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Caravelas se mantém líder de vendas de açúcar no Brasil pelo segundo ano seguido

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A Caravelas, marca de varejo da Colombo Agroindústria, consolidou sua liderança no setor de açúcar no Brasil pelo segundo ano consecutivo. O reconhecimento é resultado de um levantamento realizado pela NielsenIQ, que apontou a marca como a mais vendida do país.

Açúcar refinado e cristal sustentam volume de vendas

As categorias de Açúcar Refinado e Cristal continuam sendo os principais pilares de presença e volume da Caravelas. A confiança do consumidor tem sido determinante para o desempenho, enquanto os açúcares especiais, como Demerara e Mascavo, fortalecem a marca em segmentos de maior valor agregado.

São Paulo: destaque no market share

O Estado de São Paulo é o principal responsável pelo volume de vendas, consolidando a marca como referência no mercado interno. A Caravelas atua fortemente no varejo nacional, que representa 61% das vendas, enquanto o restante (39%) provém do mercado externo, por meio de exportações de açúcar VHP e Cristal 50 kg, com destaque para África e Ásia.

Estratégia orientada por dados impulsiona resultados

Segundo Clever Faria, Diretor de Vendas Varejo da Colombo, o sucesso da Caravelas se deve à execução comercial consistente, distribuição eficiente e decisões baseadas em dados. “O acompanhamento contínuo dos indicadores de mercado nos permite realizar ajustes rápidos ao longo da safra, mantendo o foco nas oportunidades mais relevantes”, explica.

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Projeções de crescimento para as próximas safras

Para os próximos anos, a Caravelas planeja expandir seu market share, aprimorar a distribuição e fortalecer seu portfólio, sempre apoiada em inteligência de mercado. O CEO da Colombo Agroindústria, Luís Marcelo Spadotto, destaca que a liderança da marca é fruto de uma estratégia consistente, combinando dados, execução de excelência e compromisso com qualidade e segurança, com foco em crescimento sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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