Cuiabá

Baixinha Giraldelli e vice-governador visitam Pedra 90 para instalação do Ganha Tempo

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Assessoria | Vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giradelli (Solidariedade) esteve com o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) no bairro Pedra 90, nesse domingo (22), para conhecer de perto as principais demandas da população e o espaço onde está previsto a construção de uma unidade do Ganha Tempo.
Baixinha, que tem defendido investimentos estruturais e ampliação dos serviços públicos na região, vistoriou o local que deve ser a nova unidade. Além disso, ela destacou a participação de várias autoridades que lutam há anos pela estrutura na região. 
” É uma luta antiga que agora deve sair do papel. Preciso ressaltar a participação do nosso prefeito Abílio Brunini (PL), do meu colega vereador Dídimo Vovô (PSB), dos deputados Eduardo Botelho (União Brasil) e Max Russi (PSB). Também, das lideranças dos bairros da região, como Baiano, Glaucia, Aluísio e Mario Benevides. Nosso povo sempre apoiou essa demanda, como nossos comerciantes que apostam neste avanço”.
Durante a agenda, Pivetta destacou que a futura unidade deverá atender cerca de 100 mil moradores do bairro. O projeto prevê a incorporação da área, com melhorias como novos playgrounds, iluminação e reestruturação do espaço, promovendo mais qualidade de vida para a comunidade.
Baixinha também reforçou que “o Pedra 90 é formado por um povo trabalhador que merece atenção e investimentos”. Segundo a parlamentar, o bairro tem dimensão de uma grande cidade e precisa de projetos essenciais que garantam mais desenvolvimento e dignidade para a população.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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