Mato Grosso

Polícia Civil prende homem e recupera produtos furtados na Região Central de Cuiabá

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Uma ação rápida da Polícia Civil, por meio da Delegacia de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, culminou na prisão de um homem de 56 anos, suspeito de praticar furtos na Região Central da Capital.

A prisão foi realizada nessa terça-feira (10.3), no estacionamento de um supermercado, localizado na Rua Barão de Melgaço, no Bairro Porto, após registro de ocorrência de uma das vítimas.

Segundo informações, o suspeito utilizava um aparelho eletrônico, conhecido como “chapolin”, capaz de inibir a ação de travamento das portas, e praticava os furtos no interior dos veículos.

Logo após a comunicação do fato à Polícia Civil, uma equipe da Derf foi designada para diligenciar com intuito de identificar e prender o suspeito. Com auxílio de imagens de segurança e técnicas investigativas, a equipe chegou à prisão do suspeito, na Av. Tenente Coronel Duarte (Prainha).

Com o suspeito os policiais apreenderam aparelho celular, dinheiro e notebooks. Na ação, o homem chegou a assumir a autoria dos furtos a ele imputados.

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Diante do flagrante, o suspeito foi conduzido até a Derf, onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça. Ele deve responder por furto qualificado mediante fraude, previsto no Artigo 155 §4º II do Código Penal, do Código Penal Brasileiro.

Os produtos com ele apreendidos foram devolvidos às respectivas vítimas.

Ocorrências

Conforme apurado, houve dois registros de ocorrências com o mesmo modo criminal de agir. Um dos casos no estacionamento de um supermercado, na Rua Barão de Melgaço e outro no estacionamento de uma loja, situada na Avenida Fernando Correa.

De acordo com a investigação, em ambos os casos, as vítimas deixaram os veículos com objetos de valor no interior, o que despertou atenção do criminoso.

Orientação

A Polícia Civil orienta a população sobre o comportamento preventivo diário ao deixar seus veículos estacionados em locais públicos ou até mesmo nos privados.

“No momento de desembarque de seus veículos, é importante que o cidadão certifique que o automóvel está devidamente trancado, especialmente quando parar em lugares de grande circulação de pessoas e de veículos, como estacionamento de comércios, shoppings e supermercados”, orientou o delegado da Derf, Sylvio Ferreira.

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“Além disso, é importante evitar de deixar objetos de forma que fiquem visíveis no interior do veículo, evitando chamar a atenção de pessoas mal-intencionadas”, completou o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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