garantia de permanência e conclusão. Tudo isso só faz sentido se sustentado por um modelo consistente e integrado de avaliação e regulação”. 

Na parte da tarde, as discussões se concentraram na articulação entre formação superior, pesquisa e EPT. O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, detalhou o panorama da recém instituída Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica e sua convergência com o Plano Nacional de Educação (PNE)

O secretário pontuou a importância de mecanismos técnicos de acompanhamento, como a introdução de análises bienais para avaliar a efetividade das metas propostas, e destacou o caráter qualitativo que orienta o desenvolvimento do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Profissional e Tecnológica (SINEPT), estruturado em parceria com o Inep. 

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Bregagnoli também destacou a criação de 111 novas unidades de institutos federais para expandir as matrículas, especialmente de cursos técnicos integrados ao ensino médio. “O avanço na oferta educacional, com qualidade, está associado a ações de fomento do governo federal”, disse. O secretário também ressaltou a oferta de três cursos de pós-graduação lato sensu focados na formação de profissionais para atuarem na EPT, com mais 27 mil matrículas. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

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