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Colheita de soja em Dourados atinge 85% da área plantada na safra 2025/26

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A colheita da safra 2025/26 de soja em Dourados, no sul de Mato Grosso do Sul, já alcançou 85% da área plantada, que totaliza 223 mil hectares, segundo levantamento do departamento técnico da NovaConsult – Serviços em Agronomia.

O engenheiro-agrônomo Raul Campos informa que a produtividade das lavouras até o momento tem ficado em média de 3.600 quilos por hectare. “Alguns talhões apresentam rendimento inferior, em torno de 1.800 quilos por hectare, enquanto outros chegam a 5.400 quilos por hectare. No geral, a média está dentro do esperado”, destaca Campos.

Chuvas recentes contribuem para bom desempenho das lavouras

As precipitações registradas recentemente têm beneficiado áreas que ainda estão em fase de colheita, elevando a expectativa de rendimento final das lavouras restantes.

Crescimento da área cultivada em Mato Grosso do Sul

De acordo com levantamento da Safras & Mercado, a área de soja cultivada no estado deve alcançar 4,65 milhões de hectares na temporada 2025/26, crescimento de 3,3% em relação aos 4,5 milhões de hectares registrados na safra anterior.

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Até o dia 27 de fevereiro, a colheita estadual atingia 37% da área, percentual inferior aos 56% registrados no mesmo período de 2024. A média de colheita para o período nos últimos cinco anos é de 46,2%.

Produção estimada supera safra anterior

A produção total esperada para a safra 2025/26 é de 16,564 milhões de toneladas, 13,5% acima das 14,597 milhões de toneladas obtidas na temporada passada. O rendimento médio das lavouras deve chegar a 3.580 quilos por hectare, contra 3.260 quilos por hectare colhidos em 2024/25.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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