Policia Federal

PF e IBAMA deflagram operação contra crimes ambientais em terra indígena

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Ji-Paraná/RO. A Polícia Federal em conjunto com o IBAMA, e apoio da Funai, deflagrou nesta terça-feira (24/2), a Operação “Erisícton” que combate crimes de associação criminosa, desmatamento e comércio ilegal de madeiras extraídas da Terra Indígena Roosevelt, situada nos estados de Rondônia e Mato Grosso. 

Foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão, os quais foram expedidos pela 1ª Vara Federal Cível e Criminal da SSJ de Ji-Paraná-RO.

Após análises, foi possível identificar um esquema de extração ilegal de madeiras na TI Roosevelt, sendo que o suspeito atuava com o consentimento e participação de indígenas, e contavam com uma rede de desmatadores, motoristas para o transporte das cargas, além de proprietários/responsáveis por madeireiras que adquiriam a madeira extraída ilegalmente da terra indígena. 

Laudo pericial estimou o valor do dano ambiental em R$ 41.936.681,29 (quarenta e um milhões, novecentos e trinta e seis mil, seiscentos e oitenta e um reais e vinte e nove centavos).

Durante a ação, houve duas prisões em flagrante. Uma por posse ilegal de arma de fogo, e outra por receptação qualificada. Além disso, foram apreendidos, celulares, armas de fogos, veículos, madeiras, entre outros. Até o momento uma madeireira foi lacrada pelo IBAMA, sendo que os trabalhos ainda não foram finalizados. 

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A ação contou com a participação de 108 servidores federais, dentre policiais federais e servidores do IBAMA e da Funai.

As investigações desta operação começaram em fevereiro de 2024, após a prisão em flagrante de um dos envolvidos, que na oportunidade atuava como “batedor” de um caminhão carregado com madeiras sem procedência legal. 

Comunicação da Polícia Federal em Rondônia
Tels. (69) 99972-8890/ (69) 3216-6208
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF autua clube e empresa de vigilância por irregularidade na segurança de jogo

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Belém/PA. A Polícia Federal autuou, nesta segunda-feira (7/9), clube mandante e a empresa de vigilância contratada para atuar na partida realizada no estádio Mangueirão, em Belém, por inconsistências no plano de segurança apresentado para o evento.

O projeto de segurança para grandes eventos, exigido pelo Estatuto da Segurança Privada, não estava aprovado pela Polícia Federal, após ter sido apresentado de forma incompleta e fora do prazo estabelecido. Além disso, foram identificados vigilantes sem o curso de extensão para atuação em eventos sociais.

Uma equipe da Polícia Federal esteve no estádio antes da partida e realiza fiscalização durante o evento. Caso sejam constatadas outras irregularidades, poderão ser lavradas novas autuações.

As irregularidades encontradas são as mesmas que geraram autuações no domingo, também em jogo de futebol no Mangueirão.

A Polícia Federal é responsável pelo controle e pela fiscalização das empresas e dos profissionais que atuam no setor de segurança privada.

Desde a entrada em vigor do novo Estatuto da Segurança Privada, em setembro de 2024, a Polícia Federal no Pará vem promovendo reuniões, eventos, visitas técnicas e ações de orientação com clubes de futebol, órgãos de segurança e demais envolvidos na realização de grandes eventos.

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Com a entrada em vigor da Instrução Normativa DG/PF nº 340, de 31 de julho de 2026, as irregularidades constatadas durante as fiscalizações passaram a ser objeto de autuação, sujeita às medidas previstas na regulamentação.

Entre as exigências legais está a comunicação à Polícia Federal, com antecedência mínima de 24 horas, dos eventos que contarão com segurança privada, acompanhada de informações sobre os vigilantes empregados e o público estimado. Para eventos sociais com público superior a mil pessoas, também é obrigatória a apresentação de projeto de segurança assinado por gestor de segurança privada, contendo, entre outros itens, análise de risco e plano de contingência.

A presença de profissionais de apoio ou orientadores é permitida, porém esses profissionais não podem exercer atividades exclusivas de vigilantes, como a realização de revista pessoal.

Comunicação Social da PF no Pará
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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