Mato Grosso

Ação integrada apreende 335 quilos de entorpecentes e prende quatro suspeitos por tráfico

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Uma ação integrada entre policiais militares do 13º Comando Regional, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal apreendeu, na madrugada desta segunda-feira (9.3), aproximadamente 335 quilos de entorpecentes, durante abordagem no município de Ribeirão Cascalheira (780 km de Cuiabá). Na ação, quatro pessoas foram presos em flagrante por tráfico ilícito de drogas.

As equipes receberam informações sobre o carregamento dos entorpecentes em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, com destino ao Estado do Pará. Após a denúncia, as equipes reforçaram as ações de patrulhamento tático na região e flagraram três pessoas em um veículo modelo VW Gol, em atitude suspeita.

Questionados sobre a denúncia, o trio revelou informações controversas. Um dos suspeitos confessou ação criminosa e que estava como responsável por ser “batedor” de um outro carro que transportava os entorpecentes. À PM, ele confessou que receberia o valor de R$ 10 mil pelo transporte e que repassaria R$ 2 mil ao condutor detido.

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Ainda durante rondas pela região, as equipes localizaram o condutor de um Honda HRV prata, que estaria transportando os entorpecentes. Durante tentativa de abordagem, o motorista saiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial.

No trajeto, o suspeito perdeu o controle da direção, bateu em uma valeta e correu a pé para região de mata. Em busca veicular, os militares apreenderam diversos tabletes de pasta base de cocaína, skanke (super maconha) e maconha. Os militares recolheram ainda cinco aparelhos celulares.

Os entorpecentes foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência. Em seguida, os militares foram acionados por equipes da Polícia Judiciária Civil de que um homem se apresentou contando ter sido vítima de um roubo e pegou carona até o município. No entanto, após checagem, as equipes constataram que ele era o suspeito que havia foragido, que revelou que iria se entregar. O quarto integrante da quadrilha foi detido em flagrante.


Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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