Quatro condutores foram presos por infrações de trânsito durante a operação Tolerância Zero Motos, realizada nesta quarta-feira (11.3), na Avenida Parque do Barbado, entre os bairros Pedregal e Renascer, em Cuiabá.
Entre os detidos, estão três condutores presos por adulteração veicular, sendo que dois deles ainda responderão pelo agravante de dirigir sem possuir habilitação. O quarto condutor foi preso por entregar o veículo a uma pessoa não habilitada.
De acordo com o balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), foram expedidos 24 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo sete casos de condução de veículo sem registro ou não licenciado e cinco por dirigir sem CNH.
Durante as abordagens, 45 veículos foram removidos para o pátio e 35 foram autuados.
O objetivo da Operação Tolerância Zero Motos é fiscalizar a regularidade das motos. A operação é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob coordenação do Gabinete de Gestão Integrada, e contou com a participação de equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).
A ampliação da rede de energia trifásica em Mato Grosso vai reduzir custos de produção, ampliar a produtividade e criar novas oportunidades de negócios para milhares de famílias da agricultura familiar. Com investimento de R$ 1,4 bilhão, o Programa MT Trifásico, lançado pelo Governo de Mato Grosso em parceria com a Energisa, busca levar energia de maior capacidade e eficiência às comunidades rurais.
Para o produtor rural Carlos Roberto Leite da Silva, que trabalha com o cultivo de café há 22 anos, na Chácara Itapejara, conhecida como Café do Produtor, na região da Linha 12, em Tangará da Serra, a ampliação da rede trifásica pode representar um divisor de águas para os pequenos produtores do Estado.
“Essa iniciativa foi de grande valia para nós e vai melhorar muito a realidade de quem mora no campo. Muitos pequenos produtores não têm condições de implantar a energia trifásica por conta dos custos. Com a rede trifásica, além de ter uma energia mais eficiente, os equipamentos utilizados também são mais baratos. Na nossa propriedade, por exemplo, com energia monofásica, precisamos fazer um investimento de R$ 18 mil. Se fosse trifásica, esse custo seria de cerca de R$ 5 mil”, explicou.
Segundo Carlos Roberto, o benefício vai muito além da redução de custos. A ampliação da rede trifásica cria condições para que produtores familiares possam investir em agroindústrias e agregar valor à produção.
“Muitos produtores que trabalham com lavouras, leite ou frutas sonham em montar uma agroindústria para produzir queijos ou processar polpas, mas encontram dificuldades por causa da energia monofásica. Para nós, que trabalhamos com a indústria do café, a energia trifásica é essencial e vai ser um divisor de águas. Essa iniciativa do Governo do Estado vai ajudar muitas famílias a crescerem e desenvolverem seus negócios”, afirmou.
O Programa MT Trifásico prevê a construção de 5 mil quilômetros de rede trifásica entre 2026 e 2030, com investimento total de R$ 1,4 bilhão, sendo R$ 700 milhões do Governo do Estado e outros R$ 700 milhões da Energisa.
A iniciativa busca ampliar o acesso à energia de qualidade nas áreas rurais, impulsionando a produção, fortalecendo pequenas agroindústrias e promovendo o desenvolvimento econômico dos municípios do interior.
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