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Caravelas se mantém líder de vendas de açúcar no Brasil pelo segundo ano seguido

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A Caravelas, marca de varejo da Colombo Agroindústria, consolidou sua liderança no setor de açúcar no Brasil pelo segundo ano consecutivo. O reconhecimento é resultado de um levantamento realizado pela NielsenIQ, que apontou a marca como a mais vendida do país.

Açúcar refinado e cristal sustentam volume de vendas

As categorias de Açúcar Refinado e Cristal continuam sendo os principais pilares de presença e volume da Caravelas. A confiança do consumidor tem sido determinante para o desempenho, enquanto os açúcares especiais, como Demerara e Mascavo, fortalecem a marca em segmentos de maior valor agregado.

São Paulo: destaque no market share

O Estado de São Paulo é o principal responsável pelo volume de vendas, consolidando a marca como referência no mercado interno. A Caravelas atua fortemente no varejo nacional, que representa 61% das vendas, enquanto o restante (39%) provém do mercado externo, por meio de exportações de açúcar VHP e Cristal 50 kg, com destaque para África e Ásia.

Estratégia orientada por dados impulsiona resultados

Segundo Clever Faria, Diretor de Vendas Varejo da Colombo, o sucesso da Caravelas se deve à execução comercial consistente, distribuição eficiente e decisões baseadas em dados. “O acompanhamento contínuo dos indicadores de mercado nos permite realizar ajustes rápidos ao longo da safra, mantendo o foco nas oportunidades mais relevantes”, explica.

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Projeções de crescimento para as próximas safras

Para os próximos anos, a Caravelas planeja expandir seu market share, aprimorar a distribuição e fortalecer seu portfólio, sempre apoiada em inteligência de mercado. O CEO da Colombo Agroindústria, Luís Marcelo Spadotto, destaca que a liderança da marca é fruto de uma estratégia consistente, combinando dados, execução de excelência e compromisso com qualidade e segurança, com foco em crescimento sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Oferta restrita impulsiona preço do café e mantém cotações em alta no mercado internacional

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A oferta limitada de café no mercado físico voltou a sustentar a valorização dos contratos futuros na última semana, reforçando o cenário de firmeza para as cotações internacionais. Mesmo diante da expectativa de uma safra recorde no Brasil, a menor disponibilidade imediata do produto, aliada a fatores técnicos e à atuação dos investidores, manteve o mercado aquecido.

De acordo com análise da StoneX, o café arábica alcançou as maiores cotações das últimas seis semanas, refletindo a combinação entre a leve deterioração das condições de colheita no Brasil e o movimento de recompra de posições vendidas por fundos de investimento.

O contrato de setembro de 2026 do café arábica encerrou a semana cotado a 273,2 centavos de dólar por libra-peso, acumulando valorização de 2,0% no período.

O desempenho reforça que, apesar da perspectiva de uma produção brasileira robusta em 2026, o mercado segue atento à disponibilidade de café no curto prazo. A restrição na oferta física continua sendo um dos principais fatores de sustentação dos preços, evidenciando a sensibilidade das bolsas às condições imediatas de abastecimento.

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Robusta também registra valorização

O mercado do café robusta acompanhou o movimento de alta, sustentado pelas preocupações relacionadas aos possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a produção mundial e pelo ritmo ainda moderado de comercialização no Brasil.

O contrato de setembro de 2026 fechou a semana cotado a US$ 3.627 por tonelada, avanço de 1,0% em relação à semana anterior. Durante o pregão de quinta-feira (25), a cotação chegou a US$ 3.692 por tonelada, o maior patamar registrado desde o fim de março.

Cenário externo influencia, mas fundamentos do café predominam

No ambiente macroeconômico, os investidores também monitoraram os desdobramentos das tensões entre Estados Unidos e Irã. A queda dos preços internacionais do petróleo ao longo do fim de semana ajudou a melhorar o sentimento dos mercados financeiros.

Apesar desse contexto, os fundamentos específicos do mercado cafeeiro continuaram sendo o principal direcionador das cotações. A evolução da colheita brasileira, a oferta disponível de grãos e a atuação dos fundos de investimento permaneceram no centro das atenções, sustentando tanto o café arábica quanto o robusta no mercado internacional.

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Com estoques ainda ajustados e comercialização cautelosa por parte dos produtores, o mercado segue acompanhando de perto o avanço da safra brasileira, fator que deverá continuar determinando o comportamento dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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