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Ministro substituto destaca compromisso com desmatamento zero no lançamento da Plataforma Parque Cafeeiro

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O ministro substituto do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, participou, nesta terça-feira (24/2), do lançamento da Plataforma Parque Cafeeiro, ferramenta que comprova a rastreabilidade da cadeia e certifica o café brasileiro como livre de desmatamento. A cerimônia ocorreu na sede da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em Brasília (DF). 

A iniciativa, desenvolvida pela Conab em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), busca apoiar, de forma gratuita, produtores rurais, cooperativas e empresas brasileiras no cumprimento das regras ambientais da União Europeia (UE). A ferramenta integra bases de dados governamentais, garante rastreabilidade da produção e utiliza monitoramento por satélite.  

“Estamos oferecendo à sociedade brasileira e internacional uma ferramenta que permite demonstrar, com precisão, como a produção de café é desenvolvida e, assim, diferenciar os produtores que se encontram irregulares em relação à normativa da União Europeia daqueles que estão em conformidade”, ressaltou. 

Segundo ele, o país conta com uma produção qualificada, capaz de atender e consolidar a presença brasileira em um mercado crescente. “O Brasil avança não apenas na dimensão territorial e no desenvolvimento de uma plataforma excepcional, mas também no uso de bioinsumos, o que amplia a qualidade ambiental das lavouras de café e nos mostra que é possível produzir com qualidade e sustentabilidade”, pontuou. 

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Ao destacar os avanços do Governo do Brasil, o ministro substituto reiterou o compromisso com o desmatamento zero até 2030. “A Conab assume o compromisso de promover uma ação de transparência absoluta, atuando de forma positiva diante da demanda justa e necessária para que o mundo avance, de forma definitiva, rumo à sustentabilidade e ao desmatamento zero”, concluiu. 

“O café brasileiro é sinônimo de qualidade e, agora, também de rastreabilidade e confiança. Vamos certificar que sabemos produzir com responsabilidade, livres do desmatamento e sem sobreposição a áreas indígenas, quilombolas e unidades de conservação”, afirmou o presidente da Conab, Edegar Pretto. 

Na avaliação da ministra substituta do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, a ferramenta fortalece a inclusão produtiva e amplia a credibilidade do setor. “Com esse instrumento, vamos conseguir incluir os pequenos produtores e a agricultura familiar e dar a confiabilidade que a nossa produção precisa. 

Plataforma Parque Cafeeiro 

O sistema permite a emissão de declaração de conformidade com a lei antidesmatamento da União Europeia (EUDR, na sigla em inglês), que exige comprovação de origem em áreas sem desmatamento após dezembro de 2020. A plataforma também verifica informações ambientais e territoriais, assegurando alinhamento às normas nacionais e internacionais. 

O monitoramento utiliza dados do sistema Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A ferramenta verifica, ainda, se imóveis inscritos no Cadastro Ambiental Rural (CAR) desmataram mais de meio hectare após 2020 e se não há sobreposição com terras indígenas, territórios quilombolas ou unidades de conservação. 

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A plataforma foi construída a partir da articulação entre a Conab e os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA); Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA); Agricultura e Pecuária (Mapa); Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC); Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); Povos Indígenas (MPI); além de órgãos vinculados como o Inpe, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). 

Também participaram da solenidade o secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Campos; a secretária de Serviços Compartilhados do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), Isabela Gebrim; o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Silvio Isoppoe os presidentes do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, Márcio Cândido, e do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro. Além de outras autoridades governamentais e representantes do setor cafeeiro. 

Acesse a plataforma aqui.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA   

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Brasil amplia promoção do agronegócio durante a África Food Show 2026

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Empresas brasileiras dos setores de alimentos e bebidas participaram, entre os dias 8 e 12 de junho, na Cidade do Cabo, de uma agenda de promoção comercial voltada à ampliação das exportações para a África do Sul. A programação reuniu encontros com compradores locais, atividades de preparação para o acesso ao mercado e participação na Africa Food Show 2026.

As atividades foram promovidas pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com o Consulado-Geral do Brasil na Cidade do Cabo e a Adidância Agrícola do Brasil em Pretória.

Em 2025, a África do Sul importou cerca de US$ 635 milhões em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para proteínas animais, produtos do complexo sucroalcooleiro, café e produtos florestais.

Durante a rodada de negócios, exportadores brasileiros se reuniram com compradores, importadores e distribuidores sul-africanos. Participaram empresas dos segmentos de carnes bovina, suína e de aves, pescados, bebidas, produtos lácteos, cafés, óleos vegetais, molhos e condimentos, ingredientes alimentícios, grãos, castanhas e alimentos industrializados.

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Antes dos encontros comerciais, as empresas receberam informações sobre o perfil do consumidor sul-africano, as oportunidades para produtos brasileiros e os requisitos para acesso ao mercado. As apresentações abordaram temas relacionados à segurança dos alimentos, à rotulagem, à importação e à distribuição de produtos.

O adido agrícola do Brasil na África do Sul, Rodrigo Almeida, apresentou um panorama do agronegócio local e das oportunidades para ampliação do comércio entre os dois países. O seminário também contou com a participação de representantes do Consulado-Geral do Brasil, do setor privado e de empresas com experiência no mercado africano.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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