Várzea Grande

Procissão e santa missa marcam início de festividade de Nossa Senhora da Guia

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Mais que uma celebração de fé e devoção, padroeira da cidade marca o início das comemorações pelos 159 anos de Várzea Grande: “Não é uma festa só da religião, mas sim uma festa de Várzea Grande”

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), participou da procissão em devoção à padroeira da cidade, durante a alvorada desta sexta-feira (6). As homenagens à Nossa Senhora e a santa missa que abrem as festividades dos 159 anos de Várzea Grande. A celebração começou às 4h.

Católica e devota de Nossa Senhora da Guia, a prefeita pediu a intercessão e a proteção da padroeira a todos munícipes. “Eu sou muito grata a Nossa Senhora da Guia pela proteção ao nosso Município. Vim na procissão e na missa para agradecer e pedir para que Ela possa continuar protegendo e intercedendo por Várzea Grande”, disse a prefeita Flávia Moretti.

A rainha da festa de Nossa Senhora da Guia, Darlene Arruda, destaca que esta é uma tradição que passa de geração a geração. “São mais de 150 anos de história. Nossa Senhora de Guia é um símbolo de fé, de devoção, de cultura e de identidade várzea-grandense. Esta época de festejos da nossa padroeira é um momento marcante para os párocos e para todo Município”, declara Arruda.

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O rei da festa é Valde José da Costa. Ele destaca que foi justamente essa devoção que ajudou a criar o Município. “A história de Várzea Grande passa muito pela fé em Nossa Senhora da Guia. Hoje, participam da festa católicos de toda região do município e de outras localidades e até mesmo pessoas que não são católicas. Isso mostra que não é uma festa só da religião, mas sim uma festa de Várzea Grande”, conta.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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