Turismo

Ministério do Turismo prorroga prazo para participação em pesquisa inédita sobre turistas neurodivergentes

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Foi prorrogada, até o dia 15 de março, a Pesquisa Nacional sobre Turismo Acessível para Pessoas Neurodivergentes. A iniciativa é uma parceria entre o Ministério do Turismo, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o projeto Mais Acesso. A ação busca ampliar a visibilidade do tema e coletar informações que servirão de base para a elaboração de um Guia de Boas Práticas, com orientações voltadas ao atendimento turístico inclusivo.

Clique AQUI para participar da pesquisa.

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, democratizar o turismo é garantir que todas as pessoas possam viajar com dignidade, autonomia e segurança. “Ao ouvir quem vive a neurodivergência, avançamos na construção de políticas públicas que tornam o setor mais acessível, humano e inclusivo em todo o país”, destaca.

Os dados reunidos serão essenciais para o aprimoramento das políticas públicas, na qualificação dos serviços turísticos, como em hotéis, pousadas e restaurantes, além de ajudar no fortalecimento da acessibilidade no turismo em âmbito nacional.

“Muitas vezes deixamos de visitar destinos pela imprevisibilidade, pela falta de suporte ou pelo medo do julgamento em momentos de crise. Ter acessibilidade e preparo no setor é primordial para nos devolver autonomia e segurança”, afirma Eduarda Bechepeche, mulher neurodivergente e mãe de uma criança de 6 anos, também autista.

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A pesquisa tem como foco compreender a vivência de pessoas neurodivergentes e de seus familiares durante viagens, considerando diferentes etapas da experiência turística, como transporte, hospedagem, alimentação, lazer, eventos e visitação a atrativos naturais e culturais.

Além de identificar demandas sensoriais, comunicacionais e comportamentais, o levantamento busca também mapear boas práticas de acolhimento já adotadas no setor, como a capacitação de equipes, a criação de espaços mais tranquilos, a sinalização acessível e a adaptação de atividades às necessidades dos visitantes. Por esse motivo, o público-alvo inclui não apenas pessoas neurodivergentes e seus familiares, mas também profissionais do turismo (guias, agências, receptivos), gestores públicos, empreendedores, pesquisadores e estudantes da área.

Durante o período de realização da pesquisa, também serão divulgados conteúdos educativos sobre turismo e neurodivergência no Instagram do projeto parceiro @mais_acesso, ampliando a conscientização sobre acessibilidade e inclusão no setor.

PUBLICAÇÃO – O Ministério do Turismo já promove diversas ações voltadas ao turismo acessível, entre elas o livro “Turismo com Acessibilidade: perfil do turista com deficiência e diretrizes para promoção da acessibilidade”, elaborado em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A obra traz dados sobre o perfil do turista com deficiência e apresenta diretrizes para que prestadores de serviços ofereçam experiências mais inclusivas, reforçando o compromisso com a promoção de um turismo mais acessível e acolhedor no Brasil. Confira AQUI.

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Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo

Turismo cria 77 mil postos de trabalho em um ano e atinge o maior número de empregos da história

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O turismo brasileiro atingiu, em abril de 2026, o maior número de empregos da história. Dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, revelam que no mês passado o setor atingiu a marca inédita de 2.408.398 de trabalhadores formais.

O número é 3,31% maior que os 2.331.144 empregos que haviam sido registrados em abril do ano passado – o que representa a criação de 77 mil postos de trabalho no período de um ano.

O saldo de empregos (diferença entre admissões e demissões) foi positivo de janeiro a abril. No acumulado, o setor gerou 15.044 postos de trabalho formais. Analisando apenas o mês passado, o saldo foi de 3.538 vagas.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, celebrou mais um número positivo do setor, que vem acumulando sucessivas altas neste início de ano.

“Um turismo forte emprega, abre oportunidades e gera renda para o nosso povo. O setor pode ser um importante meio de transformação social, com o potencial enorme de alavancar a economia do país. Esses números positivos mostram que estamos no caminho certo, mas queremos mais. Temos trabalhado para criar um ambiente propício para incentivar o turismo doméstico e atrair mais turistas internacionais”, afirmou o ministro.

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Desde domingo, o ministro está em Xangai, na China, cumprindo uma série de compromissos voltados à promoção dos destinos turísticos brasileiros. O objetivo é atrair mais turistas chineses para o Brasil. Desde 11 de maio de 26, cidadãos da China não precisam mais de visto para entrar no Brasil. A medida é válida até o final do ano.

“A China tem 1,3 bilhão de pessoas. No ano passado, mesmo com a exigência do visto, a visitação de chineses no país cresceu 35%. Agora, esperamos que esse fluxo aumente consideravelmente, o que com certeza, vai contribuir para a geração de mais empregos”, disse Gustavo Feliciano.

Outros dados positivos

Neste mês, o turismo registrou números positivos em diversos segmentos:

– O número de passageiros domésticos foi o maior da história no primeiro quadrimestre, com 33,7 milhões de passageiros voando pelo país. A quantidade é 6,5% maior que os 31,6 milhões contabilizados no mesmo período de 2025.

– Os gastos de turistas estrangeiros também cresceram nos quatro primeiros deste ano. De janeiro a abril, as despesas de visitantes internacionais atingiram R$ 20,2 bilhões – um aumento de 9,2% em relação ao mesmo período do ano passado, quando as despesas atingiram R$ 18,5 bilhões.

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– Na área de negócios, o faturamento bateu recorde nos quatros primeiros meses de 2026, alcançando o maior valor da série histórica para o período. De janeiro a abril o turismo corporativo atingiu o valor de R$ 4,87 bilhões, um aumento de 12,38% na comparação com os quatro primeiros meses do ano passado, quando as despesas atingiram R$ 4,33 bilhões.

Por Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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